Questões de Concurso
Comentadas sobre cirurgia geral em medicina
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No 8º dia de pós-operatório de colecistectomia videolaparoscópica por provável colecistite aguda, o paciente retorna sem queixas, trazendo resultado de histopatológico: “Adenocarcinoma – lesão invade tecido conjuntivo perimuscular na face hepática, sem extensão ao fígado. Linfonodo do ducto cístico livre de neoplasia”.
Nesse caso, qual deverá ser a conduta?
Homem, de 53 anos de idade, etilista, é admitido no pronto atendimento com disfagia, taquicardia e febre. Relato de “engasgo” com osso há dois dias, seguido de vômitos intensos. Radiografia de tórax: alargamento mediastinal e pneumomediastino.
Nesse caso, qual é a conduta mais adequada?
Paciente de 61 anos de idade procura serviço de urgência com quadro de dor abdominal, distensão e parada de eliminação de gases e fezes. Informa uso de laxativos há longa data e piora do hábito intestinal há três meses. Nega vômitos. Apresenta-se durante o exame em regular estado geral, com desidratação +/4+. Abdome distendido, doloroso à palpação, sem sinal de irritação peritoneal e sem massas palpáveis. Toque retal com ausência de fezes em ampola e presença de lesão vegetante circunferencial a 7 cm da borda anal. Tomografia de abdome total: ausência de lesões hepáticas, sem líquido livre; ausência de distensão de delgado; importante distensão colônica; espessamento em reto médio distal, com aumento de linfonodos em mesoreto.
Diante do quadro atual, qual é a melhor conduta?
Paciente masculino de 78 anos deu entrada no prontosocorro com quadro de HDA. Referia ingestão recente de anti-inflamatório não esteroidal devido à dores articulares. Sabidamente portador de doença ulcerosa péptica que estava sob controle com o uso de omeprazol (sic). A endoscopia digestiva alta mostrou uma úlcera duodenal na parede posterior caracterizada como Forrest IIb, que foi tratada. Seis horas depois, apresentou novo episódio hemorrágico com hipotensão arterial, mesmo recebendo 6U de concentrado de glóbulos.
Neste caso, a conduta terapêutica deve ser:
Um homem de 62 anos foi submetido a um procedimento cirúrgico para confecção de uma fístula artério-venosa braquio-cefálica endógena 10 dias atrás. Ele apresenta frialdade na mão ipsolateral, rigidez nos dedos e tumefação. A força motora é normal e a discriminação entre dois pontos continua preservada. O enchimento capilar é normal. O pulso radial não é palpável ao nível do punho.
Nesse caso, qual deve ser a conduta?
Um homem jovem é levado à emergência após ter sido baleado no pescoço. Na chegada ao pronto-socorro, estava hipotenso. Foi levado diretamente para o centro cirúrgico devido a um grande hematoma e sangramento contínuo. No pré-operatório, o paciente estava consciente e com movimento presente em todos os membros. As lesōes incluem dano da veia jugular interna esquerda e secção transversal da artéria carótida interna esquerda, com sangramento retrógrado ativo.
Nesse caso, qual deve ser o procedimento de escolha?
Paciente em pós-operatório tardio (5 anos) de um bypass aorto-femoral apresentando massa palpável e pulsátil na região inguinal.
Nesse caso, qual o melhor exame para o diagnóstico de um possível aneurisma anastomótico?
Homem obeso e diabético, de 54 anos, com quadro de dor na região anal há quatro dias, sem melhora e surgimento de abaulamento há um dia. Queixa calafrio. A inspeção da região anal demonstra abaulamento perianal à esquerda, com hiperemia. Sem flutuação à palpação, com aumento de calor local. Toque não realizado devido à dor intensa.
Nesse caso, qual é a melhor conduta?
Paciente tabagista, de 51 anos, deu entrada na emergência com quadro de dor abdominal súbita há duas horas. Após avaliação pela equipe da cirurgia e radiografia simples de tórax, foi indicada laparotomia exploradora por suspeita de úlcera perfurada. Achado intraoperatório: úlcera gástrica perfurada justa pilórica com orifício de 2,2 cm e calo fibroso importante, com peritonite generalizada.
Nesse caso, qual é a melhor conduta operatória?
Paciente de 54 anos, portador de adenocarcinoma gástrico em pequena curvatura, Bormamm 2, localizado a 5 cm da transição esofagogástrica, tipo histológico difuso de Lauren, estadiado como T2 N1 M0.
Nesse caso, qual é a melhor conduta terapêutica?