Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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A intensidade dos sintomas guarda relação direta com a extensão da doença, conforme os estágios da American Society of Reproductive Medicine.
O esteroide predominante na fase lútea é a progesterona, cuja produção proveniente do corpo lúteo é controlada principalmente pelo FSH.
No final da fase folicular, os níveis de estradiol aumentam dramaticamente, causando feedback positivo para a secreção de LH e consequente ovulação.
A seleção do folículo dominante depende do aumento do número de receptores para o próprio FSH, tornando-o mais responsivo aos níveis declinantes de FSH ao longo da fase folicular.
O evento endócrino que marca o início da fase folicular do ciclo menstrual é o aumento dos níveis de estrogênios e progesterona provenientes do ciclo anterior, com consequente elevação do FSH na circulação.
Os estágios iniciais de desenvolvimento folicular não exigem estimulação de gonadotrofinas, ao passo que a maturação folicular final exige a presença de quantidades adequadas de LH e FSH em circulação.
O câncer de mama invasivo que apresenta positividade para receptor hormonal de estrogênio- progesterona apresenta melhor prognóstico.
O carcinoma ductal in situ da mama pode ser diagnosticado por mamografia de rastreamento, uma vez que é frequente estar associado às calcificações pleomórficas, lineares ou ramificadas.
A descarga mamilar é considerada de alto risco para malignidade quanto é espontânea, tem coloração esverdeada ou hemorrágica e ocorre por vários ductos.
Nas pacientes com mastalgia relacionada ao período menstrual, a dor é mais frequente no final da fase lútea, cede com o início da menstruação e pode ser tratada com anti-inflamatórios não esteroidais, vitamina E ou bromocriptina.
Elevação dos níveis de gonadotrofinas, principalmente do hormônio LH, como indicativo da falta de ovulação.
Diminuição progressiva da densidade mineral óssea, sendo a perda óssea detectada inicialmente nos sítios com predominância de osso cortical, como trocânter maior e colo do fêmur.
Dependendo do estágio da transição menopáusica, os níveis de estradiol podem ser normais, elevados ou baixos.
Mucosa vaginal pálida e seca, com perda de rugas, Ph vaginal acima de 5,0 e alteração no índice de maturação do epitélio, com predomínio de células basais.
A Salpingostomia, na presença de trompa de Falópio contralateral saudável, deve ser considerada como a primeira opção de tratamento para a gestação tubária.
O risco de tecido trofoblástico persistente é maior com a Salpingectomia do que com a Salpingostomia. O risco é o mais baixo com a Salpingectomia Laparoscópica porque a morcelação da trompa durante esse tipo de Salpingectomia também pode deixar para trás tecido trofoblástico residual.
As técnicas de Irving e Uchida raramente são utilizadas, pois o aumento na dissecção, no tempo de cirurgia e na chance de lesão mesossalpíngea é uma desvantagem significativa.
Os métodos comuns de Salpingectomia Parcial de Intervalo são: Parland, de Pomeroy e de Polmeroy modificada, de acordo com o American College of Obstetricians and Gynecologists, 2003.
Em geral, com Salpingectomia Parcial de Intervalo, um segmento do meio da trompa de Falópio é removido, e as extremidades seccionadas são seladas pela fibrose ou pela reperitonização.
A Histerectomia Laparoscópica (HL), normalmente, é a escolhida se os órgãos pélvicos forem pequenos, se não forem esperadas grandes aderências, se houver descenso do útero e se o cirurgião for hábil na técnica. Além disto, a HL está associada a menor índice de lesão de uretra do que a histerectomia abdominal e a vaginal.