Questões de Concurso
Comentadas sobre oncologia em medicina
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Nas formas iniciais eczematoides e pruriginosas, a fototerapia leva a um clareamento das lesões, contudo não há retardo na evolução da doença.
A imunossupressão permite a proliferação de vírus oncogênicos, como o HPV-5, já isolado de verrugas e carcinomas de transplantados renais.
Na patogenia dos tumores cutâneos, a imunossupressão atua ao permitir a não destruição das células neoplásicas que eventualmente surjam.
A maioria dos tumores aparece após os 10 anos de transplante.
Há relação entre o tempo de imunossupressão e o aparecimento de tumores, demonstrando o efeito cumulativo da imunossupressão.
A ocorrência de tumores cutâneos não melanoma é cerca de vinte vezes maior em imunossuprimidos do que na população geral.
Com a evolução das técnicas e dos aparelhos de radioterapia, não se verificam, atualmente, casos de fibrose ou radiodermites em áreas irradiadas.
Cuidados locais, na lesão por irradiação com curativos, podem minimizar o grau de infecção local, mas raramente resultam em cicatrização espontânea. A excisão com fechamento primário ou com enxerto de pele nas áreas de úlceras de radiodermite é o tratamento mais indicado.
A extensão da injúria tecidual pela irradiação é invariavelmente maior que a observada na área de alterações cutâneas ou de necrose.
A radiação resulta em fibrose microvascular permanente e comprometimento na circulação sanguínea. A fibrose dificulta a migração de leucócitos e consequentemente atrapalha a resposta inflamatória, que é essencial para a cicatrização da ferida.
Pacientes portadores de melanoma acral lentigo apresentam pior prognóstico em relação ao lentigo maligno, mesmo considerando-se outras variáveis prognósticas.
Para pacientes com melanoma in situ ou Breslow menor que 1 mm, margens cirúrgicas de 2 cm estão sempre indicadas.
É correto classificar como Breslow 2, Clark III, o quadro de uma paciente de 34 anos de idade, com exerese de lesão no braço direito, cujo exame histopatológico revele melanoma disseminativo superficial, com espessura de 1,2 mm e acometimento da derme papilar.
As metástases linfáticas ocasionadas pelo CEC estão associadas a topografia da lesão com maior risco de disseminar lesões localizadas no dorso da mão e na face do que as em lesões no tronco e extremidades.
No atendimento a um paciente de 72 anos de idade, com CBC no tronco apresentando margens laterais comprometidas, a melhor conduta a ser tomada será o acompanhamento clínico.
A síndrome de Gorling apresenta herança autossômica recessiva, caracterizada por múltiplos carcinomas basocelulares (CBC), cistos malares, fibromas ovarianos e malformações ósseas.
Para o diagnóstico de mesotelioma pleural maligno é importante questionar a atividade ocupacional do paciente, já que a ocorrência do tumor — com período de latência curto, em média 5 anos — está relacionada, em cerca de 35% dos casos, à exposição ao asbesto.
O tratamento do mesotelioma fibroso da pleura é eminentemente cirúrgico, com ressecção completa; pois, apesar de se tratar de lesão benigna, há relatos de recidiva em uma variante maligna.
O mesotelioma pleural maligno, apesar de raro, é a principal neoplasia maligna primária da pleura.
Geralmente se encontra tecido fetal na análise histológica do teratoma maduro, que apresenta bom prognóstico em crianças.