Questões de Concurso
Comentadas sobre mastologia em medicina
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(__)A excisão cirúrgica (biópsia excisional) da área onde a HDA foi encontrada é mandatória, pois há um risco significativo (10-30%) de "upgrade" diagnóstico para Carcinoma Ductal In Situ (CDIS) ou carcinoma invasivo na peça cirúrgica.
(__)O diagnóstico de HDA em biópsia percutânea é considerado definitivo, e a conduta é o seguimento mamográfico semestral.
(__)Após a excisão cirúrgica (se o resultado confirmar HDA, sem "upgrade"), a paciente deve ser classificada como de alto risco e ser elegível para quimioprofilaxia (ex: Tamoxifeno ou Raloxifeno) para reduzir o risco de câncer de mama futuro.
(__)O tratamento da HDA (sem "upgrade") inclui radioterapia adjuvante obrigatória em toda a mama, similar ao tratamento do CDIS.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
A conduta mais adequada neste caso é:
Coluna 1
1. Luminal A.
2. Luminal B.
3. HER2.
4. Triplo negativo.
Coluna 2
( ) Tumores geralmente negativos para receptores hormonais, com maior frequência de mutações em BRCA1 e maior incidência em mulheres jovens.
( ) Caracterizado por expressão de receptores hormonais, baixo índice proliferativo e melhor prognóstico entre os carcinomas invasivos.
( ) Caracterizado por superexpressão do receptor do fator de crescimento epidérmico humano, associado a maior agressividade na ausência de terapia-alvo.
( ) Tumores RE positivos, Ki-67 elevado, podendo apresentar benefício adicional com quimioterapia associada à hormonioterapia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Uma mulher de 47 anos, G2P2, comparece ao ambulatório com queixa de nódulo endurecido na mama direita há 3 semanas. Relata que o nódulo surgiu após um trauma no local quando sua filha pequena bateu com o cotovelo durante uma brincadeira. Nega dor significativa, febre ou secreção mamilar. Ao exame físico, identifica-se nódulo irregular, de consistência firme, pouco móvel, indolor, medindo cerca de 2 cm, sem alterações cutâneas importantes e sem linfonodomegalias axilares. Mamografia realizada mostra área de opacidade espiculada com microcalcificações pleomórficas, sendo BI-RADS 4. A USG evidencia nódulo heterogêneo, hipoecoico, com sombra acústica posterior.
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Uma mulher de 41 anos procura o ambulatório com queixa de descarga papilar unilateral pela mama direita há 2 meses. Ela relata secreção espontânea, serossanguinolenta, que aparece sem compressão. Nega dor mamária, febre ou trauma. Ao exame físico, observa-se saída de pequena quantidade de secreção sanguinolenta por um único ducto. Não há nódulos palpáveis nem linfonodomegalias. A mamografia está normal (BI-RADS 1), e a ultrassonografia mostra discreta ectasia ductal retroareolar sem lesões nodulares evidentes.
Qual é a conduta mais apropriada neste caso?
Uma puérpera de 26 anos, três semanas após parto vaginal, queixa-se de febre alta há 24 horas (38,8 °C), dor intensa na mama esquerda e mal-estar. Refere dificuldade para amamentar devido à dor e relata fissura no mamilo esquerdo. No exame físico, observa-se área eritematosa, quente, dolorosa e endurecida no quadrante súpero-externo da mama esquerda. Não há flutuação palpável.
Qual é a conduta inicial mais adequada?