Questões de Concurso
Comentadas sobre hematologia em medicina
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Raros são os casos de leucemia linfoide aguda de linhagem B que apresentam rearranjo da cadeia pesada da imunoglobulina.
Infecção é a principal causa de óbito de pacientes com leucemia mieloide aguda em tratamento de indução de remissão, e o pulmão é o principal órgão acometido.
A leucemia mieloide aguda secundária a tratamento com agentes alquilantes normalmente é precedida de um período de mielodisplasia e citopenias variadas.
A leucemia mieloide aguda sem maturação, conforme os critérios da OMS, corresponde àquela em que a linhagem mieloide foi comprovada e apresenta 90% ou mais de blastos na medula óssea.
Alterações citogenéticas adicionais à translocação t(15;17)(q22;q12) são observadas em raros casos de leucemia promielocítica aguda e representam menos de 10% do total.
O cariótipo ao diagnóstico é o principal fator prognóstico das leucemias mieloides agudas.
A presença da mutação T315I do BCR-ABL é um critério objetivo para indicar o transplante de medula óssea em paciente jovem recém-diagnosticado com leucemia mieloide crônica e com doador relacionado HLA compatível.
Pacientes que, ao diagnóstico, apresentam-se em fase acelerada e são tratados com doses superiores de mesilato de imatinibe, por exemplo, 600 mg, têm evolução semelhante aos de fase crônica tratados com dose padrão.
No momento de transformação de fase crônica para fase acelerada ou para crise blástica, cerca de 80% dos pacientes apresentam alterações citogenéticas adicionais.
Conforme os critérios atuais da OMS, em todos os casos de leucemia mieloide crônica é possível detectar o cromossomo Philadelphia, decorrente da translocação t(9;22).
A doença linfoproliferativa pós-transplante, que ocorre nos primeiros anos após o transplante, está frequentemente associada à infecção pelo vírus de Epstein-Bar.
A leucemia linfocítica crônica é a neoplasia hematológica que apresenta maior predisposição genética.
Em cerca de um terço dos pacientes com linfoma esplênico da zona marginal é possível detectar uma proteína monoclonal. Esses casos estão associados a uma alta incidência de síndrome de hiperviscosidade.
Uma das características do imunofenótipo da leucemia linfocítica crônica é a presença de cadeia de imunoglobulina monoclonal de expressão forte.
A leucemia prolinfocítica crônica caracteriza-se por células maiores, de aspecto mais imaturo e nucléolo proeminente, quando comparada com a leucemia linfocítica crônica.
A doença de Hodgkin tipo predomínio linfocítico localizada pode ser tratada com excisão cirúrgica seguida de observação.
Segundo o estadiamento de Costwold, um paciente com diagnóstico de doença de Hodgkin com envolvimento de linfonodos em ambos os lados do diafragma, comprometimento de lifonodos para-aórticos, febre, doença extensa (bulky) no mediastino e sem acometimento extranodal ou de medula óssea deve ser categorizado como III1XB.
As células de Hodgkin e as células de Reed Sternberg são caracteristicamente positivas para CD30, CD15 e CD45.
O uso de quimioterapia no tratamento das síndromes mielodisplásicas pode levar a remissão em 40% a 80% dos pacientes, mas é de curta duração.
A maior parte dos pacientes com síndrome mielodisplásica apresenta medula óssea normo ou hipercelular.