Questões de Concurso
Comentadas sobre alergia e imunologia em medicina
Foram encontradas 1.705 questões
Sentenças (casos clínicos):
I. Homem, 42 anos, com sinusite crônica recorrente, hemoptise e glomerulonefrite rapidamente progressiva; sorologia com c-ANCA (PR3-ANCA) fortemente positivo.
II. Mulher, 35 anos, com asma de difícil controle, eosinofilia persistente, neuropatia periférica dolorosa e infiltrados pulmonares migratórios; exame mostra p-ANCA (MPO-ANCA) positivo.
III. Homem, 60 anos, com púrpura palpável, dor abdominal e hematúria microscópica; sorologia com ANCA negativo.
IV. Mulher, 50 anos, com síndrome renal-pulmonar: dispneia, hemoptise, glomerulonefrite crescentic, sorologia revela p-ANCA (MPO-ANCA) positivo em títulos elevados.
V. Homem, 55 anos, com artralgias, lesões cutâneas ulceradas e glomerulonefrite necrosante pauci-imune, ANCA indeterminado/negativo.
Comentários (interpretação):
a. Quadro típico de granulomatose com poliangeíte (GPA), fortemente associado a c-ANCA/PR3-ANCA.
b. Padrão de poliangeíte microscópica (MPA), frequentemente MPO-ANCA positivo, sem granulomas.
c. Churg-Strauss (EGPA): tríade asma, eosinofilia, vasculite sistêmica, geralmente com p-ANCA/MPO-ANCA.
d. Vasculites de imunocomplexos (ex.: púrpura de HenochSchönlein/IgA vasculite), em geral ANCA negativas.
e. Nem todas as vasculites pauci-imunes são ANCA positivas; há casos ANCA-negativos, especialmente em formas limitadas ou cutâneo-renais.
A relação correta é
Resultados falso-positivos também podem ser observados em infecções virais tais como
O mecanismo central dessa enfermidade consiste na
O adjuvante que continua sendo o mais utilizado nesses protocolos por favorecer o depósito antigênico, prolongar a exposição ao alérgeno, favorecer a produção de IgG específica e modular a resposta deTh2 para Th1 é
Considerando a necessidade de intensificação do tratamento e respeitando os critérios de segurança para a faixa etária, uma medida adequada a ser adotada para o paciente seria
No exame do líquor, observou-se aspecto xantocrômico, 400 células/mm³ com predomínio de polimorfonucleares (350 células/mm³), glicose de 20 mg/dL e proteína aumentada. A baciloscopia com coloração de Ziehl-Neelsen foi positiva para bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR). A carga viral para HIV era de 1.000.000 cópias/mL e o total de linfócitos T CD4+ era de 150 células/mm³.
Considerando o quadro apresentado acima, podemos afirmar que a principal causa de redução crítica dos linfócitos T CD4 se deveu à
Sabe-se, contudo, que este vírus apresentava altas taxas de mutação nos epítopos da hemaglutinina, o que dificultou o reconhecimento imune pelos anticorpos pré-existentes. Passado algum tempo, os estudos sorológicos demonstraram que a reatividade cruzada dos anticorpos para os epítopos da hemaglutinina das cepas mutantes era maior do que aquela observada para a cepa inicial.
Sob o ponto de vista imunológico, esse fenômeno pode explicado pela
Ao exame físico, encontra-se estável hemodinamicamente, com rash disseminado, sem lesões bolhosas, sem descamação ou mucosite. O quadro evoluiu com resolução espontânea do exantema após suspensão da medicação, sem necessidade de internação.
Exames laboratoriais mostram: hemograma: leucocitose leve (12.800/mm³), sem eosinofilia, PCR: discretamente elevada, provas hepáticas e renais normais, ausência de linfadenopatia ou hepatoesplenomegalia.
Com base nos achados clínicos, laboratoriais e nos mecanismos imunopatológicos envolvidos, a reação apresentada é melhor classificada como
A criança apresentava crescimento normal, sem alterações cardíacas, faciais ou esqueléticas. Os exames laboratoriais mostraram: Hemograma completo: sem alterações relevantes, sorologias para HIV, CMV e EBV: negativas, níveis séricos de IgG, IgA, IgE e IgM: normais, linfócitos T CD3⁺, CD4⁺ e CD8⁺ e linfócitos B CD19⁺: em níveis adequados, avaliação de função fagocitária e complemento: sem alterações.
Apesar das medidas antivirais profiláticas, a criança continuava apresentando reativações virais frequentes por herpesvírus, com infecções prolongadas e com recuperação lenta.
Com base no quadro clínico e imunológico descrito, a melhor opção diagnóstica é
Os exames iniciais mostram: Hemograma: leucopenia leve e linfócitos atípicos, sorologia para HIV (ELISA de 4ª geração): negativa, PCR para HIV RNA: 500.000 cópias/mL e teste de anticorpos rápidos (imunocromatográfico) para HIV: negativo.
Com base nos achados e nos mecanismos imunológicos envolvidos, a melhor interpretação para o quadro é:
Ao exame físico, a paciente apresentava: PA 120/70 mmHg, FC 88 bpm, FR 20 irpm, SpO₂ 96% em ar ambiente. Ausculta pulmonar com sibilos expiratórios difusos bilateralmente, sem crepitações. Ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos, bulhas normofonéticas, sem sopros.
Com base nas diretrizes GINA 2025 (Track 1 – ICS-formoterol como manutenção e alívio), o manejo inicial dessa paciente deve ser