Questões de Concurso Comentadas sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

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Q3731075 Medicina
Gestante de 26 anos, G1P0, com 29 semanas e 4 dias de gestação, é internada com queixa de cefaleia frontal intensa e epigastralgia e PA 154 × 112 mmHg. Não há convulsões ou alterações do nível de consciência. Ao exame, apresenta: FC: 98 bpm, TAx: 36,7 °C, edema ++ em membros inferiores. Reflexos tendinosos vivos e simétricos, sem clônus. Proteinúria de fita: 3+. Exames laboratoriais: creatinina: 1,3 mg/dL, DHL: 630 U/L, plaquetas: 112.000/mm³, TGO: 82 U/L. Ultrassonografia obstétrica com Doppler mostra feto único, BCF presente, peso estimado fetal de 980 g. Doppler de artéria umbilical com fluxo diastólico reverso. Líquido amniótico de volume normal. Cardiotocografia normal.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3731068 Medicina
Puérpera de 33 anos, G2P2, no 3º dia após cesariana, queixa-se à enfermeira de dispneia súbita, dor torácica ventilatório-dependente e palpitações. Refere também mal-estar geral e sensação de desmaio iminente. Não apresenta febre ou tosse. História pregressa: sem trombofilias conhecidas, nega tabagismo. Na gestação atual, foi mantida em repouso prolongado por ameaça de trabalho de parto pré-termo. Exame físico: PA: 95×65 mmHg, FC: 128 bpm, FR: 32 irpm, SatO₂: 87% em ar ambiente, MV presente bilateralmente, sem estertores, trombose venosa profunda ausente nos membros inferiores. Exames laboratoriais: ECG: taquicardia sinusal, Gasometria arterial (em O₂ 2L/min): pH 7,48, pCO₂ 30, pO₂ 61. Troponina e BNP discretamente elevadas. Dímero-D: 2400 ng/mL.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3731067 Medicina
Mulher de 30 anos, G3P2, com 39 semanas, entra em trabalho de parto espontâneo. Feto único, vivo, em apresentação pélvica incompleta, com estimativa ecográfica de 3.000g. Pré-natal sem intercorrências. Equipe obstétrica opta por tentativa de parto vaginal, com critérios favoráveis e equipe habilitada.

Durante o período expulsivo, após a descida pélvica e nascimento espontâneo até a escápula, observa-se retenção dos membros superiores, com braços elevados e estendidos junto à face torácica. Não há descida da cabeça fetal, mesmo com tração suave. Sinais de sofrimento fetal se instalam.

A melhor conduta para esse caso é realizar manobra de
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Q3731061 Medicina
Gestante de 30 anos, G2P1, com 31 semanas e 2 dias, deu entrada na maternidade há 48 horas com diagnóstico de perda de líquido amniótico por rotura da bolsa amniótica. Foi internada e iniciou antibiótico profilático e corticosteroide para maturação pulmonar fetal. Nas últimas 12 horas, passou a apresentar febre (pico de 38,9 °C), taquicardia materna (FC 122 bpm), taquicardia fetal (FC 175 bpm) e queixa de dor à palpação uterina difusa. Refere também calafrios e liberação de conteúdo vaginal amarelado. O útero se apresenta discretamente hipertônico à palpação. Exames laboratoriais: leucócitos: 17.200/mm³ (com desvio à esquerda), PCR: 9,8 mg/dL. Urina 1: sem alterações. Cardiotocografia: traçado com linha de base de 175 bpm, variabilidade diminuída, sem acelerações, sem desacelerações.

A conduta mais apropriada para o caso é
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Q3731057 Medicina
Gestante de 34 anos, G2P0A1, moradora da cidade de São Paulo, comparece à primeira consulta pré-natal com 9 semanas de gestação. Nega hipertensão crônica e outras comorbidades. Exame físico atual sem alterações: PA 112 × 68 mmHg, IMC 23.

A fim de reduzir o risco de pré-eclampsia na gestação atual, o procedimento correto será
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Q3731055 Medicina
Puérpera de 24 anos, G1P1, deu à luz há 2 dias por parto vaginal, sem complicações aparentes. Não havia história prévia de hipertensão durante o pré-natal e o parto transcorreu sem intercorrências. No alojamento conjunto, evolui com episódio tônico-clônico generalizado, de cerca de 90 segundos, presenciado pela equipe. No pós-crise, apresenta rebaixamento do nível de consciência. Exame físico revela PA 150 × 110 mmHg, reflexos tendinosos vivos, sem rigidez de nuca. Temperatura 36,8 °C, sem queixas respiratórias ou sinais de infecção.

Diante do quadro clínico apresentado, a conduta inicial mais apropriada é
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Q3731053 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 26 semanas de gestação, realiza curva glicêmica (TOTG 75g) com os seguintes resultados: jejum: 96 mg/dL, 1 hora: 190 mg/dL, 2 horas: 160 mg/dL. Após o resultado, iniciou acompanhamento com equipe multiprofissional, incluindo plano alimentar individualizado e orientações sobre atividade física.

Após 10 dias de monitoramento, apresenta os seguintes registros capilares: glicemias de jejum: entre 95 e 99 mg/dL e pós-prandiais de 1 hora: entre 140 e 155 mg/dL. Sua gestação evoluía com feto único, bem desenvolvido, em apresentação cefálica, sem sinais de sofrimento ou macrossomia. Gestante sem comorbidades adicionais.

A conduta mais apropriada para esse caso é
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Q3731046 Medicina
Gestante de 28 anos, G2P1, com 30 semanas de gestação e diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 desde a infância, dá entrada no pronto atendimento com queixa de náuseas, vômitos, fraqueza intensa e redução da movimentação fetal nas últimas 24 horas. Relata infecção urinária em tratamento com antibiótico há 2 dias. Ao exame: PA 100 × 70 mmHg, FC 122 bpm, FR 26 irpm, temperatura 37,8 °C, desidratada, soporosa e taquipneica (respiração de Kussmaul). A palpação obstétrica revelou ausência de atividade uterina. Ausculta fetal com BCF 160 bpm. Exames laboratoriais: glicemia capilar: 260 mg/dL, gasometria venosa: pH 7,18; HCO₃⁻: 11 mEq/L; pCO₂: 28 mmHg, cetonemia positiva (+++), potássio sérico: 4,5 mEq/L, creatinina: 1,3 mg/dL, EAS: piúria (++), nitrito positivo. Ultrassonografia obstétrica mostrava feto único, BCF presente, movimento fetal discreto, líquido amniótico normal.

A conduta adequada para essa gestante é
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Q3731043 Medicina
Gestante de 31 anos, G2P1, com 30 semanas de gestação, procura atendimento com história de febre alta há 3 dias, cefaleia, dor retro-orbital, mialgia intensa e náuseas. Relata diminuição da movimentação fetal nas últimas 12 horas.

Ao exame, apresenta-se febril (38,5 °C), com pressão arterial de 80 × 50 mmHg, pulso 108 bpm, frequência respiratória de 30 irpm, presença de petéquias em membros inferiores e dor à palpação do hipocôndrio direito. Exames laboratoriais: hematócrito: 42% (aumento em relação ao basal de 35%), plaquetas: 85.000/mm³, TGO: 145 U/L, TGP: 130 U/L, teste rápido NS1 positivo, proteinúria ausente. Doppler obstétrico: mostrou centralização da circulação fetal e a cardiotocografia mostrou reatividade ausente, variabilidade mínima.

Considerando a condição apresentada pela gestante, a sua classificação da dengue segundo o Ministério da Saúde e a melhor conduta obstétrica neste momento são
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Q3730160 Medicina
Mulher, 26 anos de idade, gestante de 16 semanas, com acompanhamento pré-natal sem intercorrências, comparece no pronto-socorro com quadro de agitação psicomotora intensa. Qual a medicação mais segura para a contenção química dessa paciente? 
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Q3730154 Medicina
Mulher, 52 anos de idade, G2P2, apresenta-se com queixas de fogachos intensos, predominantemente noturnos, que interferem em sua qualidade de sono. Relata ainda redução da lubrificação vaginal, dispareunia e diminuição do desejo sexual. Sua última menstruação ocorreu há cerca de 14 meses. Como antecedentes pessoais, é hipertensa e faz uso regular de medicação para controle da pressão arterial, mantendo níveis adequados. É fisicamente ativa, com quatro sessões semanais de atividade física e segue uma dieta balanceada. Ao exame físico, apresentou PA de 120x80 mmHg, IMC de 23 kg/m2, exame das mamas sem alterações e mucosa vaginal hipotrófica ao exame ginecológico. Apresenta mamografia BI-RADS 2, realizada recentemente. Assinale a alternativa que apresenta o tratamento mais adequado para os sintomas climatéricos dessa paciente. 
Alternativas
Q3730152 Medicina
Mulher, 26 anos de idade, G0P0, em atendimento de rotina, apresenta o laudo recente de exame citológico do colo uterino com a seguinte conclusão: Células escamosas atípicas de significado indeterminado em que não se pode excluir lesão de alto grau (ASC-H). Exame ginecológico sem alterações. De acordo com a recomendação do Ministério da Saúde, qual a conduta mais adequada neste caso? 
Alternativas
Q3730151 Medicina
Mulher, na 12ª semana de gestação, comparece à consulta de pré-natal com exames solicitados na primeira consulta. Como o resultado da sorologia para HIV foi positivo, foi solicitada dosagem da carga viral, CD4 e genotipagem. De acordo com o Ministério da Saúde, qual a conduta adequada nesse momento?
Alternativas
Q3730150 Medicina
Mulher, 25 anos de idade, G2P1A0, com 1 parto pré-termo anterior espontâneo com 33 semanas sem intercorrências, encontra-se em seguimento pré-natal em uso de progesterona via vaginal. Comparece no ambulatório para realizar ultrassom morfológico e medida do colo uterino com 20 semanas de gestação. O ultrassom morfológico está sem alterações e a avaliação do colo uterino com 2,8 cm (28 mm) de comprimento. Assinale a alternativa que apresenta a conduta clínica adequada. 
Alternativas
Q3730146 Medicina
Puérpera, 28 anos de idade, G1P1, 14º dia pós-parto, apresenta dor e inchaço na mama esquerda, com secreção purulenta pelo mamilo. Ao exame físico, mama esquerda com eritema, edema, área flutuante dolorosa e linfonodos axilares palpáveis. A ultrassonografia revela coleção hipoecogênica de 3,5 cm com adenopatia axilar. O hemograma mostra leucocitose. Além da cobertura antibiótica, assinale a alternativa que apresenta a conduta apropriada.
Alternativas
Q3730145 Medicina
Mulher, 27 anos de idade, com ciclos menstruais regulares, variando entre 28 e 32 dias, deseja calcular seu período fértil para tentar engravidar. Com base no método da tabelinha, qual é o intervalo mais provável do período fértil? 
Alternativas
Q3730144 Medicina
Mulher, 60 anos de idade, menopausa aos 52 anos de idade, em uso de tamoxifeno há 2 anos, após tratamento cirúrgico de câncer de mama. Apresenta queixa de sangramento vaginal intermitente há um mês, com duração de 1-2 dias por episódio. Exame físico sem alterações significativas. IMC de 30,2 kg/m2. Ultrassonografia transvaginal revela espessura endometrial de 12 mm. Qual é a conduta mais adequada em relação ao caso apresentado?
Alternativas
Q3730142 Medicina
Mulher, 32 anos de idade, primigesta, com diagnóstico de hipertensão arterial crônica há 3 anos, em uso de losartana. Comparece para a primeira consulta de pré-natal, sem queixas, com 8 semanas de gestação e PA de 145x85 mmHg. Qual a melhor conduta para esse caso?
Alternativas
Q3730141 Medicina
Gestante, 31 anos de idade, com 28 semanas de gestação, foi diagnosticada com diabetes melito gestacional controlado exclusivamente com dieta nas últimas 2 semanas. Apresenta os seguintes controles de glicemia capilar da última semana:

- Jejum: 105 a 115 mg/dL
- 1 hora após o café da manhã: 135 a 172 mg/dL
- 1 hora após o almoço: 110 a 120 mg/dL
- 1 hora após o jantar: 140 a 168 mg/dL

A ecografia obstétrica recente mostra um peso fetal estimado no percentil 60. Com base nos dados apresentados, a conduta recomendada é:
Alternativas
Q3729949 Medicina
Uma paciente com gestação gemelar monocoriônica de 36 semanas chega à maternidade em trabalho de parto. O exame obstétrico revela que o primeiro feto está em apresentação pélvica.

Nesse caso, a afirmação mais correta, entre as listadas a seguir, é que
Alternativas
Respostas
581: E
582: A
583: D
584: C
585: A
586: E
587: E
588: A
589: B
590: B
591: A
592: A
593: D
594: B
595: C
596: A
597: B
598: B
599: A
600: E