Questões de Concurso
Comentadas sobre clínica médica humana em medicina
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Paciente do sexo masculino, 72 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 45 maços-ano, hipertenso em uso de losartana 50 mg/dia, procura atendimento ambulatorial por dispneia e tosse seca progressivas há 2 anos. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 21 irpm, murmúrio vesicular reduzido nos ápices e estertores crepitantes finos bibasais. Saturação periférica de oxigênio em ar ambiente: 92%. Traz tomografia computadorizada de tórax realizada durante internação devido a piora da tosse há 2 meses, que mostra áreas de enfisema centrolobular nos lobos superiores associadas a reticulações, bronquiectasias e bronquiolectasias de tração nos lobos inferiores, e cistos de faveolamento, sem consolidações ou derrame pleural.
Considerando o quadro clínico e o achado tomográfico, o diagnóstico provável e o exame complementar a ser solicitado para confirmar a repercussão funcional da doença são, respectivamente:
Leia o caso a seguir.
Um paciente chega ao pronto socorro com cirrose apresentando hematêmese.
Qual deve ser a medida inicial, além da estabilização hemodinâmica, a ser adotada neste caso?
(__) A síndrome clássica da leptospirose grave (síndrome de Weil) caracteriza-se por icterícia intensa, insuficiência renal e hemorragias, e pode evoluir com letalidade elevada se não tratada.
(__) O tratamento antibiótico deve aguardar confirmação laboratorial por sorologia ou PCR, para evitar o uso desnecessário de antibióticos em casos leves.
(__) A profilaxia com doxiciclina para contatos após exposição a água de enchente é uma estratégia respaldada rotineiramente em áreas de surto segundo diretrizes oficiais brasileiras.
(__) A presença de conjuntivas hiperêmicas ou sufusão conjuntival, associada a mialgia de panturrilha, eleva a suspeita clínica de leptospirose e justifica iniciar coleta laboratorial e tratamento imediato.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Exame físico:
• Paciente confuso, desorientado, com fala arrastada.
• Pulso regular, FC 56 bpm, PA 100×60 mmHg.
• Reflexos lentificados, sem sinais de lateralização.
Exames laboratoriais:
• K⁺: 2,3 mEq/L
• Mg²⁺: 1,1 mg/dL
• Na⁺: 139 mEq/L
• Creatinina: 0,9 mg/dL
• Glicemia: 98 mg/dL
O ECG apresenta ondas T invertidas difusas, presença de onda U proeminente e intervalo QT prolongado.
Diante desse quadro, qual é a conduta imediata mais adequada na sala de emergência?
Ao chegar ao leito, o paciente encontra-se ansioso, sudorético, com fala entrecortada e uso de
Sinais vitais: PA: 190 × 110 mmHg, FC: 122 bpm, FR: 38 irpm, SpO₂: 82% com O₂ a 15 L/min, Temperatura: 36,8 °C
Exame físico: Pulmões: crepitações difusas bilaterais até os ápices, sibilos expiratórios finos. Cardíaco: bulhas hipofonéticas, ritmo regular em dois tempos, presença de B3 audível. Extremidades: frias, pálidas e com turgência jugular visível.
Diante desse quadro clínico, qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais adequada?
A gasometria arterial revela pH 7,48, pCO₂ 28 mmHg, PaO₂: 74 mmHg, HCO₃⁻ 21 mEq/L, SatO₂: 95% e lactato 2,0 mmol/L.
Diante desses achados, qual é a alteração gasométrica mais precoce observada na sepse?
Considerando o diagnóstico adequado para o paciente, qual alternativa que apresenta a melhor conduta?