Questões de Concurso
Comentadas sobre hematologia em medicina
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O uso da lenalinomida pode induzir a supressão do clone anormal em alguns pacientes com síndrome mielodisplásica com deleção isolada do braço longo do cromossomo 5 (5q), mas esse fenômeno não tem correlação com a redução da necessidade de transfusão de glóbulos vermelhos.
Segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), um indivíduo que apresente leucopenia com ausência de blastos no sangue periférico, displasia em menos de 10% da linhagem granulocítica e 2% de blastos ao mielograma, e deleção do cromossomo 5 no cariótipo da medula óssea deve ser diagnosticado como portador de síndrome mielodisplásica – inclassificável.
podem provocar aumento temporário da concentração plasmática de cálcio ionizado.
podem promover hipercalemia.
podem desviar para a esquerda a curva de dissociação da hemoglobina.
podem causar alcalose metabólica.
resulta em prolongamento dos testes de tempo de protrombina e tempo de tromboplastina parcial ativado.
pode ser corrigida pela administração de plasma fresco congelado.
Em toda transfusão de hemocomponentes, há risco, portanto, sua indicação deve ser criteriosa e pode ser objeto de análise pelo serviço de hemoterapia.
Os bancos de sangue são obrigados a convocar e orientar doadores com resultados de exames sorológicos reagentes.
Em caso de soro-conversão de receptor de hemocomponente, o doador que deu origem ao hemocomponente sob investigação é considerado inapto temporário até término da investigação.
Caso o receptor de hemocomponente apresente soro-conversão para HTLV, o doador que apresenta sorologia não reagente, oito meses após a transfusão, deve ser descartado como doador-índice.
Caso seja detectada soro-conversão para HIV em doadora de repetição, deve-se descartar o produto dessa doação, não sendo necessária a investigação de doação imediatamente anterior, considerando-se que a detecção do antígeno p24 ocorre 16 a 17 dias após o contágio.
A incidência de reações transfusionais alérgicas na transfusão de plaquetas é mais elevada quando comparada com a incidência dessas reações na transfusão de plasma e de concentrado de hemácias.
Na prevenção da reação febril não hemolítica, a filtração de concentrado de hemácias realizada pós-estocagem é mais eficaz que a feita na pré-estocagem.
As reações febris não hemolíticas podem ocorrer durante ou até algumas horas após transfusão de hemocomponentes. Em geral, a maioria das reações é de fraca intensidade.
As células-tronco hematopoéticas podem ser provenientes do sangue de cordão umbilical/placenta, sangue periférico ou medula óssea. A obtenção das células-tronco tem por fim garantir uma recuperação hematológica rápida, completa e sustentada após enxerto.
O sangue de cordão umbilical contém células-tronco hematopoéticas com maior capacidade de autorrenovação e proliferação. Entretanto, o tempo para recuperação hematológica é mais lento, o que aumenta a incidência de doença do enxerto contra hospedeiro, devido à predominância de linfócitos NK.
As células-tronco hematopoéticas, também chamadas células CD34, constituem aproximadamente 0,05% das células nucleadas circulantes e 0,5% das células da medula óssea.
A síndrome nefrótica desenvolvida após TCTH alogênico não deve ser considerada complicação da doença do enxerto contra hospedeiro crônica.