Questões de Concurso
Sobre anatomia e fisiologia humana em medicina em medicina
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Em amostra de urina com diagnóstico de Carcinoma Urotelial “in situ”, espera-se encontrar:
Os sítios primários e/ou tumores mais comuns que causam efusão pleural maligna em homens e mulheres, respectivamente, são:
A translocação mais comum no Linfoma de Burkitt é:
Os cristais de Charcot-Leyden, quando encontrados em amostras do trato respiratório, estão associados mais frequentemente à:
O melhor diagnóstico para uma punção aspirativa por agulha fina de mama contendo histiócitos com vacúolos citoplasmáticos, células gigantes multinucleadas e fundo com células inflamatórias mono e polimorfonucleares é:
Pacientes diagnosticadas com a categoria “Lesão intraepitelial de alto grau” devem ser submetidas à colposcopia. São consideradas condições para aplicação do conceito “ver e tratar”, proposta pelo Ministério da Saúde:
Na Nomenclatura brasileira para laudos cervicais, considerando-se a categoria “Células atípicas de origem indefinida, possivelmente não neoplásicas e que não se pode afastar lesão de alto grau”, pode-se afirmar que:
Em caso de pacientes que apresentem resultado citopatológico inicial de “Células glandulares atípicas de significado indeterminado, não se pode afastar lesão intraepitelial de alto grau”, a colposcopia está imediatamente indicada para avaliação de possíveis lesões e realização de biópsia para diagnóstico histopatológico definitivo. Nos casos em que as pacientes que não apresentem lesão visível à colposcopia, a conduta preconizada nas “Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero”, publicadas pelo Instituto Nacional de Câncer em 2011, é:
O tempo de liberação do resultado é um importante componente de qualidade do exame citopatológico do colo do útero. Entretanto, por tratar-se de um exame de rastreamento, não há o sentido de urgência para os resultados. De acordo com o “Manual de Gestão da Qualidade para Laboratório de Citopatologia”, publicado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) em 2012, recomenda-se que o resultado do exame citopatológico seja liberado em, no máximo, quantos dias?
De acordo com as “Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero”, publicadas pelo Instituto Nacional de Câncer em 2011, a principal conduta para uma mulher que apresente um resultado de exame citopatológico deASC-US é:
Cromatina grosseira, sobreposição nuclear e bordas franjadas (plumagem), geralmente são achados citomorfológicos que caracterizam tipos de grupamentos celulares atípicos nos esfregaços cervicovaginais denominados células:
Uma mulher de 42 anos, que nunca havia realizado exame preventivo, realizou uma colheita no posto de saúde mais próximo da sua residência em uma campanha nacional do Ministério da Saúde. O médico citopatologista que examinou sua amostra observou células pleomórficas, isoladas ou agrupadas e núcleos nus. Notou também diferentes tipos de células queratinizadas anormais (elipses), fundo inflamatório, hemorrágico. Considerando tais achados, a categoria diagnóstica mais adequada para essa amostra é:
O processo pelo qual substâncias químicas em contato com as células preservam as características citomorfológicas e elementos citoquímicos essenciais para a análise citopatológica é denominado:
Mulher, 30 anos, apresenta-se com febre (40°C) de início súbito há 4 dias, acompanhada de cefaleia intensa, mialgia e artralgia, dor retroorbitária, náuseas, prostração e prurido. Ao exame físico, frequência cardíaca: 98bpm; pressão arterial: 100x70mmHg e prova do laço positiva.
Diante desse caso, a conduta mais adequada é:
A roda de Prochaska, representada
na imagem ao lado, corresponde a um
Modelo de Avaliação do Grau de
Motivação para a Mudança,
descrevendo etapas que podem ser
identificadas no discurso da pessoa,
quando esta é indagada acerca de
sua vontade de mudança de hábito e
de seus planos para buscar
tratamento. A aplicação deste
método, no contexto da cessação do
tabagismo, baseia-se em informações
que podem ser coletadas por qualquer
profissional da equipe de saúde no
acolhimento ao usuário.

Considerando o modelo apresentado e diante de um contexto no qual o usuário se expressa
com “Eu quero parar de fumar, mas não sei quando”, o estágio motivacional em que ele se
encontra é
Paciente, sexo masculino, 50 anos, tabagista, sofreu um infarto agudo do miocárdio há 10 dias. Após alta hospitalar, foi orientado a procurar a unidade de saúde em busca de estratégias para cessação do tabagismo. Fuma, há 20 anos, 20 cigarros por dia, acendendo o primeiro cigarro 5 minutos após acordar. Quando passa mais de 1 hora sem fumar, afirma ficar muito ansioso. Além disso, nega outras comorbidades.
A abordagem terapêutica mais adequada para o caso é prescrever
Homem, 46 anos, portador de depressão moderada, sem melhora com psicoterapia, refere desejo de iniciar medicação para tratamento da depressão, contudo apresenta certa resistência, pois foi alertado que a maioria dos antidepressivos estão associados à disfunção sexual. Diante do temor desse paciente, a opção medicamentosa mais adequada é
Paciente, sexo masculino, 56 anos, negro, apresenta-se à consulta médica após realização de acompanhamento clínico com enfermeiro da unidade, por hiperten são arterial. Tentou realizar mudanças de estilo de vida por seis meses, sem mudanças no padrão da pressão arterial que se mantém em 150x90mmHg. Nega comorbidades.
Nesse caso, a melhor opção terapêutica para o paciente é
Nos últimos anos, novos métodos e tecnologias vêm sendo desenvolvidos para o diagnóstico das infecções sexualmente transmissíveis, além do incentivo à descentralização do cuidado e do manejo com pessoas vivendo com HIV/aids.
Diante de um caso de 2 testes rápidos positivos para HIV, a conduta mais adequada é:
Homem com lesão única, tipo úlcera, em sulco balano-prepucial, não dolorosa, base endurecida, lisa, brilhante, com presença de secreção serosa, associada à linfonodomegalia inguinal indolor.
Diante da suspeita clínica nesse caso, a opção terapêutica mais adequada é: