Questões de Concurso
Comentadas sobre hematologia em medicina
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A correção dessa anemia deve ser feita com:
Além de antibióticos, analgésicos potentes, oxigenioterapia e hidratação vigorosa, o tratamento de escolha dessa complicação é:
O diagnóstico mais provável para esse caso é:
Para confirmar o diagnóstico, o exame que ainda precisa ser realizado é:
Os elementos essenciais que esse TCLE deve conter são:
Uma jovem de 19 anos, altura 1,58 m e peso 51 kg, faz a sua primeira doação de sangue. Pouco antes de a coleta do sangue se completar, ela começa a suar e a ficar pálida, e diz estar tonta e com muito enjoo. A doação é interrompida, e se constata que a doadora apresenta hipotensão e bradicardia. Ela melhorou após ser colocada em posição de Trendelenburg.
Esse conjunto de sinais e sintomas é característico do seguinte tipo de reação adversa à doação de sangue:
O tratamento da hemorragia deve ser feito com:
• anti-HBc: positivo; • HBsAg: negativo; • HBV (NAT individual): negativo; • anti-HBsAg: positivo (> 10UI/mL).
Com esses resultados, é correto concluir que o doador:
• hemoglobina: 18,5 g/dL; • leucócitos: 10.500/µL; • plaquetas: 300.000/µL.
Para confirmar o diagnóstico de policitemia vera, é necessário:
Um paciente de 39 anos, sexo masculino, é submetido a alguns exames de rotina, em que foi encontrada uma dosagem de ferritina de 800 ng/dL. A dosagem de hemoglobina era de 15g/dL. Foi solicitada pesquisa das mutações genéticas C282Y, e H63D, cujos resultados foram:
• C282Y: positiva, em homozigose;
• H63D: positiva, em heterozigose.
Com esses resultados, o tratamento dessa condição deve ser feito com:
Diante desse quadro, a opção terapêutica para reverter rapidamente a discrasia sanguínea é:
O tratamento indicado para essa paciente é:
Uma paciente de 18 anos dá entrada em uma unidade de emergência com queixa de astenia, falta de ar, icterícia, taquicardia e urina escura. Ela diz que, cerca de 48 horas antes, começou com sintomas de dor, ardência urinária e polaciúria. Seu médico prescreveu fenazopiridina – com o que ela obteve alívio dos sintomas urinários – e solicitou cultura de urina.
O hemograma mostrava hemoglobina de 8,5 g/dL, VCM: 95 fL, leucócitos e plaquetas normais. A dosagem de haptoglobina sérica estava muito baixa, e havia aumento de bilirrubinas, às custas de bilirrubina indireta (2,9 mg/dL de bilirrubina indireta).
O diagnóstico mais provável é:
Um paciente de 32 anos, previamente hígido, apresentou uma trombose de veia profunda de membro inferior esquerdo e embolia pulmonar. Depois da resolução do quadro, foi extensamente investigado para neoplasias e outras causas clínicas de trombose, e nada foi encontrado. Um painel de exames para investigação de trombofilia foi solicitado; os resultados estão mostrados a seguir.
• Mutação do gene da protrombina: negativo
• Fator V de Leiden: positivo, com gene em homozigose
• Anticoagulante lúpico (IgG e IgM): negativo
• Dosagem de Proteína C: 95%
• Dosagem de anti-trombina: 97%
• Dosagem de proteína S: 99%
• Dosagem de fator VIII: 99%
• Mutação no gene metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR C677T): negativa
Diante desses resultados, a conduta a ser tomada para a prevenção de novas tromboses é:
Para avaliação inicial do paciente na emergência, está recomendado(a):