Questões de Concurso
Comentadas sobre gastroenterologia em medicina
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A retocolite ulcerativa é uma doença mucosa que acomete habitualmente o reto e se estende proximalmente até atingir o cólon parcialmente ou em sua totalidade. Sobre a retocolite ulcerativa, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Os principais sintomas da recolite ulcerativa são: diarreia, sangramento retal, tenesmo, eliminação de muco e dor abdominal em cólica.
( ) Megacólon tóxico, displasia ou câncer de cólon e perfuração colônica são indicações para cirurgia em casos de recolite ulcerativa.
( ) A retocolite ulcerativa é um processo transmural.
A sequência está correta em
Mais de 90% dos cânceres pancreáticos são adenocarcinomas ductais do pâncreas exócrino. Esses tumores ocorrem duas vezes mais frequentemente na cabeça pancreática, se comparados com o restante do órgão, e tendem a ser agressivos. Acerca dos tumores pancreáticos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Tabagismo, obesidade e pancreatite crônica não hereditária são fatores de risco associados ao desenvolvimento de câncer de pâncreas.
( ) As manifestações comuns de apresentação do câncer de pâncreas incluem dor, icterícia obstrutiva, perda de peso e anorexia.
( ) Nos casos de doença operável, a pancreaticoduodenectomia, também conhecida como procedimento de Whipple, é a cirurgia-padrão para cânceres de cabeça ou processo uncinado do pâncreas.
A sequência está correta em
Após o primeiro episódio de hemorragia varicosa, realiza-se a profilaxia secundária. Acerca da profilaxia secundária, analise as afirmativas.
I. A combinação de ligadura elástica das varizes esofágicas (LEVE) com escleroterapia possui maior eficiência do que a realização de LEVE de forma isolada.
II. O uso de betabloqueadores não seletivos (BBNS) deve ser feito em suas doses máximas toleradas.
III. O uso de BBNS é a primeira linha na profilaxia secundária de ressangramento.
IV. Os BBNS devem ser utilizados de forma contínua e ininterrupta, de forma a evitar o aumento rebote da pressão portal.
Estão corretas apenas as afirmativas
O rastreamento de varizes de esôfago deve ser realizado em todos os pacientes cirróticos no momento do diagnóstico, através da realização da endoscopia digestiva alta. Sobre esse rastreamento, analise as afirmativas.
I. Na avaliação endoscópica, deve-se classificar o tamanho das varizes esofágicas em fino, médio e grosso, com calibre, respectivamente, inferior a 3 mm, entre 3-5 mm e superior a 5 mm, devendo-se também descrever presença de sinais vermelhos.
II. Pacientes Child-Pugh A que não tenham varizes na primeira endoscopia deverão realizar rastreamento a cada 2 anos.
III. Pacientes Child-Pugh B ou C que não tenham varizes na primeira endoscopia devem ter seguimento endoscópico semestral.
IV. Pacientes com varizes finas, que não realizaram tratamento profilático, deverão realizar o rastreamento a cada 6 meses.
Estão corretas apenas as afirmativas
De acordo com o último Consenso de Tóquio sobre colecistite, analise as afirmativas sobre a gravidade de um episódio de colecistite aguda.
I. A colecistite aguda grave pode cursar com disfunção cardiovascular, neurológica, respiratória, renal, hepática e hematológica.
II. A presença de massa palpável no quadrante superior do abdômen é critério para definição de um quadro de colecistite aguda grave.
III. A colecistite aguda leve é definida como aquela que não apresenta nenhum dos critérios de colecistite aguda grave ou até 2 critérios de colecistite aguda moderada.
IV. A duração dos sintomas superior a 72 horas é um critério para definição de colecistite aguda moderada.
V. A contagem de plaquetas abaixo de 50.000/mm3 caracteriza disfunção hematológica e constitui critério de classificação de colecistite aguda grave.
Estão corretas apenas as afirmativas
Sobre as patologias pacreáticas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Na morfogênese da pancreatite aguda encontram-se extravasamentos microvasculares que causam edemas, necrose do tecido adiposo por ação da enzima lipolítica e destruição proteolítica do parênquima pancreático.
( ) Na pancreatite autoimune há um infiltrado inflamatório misto nos ductos.
( ) A pancreatite crônica caracteriza-se por fibrose parenquimatosa, aumento no tamanho dos ácinos, por poupar as ilhotas de Langerhans e pela dilatação dos ductos pancreáticos.
( ) O interior do pseudocisto pancreático é, geralmente, composto por material necrótico-hemorrágico, pobre em enzimas pancreáticas e revestido por tecido epitelial.
A sequência está correta em