Questões de Concurso
Comentadas sobre endocrinologia em medicina
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Paciente do sexo feminino, de 65 anos, iniciou tratamento da osteoporose em 2016, devido ao seguinte achado em coluna lombar: L1-L4: 0.692g/cm². Dois anos mais tarde, fez exame de comparação na mesma máquina, e obteve os valores: L1-L4: 0.720 g/cm². A mínima variação significativa para esse sítio nessa clínica é de 0.030 g/cm².
Considerando o exposto, conclui-se que a variação da densidade óssea L1-L4
Paciente do sexo feminino, de 23 anos, procura atendimento endocrinológico com queixa de acne, oleosidade da pele e aumento de pelos na face, confirmados no exame físico. Refere também que os ciclos menstruais geralmente são irregulares, com intervalos de até 90 dias. Nega doenças crônicas, uso de medicamentos e doenças familiares dignas de nota. Não tem vida sexual. Foi solicitada ultrassonografia pélvica que revelou ovário direito com 12 cm³ e ovário esquerdo com 15 cm³, porém, sem presença de micropolicistos, útero normal. Os níveis séricos dos androgênios testosterona, androstenediona, DHEA e SDHEA se encontravam dentro do limite da normalidade. O médico que a atendeu fez diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos (SOP).
De acordo com os critérios de Rotterdam para o diagnóstico de SOP, essa paciente
Paciente de 49 anos procura a emergência com queixa de confusão mental, sudorese, cefaleia e dificuldade na fala. Tem antecedente de derivação gástrica em Y de Roux há cinco anos. Refere que vem apresentando quadros semelhantes há alguns meses, e que aparecem após três horas da alimentação. Nega episódios semelhantes de madrugada ou ao acordar. Nega uso de medicações para diabetes, hipertensão, faz uso somente dos suplementos vitamínicos prescritos pelo médico assistente. Segue orientação nutricional.
Nesse caso, para investigação do caso, o recomendado seria:
Jovem de 16 anos, do sexo feminino, com diabetes tipo 1 há seis anos, em tratamento ambulatorial com insulinas, chega ao pronto-socorro com febre, náuseas, desidratação. Ao exame: glicemia 360 mg/dl; potássio 3,1 (VR 3,5 5,0); leucócitos 14000, pH 7,1 (VR 7,35-7,45); sódio 136mEq/L (VR 135-145); magnésio normal.
Nesse caso, a conduta no momento é:
Paciente em reposição pré-operatória de corticoide, foi submetido à cirurgia transesfenoidal, evoluindo no segundo dia de pós-operatório com diurese de cinco litros em quatro horas e sódio de 152 mEq/L (VR 136-145), apesar da reposição com corticoide.
De acordo com a evolução desse quadro, deve-se
Paciente do sexo feminino, de 32 anos, submetida à cirurgia transesfenoidal por macroadenoma hipofisário, evoluiu com hipotireoidismo secundário em uso de levotiroxina 100 mcg por dia. Iniciou uso de anticoncepcional hormonal oral há quatro meses e vem apresentando sintomas como fraqueza, tontura em mudança de decúbito, indisposição extrema. Exames evidenciaram cortisol basal 8,5 mcg/dl (5-25), t4 livre: 1,3 ng/dl (VR 0,8-1,9), prolactina 28 ng/dl ( VR 3- 25), IGF-1 50 ng/ml (VR 60-300), sódio 137 mEq/L (VR 136-145).
Neste caso, a conduta é:
Durante plantão na emergência, paciente chega com cefaleia intensa, náuseas e vômitos, com déficit visual em olho direito. Ao exame, consciente, regular estado geral. PA: 90x60 mmHG e FC 86 BPM. Tem antecedente de fazer acompanhamento por macroadenoma hipofisário.
Nesse caso, qual a conduta para confirmação diagnóstica e tratamento imediato?
Paciente de 25 anos, com epilepsia grave, em uso de altas doses de carbamazepina, vem evoluído com obesidade central, acne, estrias e fragilidade capilar.
Durante investigação diagnóstica para esse paciente devese
Paciente do sexo masculino, de 85 anos, com hipertensão e dislipidemia, veio encaminhado por apresentar TSH: 7,5 mUI/L (0,4-4,0). Repetiu exames: TSH: 6,4mUI/L (0,4-4,0), t4 livre: 1,2 ng/dl (VR; 0,8-1,8), anticorpos antitireoperoxidase e antitireoglobulina negativos.
Nesse caso, a conduta apropriada é:
Paciente do sexo masculino, de 83 anos, com diagnóstico de arritmia por doença de Chagas, em uso de amiodarona 200 mg/dia, apresentou descompensação cardíaca. Durante investigação observou-se: TSH: 0,01 mUI/L (VR 0,4 a 4,0) e T4 livre: 2,5 ng/dl (VR 0,8-1,9), US de tireoide com doppler mostrou ausência de vascularização e cintilografia de tireoide mostrou-se hipocaptante.
Nesse caso, o diagnóstico e a conduta adequada são, respectivamente:
Paciente do sexo feminino, de 34 anos, com hipotireoidismo primário por tireoidite de Hashimoto, vem em reposição com levotiroxina em doses ascendentes sem controle da doença.
A possível situação clínica que não dificulta o controle da doença é:
Paciente do sexo masculino, de 42 anos, encaminhado para avaliação de nódulo de tireoide sólido, de 1,2 cm, isoecoico, margens regulares, mais largo do que alto e com macrocalcificações localizado em terço médio de lobo direito.
Seguindo o TIRADS 2017, a classificação e conduta são, respectivamente:
Paciente do sexo feminino, de 56 anos, procura atendimento após consulta com ginecologista. Menopausada há dois anos, com contraindicação de reposição hormonal devido a nódulo mamário suspeito. Queixa-se de fogachos frequentes e severos, que estão interferindo em sua vida profissional e pessoal. Função tiroidiana normal. PA: 100x60 mmHg.
Nesse caso, a opção terapêutica possível para o alívio dos sintomas vasomotores é:
Paciente do sexo masculino, de 62 anos, diagnosticado com hiperparatiroidismo primário com fraturas por fragilidade e tumor marrom, foi submetida a paratiroidectomia. No segundo dia de pós-operatório apresentou câimbras, parestesia perioral e fraqueza muscular. Exames: cálcio 6,8 mg/dl (VR 8,8 – 10,6), magnésio 1,6 mg/dl (VR 1,5-2,5), fósforo 1,9 mg/dl ( VR 2,5-4,5) e 25OH vitamina D: 28 ng/dl (VR>30).
Nesse caso, o diagnóstico é:
Paciente do sexo feminino, de 52 anos, é encaminhada após realização de tomografia computadorizada de abdome para investigação de dor abdominal. Durante exame, encontrada lesão em adrenal esquerda de 1,8 cm³.
Na investigação diagnóstica das massas adrenais clinicamente não funcionantes,