Questões de Concurso
Comentadas sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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I – Para o diagnóstico de puberdade precoce periférica, são solicitadas as dosagens FSH, LH, DHEA, DHEA-S.
II – No tratamento da puberdade precoce central, utiliza-se o acetato de gosserrelina 3,6 mg subcutâneo a cada três meses.
III – Após o diagnóstico de puberdade precoce, são solicitadas as dosagens de FSH e LH basais e, na sequência, o primeiro passo é o teste de estímulo com GnRH.
I – Na ocorrência de útero de Couvelaire, deverá ser realizada a histerectomia.
II – Não se deve romper as membranas antes da cesárea.
III – Se o feto estiver vivo, o parto vaginal é possível se já estiver no período expulsivo.
I – A peri-hepatite está relacionada com a presença dos germes Chlamidea tracomatis e Neisseria gonorrhoae.
II – Em paciente com salpingite aguda com peritonite, o estadiamento é 2.
III – Para paciente com doença inflamatória pélvica moderada, prescrever clindamicina 900 mg endovenosa a cada 8 horas + gentamicina 3-5 mg/kg endovenosa a cada 24 horas.
I – Deve-se à diminuição da sensibilidade hipotalâmica do GnRH para secreção de androgênios.
II – Deve-se a insulina determinar estimulação da produção androgênica nos ovários.
III – Deve-se à estimulação da produção da SHBG hepática nos microcistos ovarianos.
I – Para o cálculo da translucência nucal, devese realizar três medidas e considerar a média destas.
II – A medida do CCN é o melhor preditor da idade gestacional e da data provável do parto.
III – A via transabidominal deve ser utilizada devido ao maior risco de aborto, relacionada com a via vaginal.
I – A onfalocele não está associada a anomalia cromossômicas.
II – Na gastrosquise, podem ser observados saco e cordão umbilical inseridos normalmente.
III – O diagnóstico de onfalocele e gastrosquise só pode ser realizado entre 20 e 24 semanas de gestação, junto com o estudo morfológico fetal.