Questões de Concurso
Comentadas sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
Foram encontradas 12.430 questões
O diagnóstico dessa intercorrência é
Para esse quadro, o marcador mais indicado para avaliar lesão miocárdica é
Assinale a opção que explica corretamente um desses mecanismos.
Considerando essas fases, assinale a afirmativa correta.
Assinale a opção que relaciona, corretamente, os elementos do ECG com eventos cardíacos específicos.
Paciente masculino, 72 anos, foi admitido no pronto-socorro com queixa de inchaço, dor e sensação de peso progressivos na perna direita, há 48 horas. Há três semanas, foi submetido à cirurgia para correção de fratura de fêmur direito, tendo alta hospitalar há uma semana e mantendo-se com mobilidade restrita.
Ao exame físico, a perna direita apresentava edema de 3+/4+, eritema discreto, aumento da temperatura local e dor à palpação da panturrilha. O restante do exame físico era normal, sem sinais de sangramento ativo. Exames laboratoriais revelaram D-dímero elevado (1200 ng/mL, valor de referência < 500 ng/mL), hemograma sem alterações significativas (hemoglobina 14,0 g/dL, plaquetas 250.000/mm³), coagulograma normal e função renal preservada (creatinina 0,9 mg/dL). O ultrassom com doppler venoso do membro inferior direito confirmou a presença de trombose venosa profunda oclusiva no segmento femoropoplíteo, estendendo-se até a veia femoral comum.
Diante do diagnóstico de trombose venosa profunda e das características do paciente, a conduta terapêutica inicial mais apropriada é
Roberto, 68 anos, é internado eletivamente para ressecção anterior baixa de reto por adenocarcinoma, com tempo cirúrgico estimado de 3 horas sob anestesia geral. Apresenta hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana e Diabetes Mellitus tipo 2 em uso de metformina, com hemoglobina glicada de 7,1%.
Ao exame físico, encontra-se estável, normocorado, com pressão arterial de 140/85 mmHg e frequência cardíaca de 78 bpm. Nega dispneia aos esforços habituais e refere conseguir subir dois lances de escada sem limitação. Não apresenta história de doença coronariana, insuficiência cardíaca ou doença cerebrovascular. Eletrocardiograma mostra ritmo sinusal sem alterações isquêmicas.
A conduta mais apropriada para avaliação pré-operatória do risco cardiovascular nesse paciente é
Exame físico: peso atual 4.100 g (< p3), frequência respiratória 56 ipm, frequência cardíaca 158 bpm, perfusão periférica preservada. Ausculta cardíaca revela sopro holossistólico em borda esternal esquerda baixa, intensidade +3/6, sem frêmito. Pulsos periféricos amplos e simétricos. Ausculta pulmonar com estertores finos bibasais. Fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito. Radiografia de tórax: cardiomegalia e aumento da vascularização pulmonar. Oximetria: 97% em ar ambiente.
Diante do quadro clínico, o diagnóstico mais provável é
Em mulher com cardiopatia, o diagnóstico de síndrome metabólica múltipla pode ser firmado quando
Paciente de 82 anos apresenta estenose aórtica crítica. Possui fibrilação atrial e amiloidose cardíaca, por ATTR-wild type (forma selvagem) e possui múltiplas internações por insuficiência cardíaca descompensada, nos últimos 6 meses. O paciente é portador de déficit cognitivo avançado, doença renal crônica estágio 4, doença pulmonar crônica-GOLD estágio 4 (2024) e possui importante sarcopenia. Encontra-se restrito a cadeira de rodas. O paciente foi definido de alto risco para cirurgia de troca valvar aórtica.
O time cardiológico (heart team) esteve reunido e estabeleceu a seguinte abordagem:
Paciente de 45 anos com diagnóstico de hipertensão pulmonar apresenta dispneia progressiva e sinais de insuficiência cardíaca direita. Foi solicitado cateterismo cardíaco.
O seguinte parâmetro confirma hipertensão arterial pulmonar pré-capilar:
Paciente de 17 anos, masculino, “pessoa em situação de rua”, foi encaminhado pelo SAMU com forte dor torácica, em aperto há 4 horas. Apresenta quadro de falta de ar e na emergência observa pulso radial de 112 bpm e PA 90 x 70 mmHg. Frequência respiratória: 33 incursões respiratórias, por minuto. SAPO2: 88%, temperatura axilar: 37,8 oC. Painel respiratório viral positivo para adenovírus. Foi vacinado para Gripe e Covid-19, há 3 meses. Pressão venosa jugular elevada. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, 3 tempos bulha protodiastólica. Ausculta pulmonar: estertores bibasais. Restante do exame físico normal. ECG: ritmo sinusal. Supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm – derivações DI e aVL e V1-V6. Fragmento do QRS derivações DI e aVL. Eco/POCUS – acinesia da parede ântero-lateral. Linhas B 10 por campo, no ultrassom pulmonar. No cateterismo coronário, artérias sem obstrução. Na Ressonância cardíaca, edema miocárdico na parede ântero-lateral, acinesia na parede lateral e hipocinesia ântero-apical. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 30%.
O cardiologista chamado para avaliar o caso apresentou corretamente o diagnóstico principal de
Paciente feminina de 55 anos, obesidade grau 3 e hipertensa. Tem acordado toda manhã com cefalalgia nucal e tem verificado a sua pressão, no posto de saúde, sempre às 11 h, horário em que vai buscar os filhos na escola, sempre com valores dentro da normalidade. O médico de família pediu uma monitoração arterial ambulatorial. Verificam-se níveis controlados com enalapril e amlodipina no período da vigília e valores anormais, com pressões elevadas, à noite, durante a madrugada.
Os achados identificados no mapa, conectados ao quadro clínico da paciente, conduz à investigação de
Mulher, 72 anos, durante uma viagem ao exterior, ganhou, no cassino, o equivalente a 300 mil reais e apresenta forte dor no peito. Foi levada ao hospital de helicóptero e, ao chegar, apresentava supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm, nas derivações do plano horizontal; ao fazer o cateterismo, as artérias estavam normais.
A ventriculografia mostrou grave disfunção global do ventrículo esquerdo, hipercontratilidade das porções basais e acinesia das paredes ântero-apicais do ventrículo esquerdo. A ressonância cardíaca apresentava paredes miocárdicas com igual padrão contrátil da ventriculografia contrastada e ausência de edema ou captação tardia do gadolínio.
A paciente apresentava pequena elevação da troponina I e valor de 15.000 pg/dL do BNP, evoluindo com insuficiência respiratória e choque cardiogênico, sendo instalado o ECMO. A paciente foi tratada com medidas de suporte e, após 10 dias, recuperou completamente a função ventricular esquerda e teve alta hospitalar.
O correto raciocínio clínico da equipe da cardiointensiva foi de provável quadro de
Paciente de 72 anos refere falta de ar aos médios esforços. É hipertenso, usa clortalidona, sua pressão arterial está controlada. O seu IMC é de 35 e o exame físico mostra-se normal. ECG: ritmo sinusal normal.
A avaliação prévia do pneumologista encontrou espirometria e TC tórax normais, BNP 24pg/dL. Ecocardiograma: leve aumento atrial esquerdo e demais medidas dentro da normalidade.
A relação E/e’ igual a 6. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 65%. Foi realizado o ecocardiograma de esforço e mostrou uma relação E/e’ igual a 20. Após carga de 25 mmHg, a pressão sistólica na artéria pulmonar foi de 25 para 40 mmHg. Os demais parâmetros tiveram alterações durante o exame.
O cardiologista confirmou o diagnóstico de
Paciente de 30 anos, com episódio de desmaio no esforço físico, teve temperatura aferida na sala de emergência de 36,7 ºC e o ECG apresentou QRS com inversão da onda T, nas derivações V1-V2 e V3 e uma onda anormal, de baixa amplitude, prolongada no final do QRS em V1 e V2. Possuía um holter prévio com 3.000 extrassístoles ventriculares nas 24h.
O eletrofisiologista foi acionado e identificou essa onda como sendo
Paciente de 29 anos apresentou quadro de morte súbita recuperada durante uma internação hospitalar decorrente de um episódio de fibrilação atrial. Fazia uso de propranolol cronicamente para enxaqueca. No setor de emergência foi medicado com propafenona oral, surgindo um supradesnível de 2,5 mm do segmento ST nas derivações V1 e V2, aspecto em sela terminando com uma onda T invertida. O ecocardiograma apresentava um leve aumento atrial esquerdo. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo foi calculada em 65%.
Um cardiologista foi acionado para avaliar o ECG e identificou esse achado como