Questões de Concurso
Comentadas sobre cirurgia geral em medicina
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Diante desse quadro, a melhor conduta inicial a ser adotada para esse paciente será
A conduta apropriada é
Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais apropriada será
Das condutas a seguir, a mais apropriada nesse momento será
Homem de 28 anos, vítima de disparo de arma de fogo à queima-roupa no hemitórax direito. Internado estável, sem sinais de choque. RX de tórax revela hemotórax com nível hidroaéreo e colapso pulmonar parcial (~30 % volume pulmonar). Existe drenagem sanguinolenta de 300 mL no dreno/tubo torácico.
Diante desse quadro clínico, a conduta imediata mais adequada é
Paciente submetida à colecistectomia videolaparoscópica difícil, com opção por deixar dreno cavitário tubular; no primeiro dia de pós-operatório, notou-se saída de cerca de 300 mL de bile. No terceiro dia de pós-operatório, foi realizada colangiorressonância que revelou lesão de vias biliares extra-hepáticas tipo E5 de Strasberg, e moderada quantidade de líquido no espaço de Morrison, contemplada pelo dreno. O leucograma é de 14.000 leucócitos, com discreto desvio à esquerda. Bilirrubina direta pouco aumentada.
A melhor conduta a ser adotada nesse momento, além de antibioticoterapia, é
Paciente de 35 anos, sexo feminino, natural e residente no Rio de Janeiro, apresentando episódios de colangite de repetição. A colangiorressonância mostrou dilatações saculares difusas das vias biliares intra-hepáticas, contendo várias imagens em seu interior compatíveis com cálculos. Vias biliares extra-hepáticas normais.
A melhor opção de tratamento definitivo, entre as listadas a seguir, é
A conduta terapêutica mais apropriada será
Pacientes com ileostomia podem apresentar distúrbios hidroeletrolíticos importantes, decorrentes da perda de eletrólitos pelo efluente ileal.
A concentração de sódio no efluente ileal é em torno de
Segundo o escore de Alvarado, esse paciente
Além de estabilização do quadro hemodinâmico, assinale a melhor medida terapêutica a ser adotada, entre as citadas.
Paciente, 20 anos, com febre baixa e dor abdominal de início há 12 horas. Ao exame, nota-se perda de sensibilidade abdominal quando os músculos da parede abdominal são contraídos.
Esse achado semiológico corresponde ao sinal de
A correta síntese da parede abdominal é um fator importante na diminuição de ocorrência de hérnias incisionais de parede abdominal.
O estudo STITCH demonstrou diminuição de hérnias incisionais, com o fechamento da parede abdominal da seguinte forma:
A conduta mais adequada nesse caso será
Um homem de 54 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos, regurgitação de alimentos não digeridos e perda de peso de 8 kg nos últimos seis meses. Nega tabagismo e etilismo. A endoscopia digestiva alta revela esôfago dilatado com acúmulo de resíduos alimentares e resistência na passagem para o estômago, sem lesões mucosas. A esofagografia baritada mostra dilatação esofágica com estreitamento distal em “bico de pássaro”. A manometria esofágica evidencia ausência de peristalse e hipertonia do esfíncter esofágico inferior.
Com base no quadro clínico e nos achados de exames, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica para o caso são, respectivamente,
Uma mulher de 52 anos apresenta-se com icterícia leve, colúria, prurido e dor em hipocôndrio direito, intermitente, com duração de cerca de 2 horas por episódio, geralmente após refeições gordurosas. Refere episódios semelhantes há mais de um ano, mas sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Ao exame físico, há dor à palpação do quadrante superior direito, sem sinal de Murphy positivo. Exames laboratoriais mostram bilirrubina total de 3,5 mg/dL (fração direta 2,8), elevação de GGT, FA e discreto aumento de transaminases. Ultrassonografia abdominal revela vesícula biliar com paredes espessadas, múltiplos cálculos e colédoco com 10 mm.
A melhor conduta para essa paciente, nesse momento, será
Das condutas a seguir, a mais apropriada nesse momento será
Homem de 71 anos, com antecedentes de duas cirurgias prévias para correção de hérnia inguinal direita, apresenta novamente abaulamento em região inguinal ipsilateral, que aumenta ao esforço e reduz parcialmente ao repouso. Relata desconforto local progressivo, mas nega sintomas obstrutivos ou dor aguda. Ao exame físico, observa-se hérnia recidivada inguinal direita, que se estende parcialmente até o escroto. A tomografia de abdome confirma hérnia inguinal recorrente com componentes direto e indireto, sem sinais de encarceramento. Funções pulmonar e cardíaca estão compensadas.
Para esse paciente, a melhor abordagem terapêutica será
Homem de 62 anos, com história de aumento progressivo de volume em região inguinal direita há mais de dois anos, procura atendimento ambulatorial. Refere que o abaulamento desce até o escroto, é indolor, aumentava com esforço físico e se reduz espontaneamente ao deitar-se. Nega episódios de dor súbita, náuseas ou sinais de obstrução intestinal. Ao exame físico, observa-se hérnia inguinoescrotal direita, com anel inguinal interno alargado e conteúdo redutível. O restante do exame físico e os exames laboratoriais pré-operatórios são normais.
A conduta mais adequada para esse paciente será
Uma mulher de 52 anos, apresenta nódulo sólido na região anterior do pescoço detectado em exame clínico de rotina. Ultrassonografia de tireoide revela nódulo de 2,8 cm, sólido, hipoecoico, com bordas regulares, sem calcificações. PAAF guiada por USG foi realizada, com resultado compatível com Bethesda IV (neoplasia folicular). Os níveis de TSH são normais, e não há linfonodomegalias cervicais.
A conduta mais apropriada nesse caso será