Questões de Concurso
Comentadas sobre alergia e imunologia em medicina
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As cadeias leves e pesadas da molécula das imunoglobulinas caracterizam a classe do anticorpo, sendo que as cadeias leves determinam a classe dos anticorpos IgG, IgM, IgA, IgD, IgE.
Quando imunoglobulinas se unem formando dímeros, trímeros ou pentâmeros, o número de antígenos a que o anticorpo poderá ligar-se aumenta. Esse fenômeno se chama valência de um anticorpo.
A IgG se apresenta em forma de monômeros e as subclasses diferem no número de pontes dissulfeto e no comprimento da região da dobradiça. Ela é considerada a mais versátil imunoglobulina porque é capaz de realizar todas as funções das moléculas de imunoglobulinas. A IgG corresponde a 75% das imunoglobulinas presentes no soro.
Nas urticárias crônicas, reserva-se o uso de anti-histamínicos para os episódios de agudização da doença. Nesses casos crônicos, a principal intervenção é a identificação e a remoção do agente causal.
O procedimento padrão para o tratamento de choque anafilático consiste na administração de epinefrina pela via intramuscular. Todavia, quando o paciente estiver estabilizado por meio do uso de epinefrina e de fluidos intravenosos, também podem ser administrados corticosteroides e bloqueadores H1 e H2.
Por meio do método de PCR–SSP, as sequências polimórficas do DNA podem ser utilizadas como primers para amplificação. Nesse caso, somente os alelos contendo sequências complementares serão amplificados.
A tipagem de HLA de classe II é feita amplificando as sequências dos genes DRB1 e DQB1, com base nos bancos de dados de sequenciamento HLA, por meio do método de PCR–SSOP.
A rejeição hiperaguda pode ser evitada na maioria dos casos pela correta identificação ABO (ABO-idêntico) e pela confirmação positiva de reação cruzada contra linfócitos.
A detecção de anticorpos reativos anti-HLA alogênico no soro de um paciente em lista de espera para receber um transplante de órgão, realizada por meio do teste do painel de reatividade de anticorpos, identifica o risco de reação hiperaguda ou vascular aguda.
O painel de reatividade de anticorpos é determinado uma única vez durante a triagem inicial do paciente.
Deficiências na imunidade celular (linfócitos T) estão relacionadas a maior risco de infecções bacterianas.
Deve-se isolar os pacientes com leucopenia severa, pois essa é uma situação em que há maior suscetibilidade à aquisição de infecções de outros pacientes.
Antes e depois do contato com pacientes imunossuprimidos, após a lavagem das mãos com sabão comum, os profissionais de saúde devem utilizar solução antisséptica, álcool ou solução degermante.
As infecções bacterianas cutâneas são mais comumente causadas por estafilococos e estreptococos, embora germes Gram-negativos, como Pseudomonas, também produzam infecções importantes nesses pacientes.
O tratamento de verrugas por HPV em pacientes imunossuprimidos deve ser mais rigoroso, pois há maior tendência de transformação maligna nesses indivíduos.
Quando da criptococose disseminada, a maioria desses pacientes apresenta lesões cutâneas, sendo raro o acometimento do sistema nervoso central.
Nesses pacientes, as infecções fúngicas mais frequentes são as candidoses, que podem ter manifestações cutâneas variadas, como máculas, pústulas, lesões nodulares ou nódulo- pustulosas.
Antígenos homólogos ou alogênicos são aqueles que distinguem indivíduos de uma mesma espécie, como os antígenos de histocompatibilidade HLA.
Antígenos autólogos são constituídos por componentes corpóreos que geram autoanticorpos.
Antígenos xenogênicos ou heterólogos são aqueles encontrados em espécies não relacionadas filogeneticamente.