Questões de Concurso
Comentadas sobre oncologia em medicina
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Paciente diagnosticado e tratado cirurgicamente de melanoma não necessita de acompanhamento constante devido à baixa taxa de recorrência dessa doença.
A taxa de cura de um paciente com carcinoma de septo nasal tratado adequadamente com cirurgia ou cirurgia e radioterapia é boa, com média de 70%
O tipo histológico mais comum é o adenocarcinoma.
É invariável o potencial vascular e fibroso do angiofibroma juvenil.
Quando o papiloma invertido não é ressecado adequadamente, sua taxa de recorrência é alta, podendo chegar a mais de 40%.
As associações do papiloma invertido com malignidade são muito comuns, chegando a 50% dos casos.
A maioria dos papilomas invertidos surge da parede lateral da cavidade nasal, sendo comum um envolvimento secundário dos seios maxilar e etmoidal.
Durante a manipulação do tumor, pode ocorrer crise hipertensiva, e essa deve ser controlada com ß-bloqueador venoso.
Em pacientes sem patologia o fluxo sanguíneo cerebral é cerca de 90 mL por 100 gramas de tecido cerebral por minuto.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Se confirmado o diagnóstico de carcinoma espinocelular e proposto o tratamento cirúrgico da lesão, o paciente deve ser submetido a mediastinoscopia
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, deve ser realizada a biópsia da massa no mesmo procedimento, para não retardar o tratamento adequado.
Com relação a esse caso clínico, julgue os itens a seguir.
A principal hipótese diagnóstica é de carcinoma espinocelular, que corresponde a aproximadamente 90% dos casos de lesões malignas da traqueia.
Algumas lesões benignas da laringe, quando diagnosticadas, devem ser rigorosamente tratadas e acompanhadas pelo risco de malignização, como no caso da papilomatose laríngea.
Um carcinoma espinocelular supraglótico com acometimento de parede medial de seio piriforme, sem fixação da laringe, é classificado como T2.
Considere que, ao exame endoscópico da laringe, observe-se lesão glótica, com acometimento de ambas as pregas vocais e da comissura anterior, além de extensão para prega vestibular unilateral, sem fixação laríngea. Nesse caso, se a lesão for um carcinoma, então ela é classificada como T2.
Pacientes com lesões malignas de hipofaringe devem ser submetidos a endoscopia digestiva alta quando ocorre acometimento de região retrocricóidea, devido à alta incidência de extensão local da lesão para esôfago proximal.
Tumores da parede hipofaríngea posterior que invadem a fáscia pré-vertebral não são ressecáveis; essa avaliação é clinicamente determinada pela palpação.
Na avaliação de lesões de hipofaringe, é recomendado o acesso endoscópico direto tanto para a realização de biópsias quanto para a determinação da extensão do tumor.
Considere que um paciente do sexo masculino, de 17 anos de idade, queixe-se de obstrução nasal unilateral crônica e sangramentos nasais recorrentes e que o exame endoscópico nele realizado tenha mostrado massa violácea, de superfície lisa, localizada na rinofaringe. Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica é de angiofibroma.
O carcinoma da rinofaringe, de modo geral, apresenta como manifestação clínica inicial obstrução nasal unilateral e perda auditiva condutiva ipsilateral devido a otite média secretora, secundária à disfunção tubária. Assim, pacientes com tais queixas devem ser cuidadosamente examinados por via endoscópica nasal.