Questões de Concurso
Comentadas sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
A redução da pressão arterial nas emergências hipertensivas deve ser realizada de maneira gradual, com a meta de reduzir a pressão em até 25% nas primeiras 2 horas, com vistas a evitar complicações como a diminuição da perfusão cerebral.
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
O uso de desfibrilação precoce em casos de arritmias chocáveis, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, é um dos fatores mais importantes para aumentar as taxas de sobrevivência em paradas cardíacas.
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
A urgência hipertensiva caracteriza-se por uma elevação significativa da pressão arterial (geralmente superior a 180 mmHg × 120 mmHg) com lesão aguda de órgãos-alvo, o que resulta, por exemplo, em encefalopatia hipertensiva, insuficiência renal aguda, edema pulmonar ou acidente vascular cerebral (AVC).
Acerca das emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Pode-se descartar como hipótese diagnóstica, sem exames laboratoriais adicionais, infarto agudo do miocárdio em pacientes com dor torácica atípica.
No que se refere à abordagem das queixas comuns em serviço de urgência, julgue o item seguinte.
Etnia negra, transplante de órgão, sexo feminino, tabagismo e idade avançada são fatores de risco comprovados de angioedema associado a IECA (inibidores da enzima de conversão de angiotensina).
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Em casos como o dessa paciente, a curva de autorregulação é deslocada para a direita, o que permite que ela tolere níveis mais elevados da PA com menos sintomas.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Após o adequado controle do quadro, recomendam-se a espironolactona no receituário de alta e o acompanhamento ambulatorial precoce, em até sete dias.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Trata-se de um caso de emergência hipertensiva em uma paciente com HAS refratária.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Causas secundárias de HAS devem ser investigadas nessa paciente.
De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
O ecocardiograma transtorácico é um bom exame inicial na suspeita de HP, possibilitando direcionar os pacientes que devem realizar cateterismo cardíaco direito, que confirmará o diagnóstico em caso de obtenção da pressão arterial pulmonar média (PAPm) em repouso e posição supina maior ou igual a 10 mmHg.
De acordo com a OMS, a hipertensão pulmonar (HP) é classificada em 5 grupos: 1 – HP primária; 2 – HP por doença cardíaca esquerda; 3 – HP associada a doença pulmonar ou hipóxia; 4 – HP associada a obstrução arterial pulmonar; 5 – HP multifatorial ou de fator não identificado. Acerca desse assunto, julgue o item a seguir.
A imunização contra SARS-CoV-2 não deve ser indicada para esse grupo de pacientes, devido ao aumento do risco de miocardite.