Questões de Concurso
Sobre medicina preventiva em medicina
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I - O Ministério da Saúde recomenda o número mínimo de seis consultas para uma gestação a termo, com o início do pré-natal no primeiro trimestre e a realização de alguns procedimentos básicos, que incluem exames clínico-obstétricos e laboratoriais, entre outros.
II - A equipe de saúde deve estar treinada e o serviço organizado para prestar assistência à gestante desde seu primeiro contato com a equipe, já que a melhor forma de assegurar a captação precoce é a qualidade do serviço prestado à população.
III - Mapa de registro diário - instrumento de avaliação das ações de assistência pré-natal; deve conter as informações mínimas necessárias de cada consulta prestada
I - Os principais factores de risco englobam: idade, parceiros sexuais, uso ou não de preservativo, inclusão em grupos de risco e antecedentes de DST. Os principais modos de transmissão são: sexual, sanguínea, vertical e outros.
II - As DST podem ser curáveis - Sífilis, Cancro mole, Granuloma inguinal, Linfogranuloma venéreo, vaginose bacteriana, Candidíase, Gonorreia, Chlamydia, Trichomonas – e não curáveis – HSV2, HPV, HBV, HIV 1/2.
III - A assistência ao doente infectado deve ser imediata, em ambiente de privacidade, sem pressas, evitando discriminações e/ou faltas de confidencialidade com o propósito de identificar os portadores assintomáticos, interrompendo a cadeia de disseminação da doença e as suas complicações. A consulta inclui diagnóstico, tratamento, aconselhamento e estudo analítico.
IV - Na ausência de imunidade deve ser feita vacinação para hepatites A e B e HPV. O adiamento da consulta pode levar ao desaparecimento dos sintomas, desmotivando a busca de tratamento e favorecendo a evolução para formas crónicas. Assim, a chave estratégica da prevenção das DST envolve o rastreio, o diagnóstico e o tratamento do paciente.
I - Às mulheres para as quais serão prescritos contraceptivos só de progestagênios, deve-se orientar quanto ao fato de que são comuns as mudanças no padrão de sangramento menstrual, bem como informá-las sobre as possíveis alterações decorrentes de cada método.
II- Para métodos anticoncepcionais de longa duração, um cuidadoso aconselhamento pode resultar em maiores aderências ao método, taxas de continuação e satisfação das pacientes, principalmente em usuárias do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG), devido às mudanças nos padrões de sangramento, inclusive com aconselhamento contínuo pósinserção, sobre efeitos adversos, padrão de sangramento, eficácia e benefícios do método, para que as pacientes se sintam encorajadas a perseverar na sua utilização e usufruir dos benefícios não-contraceptivos de longo prazo.
III - É importante também esclarecer sobre a possibilidade da ocorrência de amenorreia e de ser esse um efeito local e reversível, para que não se sintam inseguras por medo de uma gravidez e não seja esse o motivo de descontinuação do método.
I - É uma infecção do parênquima pulmonar, cujos agentes etiológicos mais comuns são: Streptococcus pneumoniae, Mycoplasma pneumoniae, Haemophilus influenzae e vírus (influenza, adenovírus).
II - A decisão de internar o paciente deve ser baseada em critérios de gravidade, tais como: idade, nível de consciência, frequência respiratória, pressão arterial e nível de ureia no sangue.
III - Chlamydia trachomatis pode ser o agente etiológico nos pacientes com história de criação de pássaros.
IV - A principal medida preventiva é a vacinação para influenza e para o pneumococo.
Quais estão corretas?
I - Apesar da saúde mental não constar entre as prioridades estabelecidas pela Portaria N° 648/GM (2006) que regulamenta a Estratégia Saúde da Família, a experiência cotidiana de trabalho na rede básica demonstra que tal aspecto não pode ser desvinculado dos demais problemas de saúde. Entre os problemas psíquicos de maior relevância na população da área de abrangência de uma equipe de Saúde da Família aparecem o alcoolismo, a depressão, as tentativas de suicídio e o uso indiscriminado de fármacos.
II - Por estes motivos, há alguns anos existem no Brasil iniciativas para incorporar ações de saúde mental na ESF. Na estratégia denominada de apoio matricial, a saúde mental se constitui como um suporte onde os recursos e ações próprias do seu campo de conhecimento são compartilhados com as equipes de atenção básica, visando ampliar as condições de cuidado e a corresponsabilidade no tratamento das situações.
III - As mudanças ocorridas nos últimos anos no campo da saúde mental acompanham este processo de transformações no âmbito das políticas públicas de saúde no Brasil. Este processo comum parte de uma redefinição dos processos de saúde e doença e da busca por novas formas de intervenção. O paradigma que passa a orientar as políticaspúblicas de saúde coletiva, tanto quanto a política mais específica de saúde mental, problematiza o modelo hospitalocêntrico, privilegiando a prevenção e a participação comunitária como princípios de intervenção e afirmação dessas políticas.
I - Os principais fatores de risco para a HAS são a idade, raça, sexo, sobrepeso ou obesidade e hábitos de vida pouco saudáveis como sedentarismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, tabagismo e consumo excessivo de sal.
II -A HAS é caracterizada como uma doença crônica não transmissível, de causas multifatoriais associada a alterações funcionais, estruturais e metabólicas.
III - Outros fatores de risco estão associados com a pressão arterial elevada, como a predisposição genética e o estresse.
I - A criança tem direitos que se referem, principalmente, à autonomia pública, ou seja, aos direitos sociais, tais como direito ao adequado crescimento e desenvolvimento, aleitamento materno, nutrição, vacinação, higiene, saneamento ambiental, medidas de proteção, prevenção de acidentes, acesso à educação, cuidados à saúde, enfim direito à vida.
II - Em 2004, o Ministério da Saúde lançou a Agenda de Compromissos para a Saúde Integral da Criança e Redução da Mortalidade Infantil.
III - Os cuidados com a saúde infantil não são colocados entre as ações essenciais do Ministério da Saúde, não enfatizam o cuidado integral e multiprofissional que responde pela compreensão das necessidades e direitos da criança como indivíduo, ressaltando a responsabilidade de disponibilizar assistência à saúde qualificada e humanizada.
I - A adolescência é uma etapa evolutiva peculiar ao ser humano, sendo este momento importante no desenvolvimento do indivíduo, para o entendimento dessa fase é necessário compreender os aspectos biológicos, psicológicos, sociais ou culturais.
II - A ESF em consonância com a escola pode atuar na criação e fortalecimento das políticas públicas de saúde, de modo a intervir para um território, uma comunidade e uma escola mais saudáveis.
III - Promover a saúde de adolescentes e jovens é um investimento com repercussão tanto no presente quanto no futuro, uma vez que os comportamentos iniciados nessa idade são cruciais para o restante da vida.
A identificação de diferentes vulnerabilidades durante a anamnese e o exame físico devem constituir importantes elementos diagnósticos das doenças sexualmente transmissíveis. Sempre que disponíveis, devem ser realizados exames para triagem de gonorreia, clamídia, sífilis, HIV e hepatites B e C, precedidos de abordagem profissional adequada.
Em relação a C. trachomatis, assinale a alternativa correta.