Questões de Concurso
Sobre sintaxe - aspectos gerais em redação oficial
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correspondência oficial, seguido de uma proposta de classificação
desse fragmento (entre parênteses) quanto à parte e ao padrão de
correspondência. Julgue-os quanto ao aspecto gramatical, quanto à
classificação proposta e quanto à observância das recomendações
previstas para o padrão de correspondência indicado.
Atenciosamente,
(fecho de um memorando)
No âmbito do Poder Executivo, conforme normatização incidente sobre a redação de fórmulas de saudação, é desaconselhável o emprego da expressão “reitero meu sentimento de apreço e estima por Vossa Excelência” (l.8-9).

Considerando essa situação, julgue os itens subsequentes,
quanto à correta elaboração da referida correspondência
oficial.

A partir do documento fictício acima, julgue os seguintes itens.
O texto acima definido corresponde a um(a)

Com base no texto apresentado e no que estabelece o Manual de
Redação da Presidência da República acerca da comunicação
oficial, julgue os itens a seguir.


A partir do fragmento de texto acima, julgue os seguintes itens,
a respeito da elaboração de documentos oficiais.
formal em comunicações oficiais.
formal em comunicações oficiais.
formal em comunicações oficiais.

Em relação a expressões e palavras empregadas na carta, julgue
os itens seguintes.
próximos itens.
Atenção: A questão refere-se ao texto
seguinte, do filósofo francês Montaigne, influente
pensador do século XVI.
Da moderação
Como se tivéssemos infeccioso o tato, ocorre-nos corromper, se as manusearmos em excesso, as coisas que em si são belas e boas. A virtude pode tornar-se vício se ao seu exercício nos dedicarmos com demasiada avidez e violência. E jogam com as palavras os que dizem não haver excesso na virtude porque não há virtude onde há excesso: “Não é sábio o sábio, nem justo o justo, se seu amor à virtude é exagerado”.
Trata-se de uma sutileza filosófica. Pode-se dedicar imoderado amor à virtude e ser excessivo em uma causa justa. Preconiza o apóstolo São Paulo, a esse respeito, um equilíbrio razoável: “Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento”. Vi um dos grandes deste mundo prejudicar a religião por se entregar a práticas religiosas incompatíveis com a sua condição social. Aprecio os caracteres moderados e prudentes: ultrapassar a medida, ainda que no sentido do bem, é coisa que me espanta, se não me incomoda, e a que não sei como chamar. Mais estranha do que justa se me afigura a conduta da mãe de Pausânias, que foi a primeira a denunciá-lo e a contribuir com a primeira pedra para a morte do filho*; nem tampouco aprovo a atitude do ditador Postúmio, mandando matar o filho que, no en- tusiasmo da mocidade, saíra das fileiras para atacar o inimigo, com felicidade, aliás. Não me sinto propenso nem a aconselhar nem a imitar tão bárbara virtude.
Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança. Minha vista se perturba se de repente enfrenta uma luz violenta, quando então vejo tão pouco como na mais profunda escuridão.
*Nota: A mãe de Pausânias depositara um tijolo diante do templo de Minerva, onde se refugiara o rei, seu filho. Os lacedemônios, aprovando-lhe o julgamento simbólico, ergueram muros em torno do refúgio e deixaram o prisioneiro morrer de fome.