Questões de Concurso
Comentadas sobre medicina intensiva em medicina
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Após reversão da PCR, a presença de alguns sinais está relacionada ao prognóstico a seguir:
I. Reflexos oculares ausentes após 24 horas do evento.
II. Decerebração ou ausência de resposta motora à dor (Glasgow motor < 2).
III. Padrão de sofrimento cortical difuso grave por mais de 24‑72 horas após o evento.
IV. ETCO2 abaixo de 10 mmHg.
Após 24 a 72 horas do evento, estão correlacionados a um pior prognóstico neurológico os itens
( ) A lesão tecidual crônica na sepse, a resposta inflamatória com a liberação de hormônios catabólicos, citocinas pró‑inflamatórias e o choque podem levar ao desenvolvimento de hiperperfusão esplâncnica.
( ) Um total superior a 60% dos pacientes críticos pode apresentar pelo menos um sinal de disfunção do trato gastrintestinal durante a sua internação na Unidade de Terapia Intensiva.
( ) O uso de sedativos, de analgésicos e de fármacos vasoativos representam um entrave à nutrição do paciente séptico.
( ) A avaliação da disfunção do trato gastrintestinal do doente crítico é relativamente fácil, pois basta analisar os sinais e os sintomas clínicos do paciente no contexto da doença aguda.
Assinale a sequência correta.
Nesse cenário, o uso de aminas vasopressoras é indicado
Paciente, sexo feminino, 36 anos de idade, encaminhada à sala de emergência da Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24 horas após classificação de risco. Familiares reportam queixa de cefaleia de forte intensidade seguida de perda da consciência e desmaio. Ao exame físico, identifica‑se que a paciente não responde ao chamado verbal, não abre os olhos nem ao estímulo doloroso, geme (sons incompreensíveis) à dor e apresenta como melhor resposta motora movimento anormal de decorticação.
Qual o valor da escala de coma de Glasgow para esta paciente?
I.Em casos de parada cardiorrespiratória, a massagem cardíaca deve ser iniciada imediatamente, com compressões torácicas em uma frequência mínima de 80 compressões por minuto.
II.A avaliação primária em um paciente politraumatizado deve seguir a abordagem do ABCDE, priorizando vias aéreas, respiração e circulação antes de prosseguir com outros cuidados.
III.O choque anafilático pode ser tratado inicialmente com antihistamínicos e corticoides, sendo a adrenalina reservada apenas para casos refratários.
Está correto o que se afirma em:
Mulher de 28 anos, vítima de colisão auto x auto encaminhada para emergência em prancha e com colar cervical, inconsciente, PA de 80 x 40 mmHg e pulso de 138 bpm. Apresenta desvio de traqueia para a esquerda, afundamento de parede anterior do hemitórax direito, respiração paradoxal e ausência de murmúrio vesicular a direita. As condutas listadas abaixo deverão fazer parte do atendimento desse paciente.
1. Entubação traqueal e ventilação.
2. Limpeza e imobilização da fratura do fêmur.
3. Craniotomia de urgência.
4. Punção torácica aliviadora seguida de drenagem.
5. Acesso venoso periférico e reposição volêmica.
Qual a sequência CORRETA de atendimento?
Homem de 37 anos de idade, vítima de queda de moto após choque em alta velocidade com um carro, é trazido ao pronto socorro. Apresenta-se com vias aéreas pérvias, murmúrios vesiculares presentes e simétricos, FR de 30 ipm, FC de 125 bpm, PA de 90 x 50 mmHg. Apresenta ainda sinais de fratura em face, antebraço direito e perna direita. Dor à palpação da bacia e distensão abdominal, sem outras alterações.
Em relação a classificação do choque a indicação ou tratamento:
Caso seja confirmada a parada, a sequência correta de ações que devem ser seguidas é:
Ao exame, a criança está febril (38,9 C), taquicárdica (155 bpm), taquipneica (44 irpm), hipotensa para a idade (70/40 mmHg), saturação de O2: 91% em ar ambiente, enchimento capilar de seis segundos e letárgica porém responsiva à dor. Os exames laboratoriais iniciais revelaram leucocitose com desvio à esquerda (25.000 leucócitos/mm³, bastões 12%), lactato: 5 mmol/L, PCR: 18 mg/dL, ureia 45 mg/dL, creatinina 1,0 mg/dL, sódio 132 mEq/L, potássio 3,8 mEq/L, glicemia: 58 mg/dL, gasometria arterial com pH 7,25 e BE -10. A equipe iniciou oxigenoterapia, acesso venoso e infusão de 20 mL/kg de soro fisiológico a 0,9% em bolus.
Após a segunda etapa de cristaloide, a paciente apresentou melhora discreta da perfusão, mas persistiu com sinais de choque. Com base nesse quadro clínico, a melhor estratégia para o manejo farmacológico inicial do quadro é:
Uma mulher de 30 anos com esclerose múltipla progressiva e depressão é encontrada por sua mãe caída em casa. É trazida pela ambulância para a Emergência e daí para o CTI. Na escala de Glasgow apresentava uma grau 3 e nos sinais vitais hipotensão arterial (75/30 mmHg), bradicardia (38 bpm), além de hipotermia (34 C) e bradipnéia (6 irpm). A glicemia está normal. Está comatosa, com pupilas fixas bilateralmente. Reflexos de tronco cerebral ausentes e paralisia flácida com reflexos tendinosos ausentes. Suas medicações usuais incluíam drogas antidepressivas e para a esclerose múltipla.
A provável medicação responsável pelo quadro clínico apresentado, é
Um homem de 54 anos com história de uso de álcool em grande quantidade e tabagismo, foi internado no CTI e intubado devido a grave broncoespasmo. A necessidade de frações inspiradas de O2 segue crescente estando em 60% e o RX de tórax apresenta infiltrado pulmonar progressivo bilateral confirmando o diagnóstico d SDRA. Mantido com vasopressores intravenosos em doses baixas e esquema antibiótico com piperacilina e tazobactam. Apresenta insuficiência renal dependendo de diálise intermitente. e alta drenagem gástrica pela sonda. Em todas as amostras de hemocultura cresceram um Ruminococcus.
Nesse caso, a conduta em sequência é
Encontra-se no CTI um paciente em ventilação mecânica devido a insuficiência respiratória.
A respeito da fisiologia cardiorrespiratória durante o ciclo ventilatório podemos afirmar:
Um paciente encontra-se em ventilação mecânica em tratamento para uma pneumonia comunitária, internado no CTI há 48 h. Além da antibioticoterapia e suporte hemodinâmico, para tratamento da sepse e prevenção da falência de múltiplos órgãos é necessário também a manutenção de um suporte nutricional.
A respeito do suporte nutricional do paciente, assinale a afirmativa mais correta.
Um paciente de 56 anos encontra-se internado no CTI devido a dor abdominal de início há 36 horas, com diagnóstico de litíase biliar confirmado na ultrassonografia abdominal da admissão e amilase sérica aumentada 3 vezes o limite normal.
Apresenta bilirrubinemia aumentada à custa de direta e a creatinina sérica levemente tocada. Está estável hemodinamicamente e ventila com suporte de O2 em máscara com 40% de FiO2 e saturação de 95%.
A abordagem a ser realizada em sequência é