Questões de Concurso
Comentadas sobre gastroenterologia em medicina
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Assinale a opção que identifica a complicação descrita e apresenta a conduta cirúrgica mais adequada.
Uma ultrassonografia mostra vesícula biliar com cálculos e colédoco com 9 mm de diâmetro, sem massa pancreática. Exames laboratoriais demonstram bilirrubina total de 6,8 mg/dL (direta 5,2), FA e GGT elevadas, AST e ALT discretamente aumentadas.
Diante desse quadro clínico, a conduta mais apropriada, nesse momento, será
Para esse paciente, a conduta mais apropriada será
Exames laboratoriais mostram bilirrubinas, transaminases e albumina dentro da normalidade; plaquetas = 78.000/mm³. Uma endoscopia digestiva alta revela varizes esofágicas de grosso calibre com pontos de sangramento recente. A ultrassonografia mostra fígado de tamanho e textura normais, esplenomegalia e veia porta dilatada com fluxo hepatopetal.
Nesse caso, a conduta mais apropriada para o tratamento a longo prazo será
Nesse caso, a melhor conduta para esse paciente será
Ao exame físico, bom ganho ponderal, icterícia, hipocolia e colúria, hepatomegalia de consistência firme às custas do lobo esquerdo proeminente. Exames laboratoriais mostram elevação de bilirrubina conjugada (>1 mg/dL) e a ultrassonografia abdominal revela vesícula biliar contraída e não visualização do ducto colédoco e sinal do “cordão triangular”.
O passo seguinte em relação à confirmação da principal hipótese diagnóstica é realizar
Sobre as ferramentas de rastreio dessa doença, assinale a afirmativa correta.
Homem de 58 anos, com cirrose hepática por hepatite C (child Pugh A), apresenta dor abdominal e perda de peso. A dosagem de alfafetoproteína (AFP) está em 600 ng/mL. A imagem mostra nódulo hepático de 4 cm, hipervascular na fase arterial e washout na fase portal.
A principal conduta terapêutica indicada neste caso é
Ao exame, se encontra ictérico +/4, fígado palpado a 2 cm abaixo do RCD, sem ascite ou esplenomegalia. HBsAg positivo, HBeAg negativo, anti-HBe positivo, anti-HBc IgG positivo, anti-HBcIgM negativo, HBV DNA 107 UI/l TGO 150 U/l TGP 120 U/l.
A melhor opção para o quadro do paciente é
Na chegada ao pronto-socorro, está pálido, sudorético, com PA: 90 x 60 mmHg, FC: 112 bpm. Revela sensibilidade epigástrica sem sinais de peritonite. A gasometria arterial mostra acidose metabólica leve. No hemograma com hemoglobina inicial: 8,1 g/dL. Foi realizada hidratação vigorosa com cristaloides e iniciado omeprazol EV. Realizou-se uma endoscopia digestiva alta que expõe úlcera duodenal sangrante com vaso visível (classificação de Forrest IIa).
A melhor conduta inicial após a estabilização hemodinâmica será
Exames laboratoriais recentes mostraram: glicemia de jejum de 145 mg/dL, hemoglobina glicada de 7,8%, colesterol total de 245 mg/dL, LDL de 165 mg/dL, HDL de 35 mg/dL e triglicérides de 280 mg/dL. As aminotransferases estavam elevadas: ALT de 68 U/L (VR: 10–40) e AST de 52 U/L (VR: 10–40), com razão AST/ALT de 0,76. Bilirrubinas, fosfatase alcalina e gama-GT estavam normais. O hemograma completo era normal. Ao exame físico, apresentava esteatose hepática detectada por ultrassonografia abdominal, sem outras alterações significativas.
Considerando a doença hepática gordurosa de origem metabólica e os achados descritos, a estratégia de rastreamento mais adequada para avaliação de fibrose hepática é
Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).
Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
Exames laboratoriais:
• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).
Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico:
O exame físico revela um paciente emagrecido, algumas telangectasias no tórax. Eritema palmar. Fígado palpado seis dedos abaixo do RCD, borda romba. TGO 220 (até 37), TGP 180, amilase 280 U, Somogy (até 180), ácido metilmalônico na urina normal, glicose 105 mg/dL, ácido fólico 6 ng/mL (acima de 3,9 ng/mL), Hto 41%, VCM 101 (80-100), fl leucometria 6800, morfologia normal, plaquetas 200000. RX simples de abdome mostrando calcificações na topografia do mesogástrio. US com pâncreas esclero atrófico, Wirsung dilatado, presença de cálculos na vesícula biliar.
Esses dados sugerem os diagnósticos de
Assinale a opção que melhor caracteriza a situação clínica desse paciente.
Em relação à profilaxia da transmissão das hepatites virais, a conduta mais adequada seria
Após as medidas iniciais de estabilização cardiorrespiratória, foi submetido a endoscopia digestiva alta que revelou a presença de varizes esofágicas azuladas, com sinal da cor vermelha presente e em grande número, de grosso calibre maior que 1/3 da luz, tortuosas, a partir de terço proximal, sem esofagite e com varizes gástricas em cárdia.
Segundo a Sociedade Japonesa de Pesquisa em hipertensão portal, a classificação mais apropriada para as varizes quanto à cor e forma seria
Um paciente de 55 anos com ascite volumosa foi submetido a paracentese com análise do líquido ascítico. O gradiente albumina soro-ascite (GASA) se mostrou diminuído.
A causa provável da ascite é