Questões de Concurso
Comentadas sobre cirurgia geral em medicina
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Após a avaliação das vias aéreas e proteção da coluna cervical, a próxima conduta a ser tomada nesse caso é:
Um paciente 50 anos, cirrótico, dá entrada no pronto-socorro por restrição ventilatória por ascite volumosa, sendo indicada paracentese de alívio.
Nesse caso, é correto afirmar que:
Um paciente de 45 anos, com 70 kg, foi submetido a esofagectomia toracolaparoscópica sem intercorrências e mantido em dieta zero no primeiro dia de pós-operatório.
O aporte hidroeletrolítico mais adequado para esse paciente em 24 horas é de:
Um paciente de 35 anos foi submetido a apendicectomia videolaparoscópica por diagnóstico de apendicite aguda. Durante o intraoperatório, foi visto tumor de ponta de apêndice, cujo resultado histopatológico foi tumor carcinoide de 1,5 cm com margens livres de doença neoplásica.
A melhor conduta nesse caso é:
Um paciente de 47 anos, etilista, apresenta emagrecimento, esteatorreia e diabetes mellitus e dor tipo barra de forte intensidade de difícil controle com opioides. Realizou tomografia de abdômen, que mostrou pâncreas atrófico, com calcificações, e ducto de Wirsung dilatado (1,5 cm) e tortuoso em toda a sua extensão, com estenoses e saculações.
A melhor conduta terapêutica nesse caso é:
Um paciente de 23 anos, vítima de lesão penetrante por arma de fogo em hemitórax esquerdo, ao nível da linha axilar anterior, no 3º espaço intercostal, apresenta pressão arterial de 80 x 30 mmHg, FC: 126 bpm e FR: 28 irpm. É feita drenagem torácica em selo d’água no 5º espaço intercostal esquerdo com saída imediata de 1600 mL de sangue.
A próxima conduta a ser adotada é:
A obstrução de vias aéreas em politraumatizados pode ter curso fatal em questão de minutos, e, por esse motivo, sua avaliação é primordial segundo o Suporte Avançado de Vida no Trauma.
Sobre o manejo das vias aéreas no trauma, é correto afirmar que:
Um paciente, vítima de queda de laje, chega ao pronto-socorro com agitação psicomotora, taquipneia, cianose e turgência de veias jugulares. A PA está inaudível. Ao exame do tórax, verifica-se hipertimpanismo e murmúrio vesicular abolido em hemitórax direito.
Após a avaliação das vias aéreas e proteção da coluna cervical, a próxima conduta a ser tomada nesse caso é:
Um paciente de 57 anos, apresentando disfagia e desnutrição, realizou exame contrastado que evidenciou esôfago dilatado (5 cm) com afilamento na junção esôfago-gástrica tipo “bico de pássaro”.
A conduta mais indicada nesse caso é:
Um paciente de 35 anos com IMC = 26 kg/m2 apresenta lesão por arma branca em região anterior do abdômen, 7 cm acima e à esquerda da cicatriz umbilical, de cerca de 2 cm de diâmetro. Apresenta-se hemodinamicamente estável, e o exame físico do abdômen é normal.
A próxima conduta a ser tomada nesse caso é:
Uma paciente de 60 anos com IMC = 45 kg/m2 chega ao pronto-socorro com abaulamento na região da virilha e clínica de obstrução intestinal alta. É realizada inguinotomia exploradora, que evidencia hérnia femoral encarcerada, não sendo possível a sua redução.
A estrutura que deve ser seccionada para a redução do conteúdo herniário através do canal femoral é o(a):
Não havendo, no estadiamento clínico, evidência de metástases à distância, a melhor proposta terapêutica é:
Um paciente de 62 anos, queixando-se de dor em andar superior do abdômen, realizou tomografia com contraste que mostrou lesão de 3 cm entre o corpo e a cabeça do pâncreas, com envolvimento de segmento (1 cm) da veia mesentérica superior (90° anterolateral). O exame não mostrou metástases nodais e à distância. Foi realizada ultrassonografia endoscópica com punção da lesão pancreática via transgástrica, cuja citologia foi de adenocarcinoma ductal, com presença de células em “anel de sinete”.
A próxima conduta nesse caso é:
A Sra. Maria Lúcia, uma mulher de 75 anos, chegou à emergência após uma queda em sua casa. Ela relata que tropeçou em um tapete e caiu de lado no chão da sala. Desde então, ela sente uma dor intensa no quadril esquerdo, não consegue levantar e não consegue andar. Quando do exame físico, nota-se que sua perna esquerda está encurtada e rodada externamente. Ela tem histórico de osteoporose e faz uso regular de anti-inflamatórios não esteroides para dor causada pela osteoartrose do joelho esquerdo. Além disso, tem hipertensão arterial essencial controlada com medicamentos. Está lúcida com sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação do quadril esquerdo, pulsos distais presentes e simétricos. A radiografia de quadril mostra uma fratura transtrocanteriana do fêmur.
Diante desse quadro clínico, a melhor abordagem terapêutica para o caso da Sra. Maria Lúcia é: