Questões de Concurso
Comentadas sobre epidemiologia em medicina
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“Em uma área houve um aumento do número de casos de dengue em fevereiro de 2014, porém não ultrapassou o
limite estabelecido em ‘dois desvios‐padrão’, além da média de ocorrência da doença nos últimos meses.”
A quantificação dos casos em fevereiro pode ser mensurada pelo coeficiente de
De acordo com os limites estabelecidos pelos serviços de vigilância, é correto afirmar que no mês de fevereiro a dengue
A probabilidade de uma pessoa ter uma determinada doença é 0,5%. Um teste clínico é utilizado para diagnosticar essa doença e tem sensibilidade de 90% e especificidade 90%.
A probabilidade de uma pessoa não ter a doença, dado que o teste deu positivo, é de
Em um estudo epidemiológico transversal, o número de casos de uma doença existente em determinada população indica a medida de incidência dessa doença.
Qual é a conduta adequada neste momento para garantir a segurança do paciente?
Entre os indicadores em segurança do trabalho, a taxa de frequência de acidentes do trabalho difere do índice de gravidade, apesar de ambos terem como base (denominador) o número total de homens/hora trabalhadas. Para se determinar o índice de gravidade, deve-se levar em conta o número de horas perdidas com acidentes do trabalho e não o número de acidentes do trabalho.
Analise o texto a seguir e marque a alternativa correta.
“As ações preventivas, por sua vez, definem-se como intervenções orientadas a evitar o surgimento de doenças específicas, reduzindo sua incidência e prevalência nas populações. Para tanto, baseiam-se no conhecimento epidemiológico de doenças e de outros agravos específicos (CZERESNIA, 2003). A prevenção orienta-se às ações de detecção, controle e enfraquecimento dos fatores de risco de enfermidades, sendo o foco a doença e os mecanismos para atacá-la (BUSS, 2003).”
(Fonte: MANUAL TÉCNICO – Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar – 2ª Edição Revisada e Atualizada)
1. É de extrema relevância estimular a incorporação da avaliação e do monitoramento dos programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças como prática permanente realizada pelas operadoras de planos de saúde, a fim de viabilizar a tomada de decisões e a definição de estratégias de intervenção, bem como caminhar no sentido de qualificar a atenção a saúde no setor suplementar.
2. A promoção da saúde integral da criança e o desenvolvimento de ações de prevenção de agravos combinadas às de assistência são objetivos que, para além da redução da mortalidade infantil, apontam para o compromisso de se prover qualidade de vida para a criança, ou seja, que esta possa crescer e desenvolver todo o seu potencial.
3. No acompanhamento clínico do adulto, deve-se considerar o diagnóstico antropométrico associado à avaliação do grau de maturação sexual, existindo diferenças de composição corporal entre os sexos e entre os estagiamentos que afetam as necessidades nutricionais, o crescimento e desenvolvimento.
4. A despeito dos fatores genéticos, das desordens endócrinas e dos distúrbios psicológicos, cabe destacar a importância dos fatores ambientais e do estilo de vida, tais como hábitos alimentares inadequados e sedentarismo, na determinação do balanço energético positivo, favorecendo o surgimento da obesidade.
5. Mais importante do que diagnosticar no indivíduo uma patologia isoladamente é avaliá-lo em termos de seu risco cardiovascular, cerebrovascular e renal global.