Questões de Concurso
Comentadas sobre neurologia em medicina
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Paciente de 55 anos de idade, com hipertensão arterial descontrolada, é admitido na Unidade de Terapia Intensiva após ter sido encontrado inconsciente em casa. Ao exame inicial, apresenta com pupilas desiguais, com a pupila do lado direito dilatada e não responsiva à luz. Apresenta também hemiparesia esquerda e sinais vitais instáveis. Realizada tomografia computadorizada de crânio (TCC) que revelou uma imagem compatível com hemorragia intracraniana no hemisfério cerebral direito.
Diante desse quadro, qual é o diagnóstico mais provável e qual é a próxima intervenção apropriada para esse paciente?
A respeito do estado de mal epiléptico, analise as afirmativas a seguir.
I. É definido com a presença de convulsões contínuas ou convulsões distintas repetitivas com diminuição da consciência no período interictal.
II. Há diversos subtipos: estado de mal epiléptico clônico generalizado (EMECG com convulsões persistentes e generalizadas ao EEG, coma e movimentos tônico-clônicos) e estado epiléptico não convulsivo, com convulsões e ausência persistentes ou convulsões focais com confusão ou consciência parcialmente diminuída e alterações motoras mínimas.
III. O EMECG representa um risco à vida quando acompanhado por disfunção cardiorrespiratória, hipertermia e distúrbios metabólicos como acidose (por atividade muscular prolongada). Pode haver lesão neuronal irreversível devido às convulsões persistentes, mesmo quando o paciente está paralisado por bloqueador neuromuscular.
IV. As principais causas são a suspensão dos fármacos antiepilépticos ou a não adesão ao tratamento com eles, distúrbios metabólicos, toxicidade medicamentosa, infecções do SNC, tumores do SNC, epilepsia refratária e traumatismo craniano.
Estão corretas as afirmativas
A determinação do tipo de convulsão é fundamental para organizar a abordagem diagnóstica com base em etiologias específicas, selecionar o tratamento apropriado e, assim, interferir no prognóstico do paciente.
Considere um paciente do sexo masculino, 40 anos de idade, com histórico de epilepsia refratária, atendido no pronto-socorro com convulsões generalizadas, sem resposta ao uso do diazepam intravenoso. Apresenta história prévia de convulsões parciais complexas, mas não havia sido relatado episódio de status epilépticos anteriormente. No exame físico, está agitado e apresenta contrações musculares generalizadas. Apresenta-se estável hemodinamicamente, mas sua saturação periférica de oxigênio (SpO2 ) está diminuída devido à dificuldade respiratória durante as convulsões.
Qual é o próximo passo no tratamento desse paciente?
"É um distúrbio autossômico dominante, caracterizada por coreia, sintomas neuropsiquiátricos e degeneração cognitiva progressiva, geralmente iniciada na meia-idade. O diagnóstico é feito por exame genético. Os parentes de primeiro grau devem receber aconselhamento genético antes de os exames genéticos serem feitos. O tratamento é de suporte."
O trecho acima diz respeito a seguinte doença degenerativa:
Esses sintomas são indicativos de um distúrbio extrapiramidal conhecido como_______(1). Para o manejo desses efeitos adversos, é frequentemente recomendado o uso de_______(2), um agente anticolinérgico.
I. O sistema nervoso central pode ser infectado por um variado conjunto de vírus, mas, independente do agente viral, o quadro clínico caracteriza-se por aparição súbita de cefaleia, fotofobia, rigidez de nuca, náuseas, vômitos e febre.
II. Os principais vírus que podem causar meningite viral são: enterovírus, arbovírus (com destaque para o vírus da febre do Nilo Ocidental), vírus do Sarampo, vírus da caxumba, vírus da coriomeningite linfocítica, HIV-1, adenovírus e vírus do grupo herpes.
III. Indica-se tratamento com drogas antivirais específicas em todos os casos, utilizando, por exemplo, Aciclovir endovenoso, especialmente nos casos de maior gravidade.
Está(ão) CORRETO(S) o(s) item(ns):
(Dr. José Aldair Morsch. Médico Cardiologista) - (telemedicinamorsch.com.br))
Marque a alternativa com exemplo que não contempla o rol dos “Transtornos Neurológicos do Desenvolvimento”.
(MARCHETTI RL, DAMASCENO BP. Epilepsia: Psicopatologia e comportamento. In: Guerreiro CAM, Guerreiro MM, Cendes F, Cendes IL, editors. Epilepsia. São Paulo: Editora Lemos, 2000. p. 231-42.)
De acordo com os autores referidos, as pessoas que têm epilepsia podem sofrer consequências profundas, incluindo-se, corretamente, a sequência: