Questões de Concurso
Comentadas sobre clínica médica humana em medicina
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Rufino é um homem de 66 anos com histórico de fibrilação atrial, hipertensão arterial e sarcoidose pulmonar. Faz uso de Marevan (warfarina), diurético e, há 6 meses, passou a usar prednisona para tratar da sarcoidose. Refere fazer pilates 3 vezes por semana. Relata também que, recentemente, precisou tomar antiinflamatórios por 5 dias para tratar patologia dentária. Ele apresenta dor intensa no quadril esquerdo, que piora com o movimento e não alivia com repouso. O exame físico revela dor à palpação do quadril e limitação na amplitude de movimento. O teste de Patrick (FABER) é positivo, indicando dor na face anterior do quadril. A radiografia mostra alterações sugestivas de osteonecrose da cabeça do fêmur.
A história clínica do Rufino ressalta dois fatores de risco para osteonecrose, a saber:
Um homem adulto, jovem, ativo, apresentando sinais de sinovite aguda em articulação do joelho direito e tornozelo direito, lombalgia recorrente e com história de uretrite e conjuntivite infecciosa e recorrente, foi tratado com cefalosporina de primeira geração, sem melhora clínica. Deu entrada na emergência do hospital com fortes dores, calor e rubor articular leve.
O diagnóstico mais provável nesse caso é:
Uma mulher de 50 anos procura clínico geral porque vem apresentando dor de cabeça contínua há mais de 1 mês. A dor é holocraniana, de intensidade moderada. Na última semana, apresentou episódios de vômitos e mal-estar. Por mais de uma vez, durante este mês, sentiu por minutos um cheiro desagradável em associação com sensação de “desconhecimento” do ambiente, e hoje, pela manhã, após sentir o cheiro ruim, apresentou, segundo a família, uma convulsão. Na emergência, o exame neurológico era normal, exceto por edema de papila bilateral ao exame do fundo do olho.
A conduta obrigatória neste momento é:
Uma paciente de 58 anos foi internada por confusão mental e dor em ombro direito. É portadora de neoplasia de mama em estágio avançado com metástases ósseas. Havia relato, pela anamnese dirigida, de constipação e distensão abdominal. O marido confirmou que, nos últimos dias, ela já não conseguia levantar-se e tomar adequadamente seus medicamentos. Durante a internação confirmou-se a fratura patológica de cabeça do úmero e hipercalcemia da malignidade (PTH suprimido). Houve redução dos níveis séricos de cálcio (Ca: 15 mg/dl para 12 mg/dl em 2 dias), e a creatinina sérica, que na entrada era de 3,8 mg/dl, caiu para 2,0 mg/dl em 48 horas. Os medicamentos reintroduzidos com a melhora clínica da paciente após 3 dias de hidratação e pamidronato foram: metadona, amitriptilina, duloxetina e gabapentina – os últimos por dor radicular. Infelizmente, os sintomas de distensão abdominal, náuseas, vômitos e constipação se evidenciaram, levando à realização de exame tomográfico do abdômen e pelve. Observou-se distensão de ceco (9,0 cm em maior diâmetro), cólon ascendente, transverso e cólon descendente com presença de fecaloma em sigmoide.
Diante da principal hipótese diagnóstica, a melhor conduta imediata é:
Sobre o tema, é correto afirmar que:
Paciente de 54 anos, HAS e DM de base, foi submetido a tratamento com acupuntura para cervicalgia crônica às 11 horas. O médico, sem perguntar o horário em que havia ocorrido a última ingestão de alimentos sólidos e líquidos, realizou o agulhamento a seco. O paciente foi posicionado semissentado em cadeira da massagem para abordagem cervical. Dez minutos após agulhamento e manipulação das agulhas, referiu desconforto e mal-estar. O médico percebeu quadro de hipotensão, retirou rapidamente as agulhas e, com auxílio da secretária, posicionou o paciente na maca em decúbito dorsal. Na sequência, utilizou o ponto VG26 (Renzhong) para reanimação com sucesso.
Nesse cenário, a reação adversa se explica por jejum de 4 horas associado à estimulação dos pontos:
Ao exame físico: normotensa; frequência cardíaca de 115 bpm; temperatura de 38,1 °C; tireoide discretamente aumentada de volume e dolorosa à palpação; ausência de linfonodos cervicais palpáveis.
Foi submetida a avaliação laboratorial, que mostrou: VHS: 60 mm/h; leucócitos: 14.000 (12% bastões); creatinina: 0,7 mg/dL; transaminase glutâmica oxalacética (TGO): 36 U/L; transaminase glutâmica pirúvica (TGP): 45 U/L; sódio (Na): 140 mEq/L; potássio (K): 4,0 mEq/L; TSH: 0,09 uUI/mL; T4 livre: 2,5 ng/dL; T3 total: 225 ng/dL; antitireoglobulina: 58 UI/mL; anti-TPO: 85 UI/mL.
No contexto dos exames apresentados nesse caso, a hipótese diagnóstica provável é
Essa condição patológica está ligada à(ao):
Os achados acima são compatíveis com a seguinte doença:
A hipótese diagnóstica que explica o presente quadro é:
O diagnóstico mais provável é:
A doença descrita acima é:
O diagnóstico mais provável é tireoidite:
Diante desse quadro, a principal hipótese diagnóstica é:
O próximo exame complementar para avaliação dessa hipótese diagnóstica é:
A orientação mais adequada nesse caso é:
O plano diagnóstico mais adequado se resume em:
Sobre a abordagem e o provável diagnóstico desse quadro, é correto afirmar que: