Questões de Concurso Sobre raciocínio lógico
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Nesse jogo, a única jogada possível consiste em: dadas três casas consecutivas em linha, na horizontal ou na vertical, se uma das casas, que não a central, estiver vazia e as outras duas, ocupadas, uma das peças salta a outra, adjacente, retirando-se do jogo a que foi pulada. Se não for possível realizar a jogada, o jogo acaba.
Na Figura 2, vê-se a casa A vazia e as casas B e C ocupadas. A peça que está em C pula a que está em B e passa a ocupar a casa A. A peça da casa B, que foi pulada, é retirada do jogo (Figura 3).
Abaixo, está representada uma situação de jogo no Resta Um.

Na situação apresentada, o jogo acaba com, no mínimo, um número de peças igual a
dados da tabela abaixo, que apresenta as freqüências
acumuladas das idades de 20 jovens entre 14 e 20 anos.

(NOT A AND B) OR ((B AND NOT A) OR B)
equivale a
Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência
A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.
Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.
Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.
Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.
Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.
(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Assinale a alternativa que substitue corretamente a interrogação na seguinte seqüência numérica: 8 12 24 60 ?
Cuidado: o uso desse aparelho pode produzir violência
A revista Science publicou, em 2002, o relatório de uma pesquisa coordenada por Jeffrey Johnson, da Universidade de Colúmbia, em Nova York. O estudo mostra uma relação significativa entre o comportamento violento e o número de horas que um sujeito (adolescente ou jovem adulto) passa assistindo à TV.
Pela pesquisa de Johnson, os televisores deveriam ser comercializados com um aviso, como os maços de cigarros: cuidado, a exposição prolongada à tela desse aparelho pode produzir violência.
Estranho? Nem tanto. É bem provável que a fonte de muita violência moderna seja nossa insubordinação básica: ninguém quer ser ou continuar sendo quem é. Podemos proclamar nossa nostalgia de tempos mais resignados, mas duvido que queiramos ou possamos renunciar à divisão constante entre o que somos e o que gostaríamos de ser.
Para alimentar nossa insatisfação, inventamos a literatura e, mais tarde, o cinema. Mas a invenção mais astuciosa talvez tenha sido a televisão. Graças a ela, instalamos em nossas salas uma janela sobre o devaneio, que pode ser aberta a qualquer instante e sem esforço.
Pouco importa que fiquemos no zapping (*) ou que paremos para sonhar em ser policiais, gângsteres ou apenas nós mesmos (um pouco piores) no Big brother. A TV confirma uma idéia que está sempre conosco: existe outra dimensão, e nossas quatro paredes são uma jaula. A pesquisa de Johnson constata que, à força de olhar, podemos ficar a fim de sacudir as barras além do permitido. Faz sentido.
(*) zapping = uso contínuo do controle remoto.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Considere a seqüência de figuras abaixo.

A figura que substitue corretamente a interrogação é:
Sejam A, B e C três pessoas com as seguintes características:
- A é primo de B, que por sua vez é primo de C.
- A é mais alto que B, que por sua vez é mais alto que C.
- A torce pelo mesmo time de B, que por sua vez torce pelo mesmo time de C.
Com base nas afirmativas acima, pode-se garantir que:
Considerando que, em certo ano, o dia 23 de junho ocorreu em um sábado, o dia 22 de outubro desse mesmo ano ocorreu em
Marque a alternativa correspondente à figura que deve ser colocada no lugar de “?” :
Hugo é mais gordo que José, e Luís é mais magro que Hugo. Qual das declarações seguintes está correta?
Qual dos objetos abaixo NÃO pertence ao grupo?
Sobre conceitos da teoria de conjuntos, funções e relações, cálculo proposicional, quantificadores e álgebra de Boole, considere as afirmativas abaixo:
1. Em expressões booleanas obtidas de circuitos lógicos, todo circuito lógico executa uma expressão booleana e, por mais complexo que seja, é formado pela interligação das portas lógicas básicas.
2. A função booleana não inverte a variável aplicada à sua entrada.
3. A função booleana OU assume 1 quando todas as variáveis forem 1 e 0 nos outros casos.
4. A função booleana OU exclusivo (exclusive or) assume 1 quando as variáveis assumirem valores iguais entre si.
5. A função booleana NOU exclusivo (exclusive nor) assume 0 quando houver coincidência entre os valores das variáveis.
Assinale a alternativa correta.
Em uma cidade, todo pai de pai de família é cantor. Todo filósofo, se não for marceneiro, ou é pai de família ou é arquiteto. Ora, não há marceneiro e não há arquiteto que não seja cantor. Portanto, tem-se que, necessariamente:
A inserção dos números nos espaços abaixo observa determinada lógica.
O número que substitui corretamente a interrogação é:
Se Guilherme disse a verdade, Gabriela e Lucas mentiram. Se Lucas mentiu, Bruna falou a verdade. Se Bruna falou a verdade, Maria está dormindo. Ora, Maria não está dormindo. Logo: