Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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Esofagite eosinofílica está associada a um terço dos casos de impactação de bolo de carne em esôfago.
Ímãs no trato digestivo alto podem ser observados e removidos eletivamente.
Pacotes contendo drogas não devem ser removidos endoscopicamente.
Bactérias impactadas no esôfago devem ser removidas em caráter emergencial.
Radiografia contrastada do esôfago deve ser realizada antes da remoção do corpo estranho.
O índigo carmin penetra entre as células e sulcos, evidenciando a lesão.
A tinta nanquim, após ser injetada no tecido, cora temporariamente o local da lesão.
O azul de metileno cora células intestinais ou metaplasia intestinal.
O vermelho congo cora células gástricas produtoras de ácido
O lugol cora células com conteúdo glicogênico.
Junção escamocolunar é o termo específico para a transição de dois epitélios: escamoso, que reveste o esôfago normal, e colunar, próprio da cárdia.
Junção esofagogástrica é a transição muscular entre o esôfago e o estômago.
Esfíncter inferior do esôfago é uma zona de alta pressão do esôfago proximal.
Hiato esofágico é uma abertura muscular mediana no diafragma. Quando essa abertura está alargada, a porção abdominal do esôfago pode migrar em direção ao mediastino.
Cárdia ou epitélio juncional é o epitélio de revestimento de pequena porção do estômago perto de sua transição com o esôfago.
Indivíduos com parentes de segundo ou terceiro grau com história de pólipos adenomatosos ou câncer colorretal devem submeter-se a rastreamento colonoscópico a partir dos 40 anos.
Pacientes que tenham um parente de primeiro grau com diagnóstico de câncer colorretal diagnosticado com menos de 60 anos devem realizar colonoscopia a partir dos 30 anos.
Portadores de colite ulcerativa ou colite por Crohn extensa com duração de 8 a 10 anos devem submeter-se à vigilância colonoscópica em intervalos de 1 a 2 anos.
Pacientes com história pessoal de haver ressecado dois ou menos adenomas tubulares menores de 1cm, com histopatologias evidenciando apenas displasia de baixo grau, devem submeter-se a nova colonoscopia em um espaço de tempo não inferior a 5 anos.
O rastreamento do câncer colorretal em paciente com risco médio deve começar aos 50 anos e, preferencialmente, realizar-se a cada 10 anos.