Questões de Concurso Sobre princípios da redação oficial em redação oficial

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Q1251937 Redação Oficial
Em relação à redação moderna dos textos oficiais, é correto afirmar que:
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Q1251466 Redação Oficial
Sobre as características que demonstram a concisão do texto em uma redação oficial, analise as afirmativas a seguir.
I. Usar os recursos de pontuação e as regras gramaticais e ortográficas de forma correta e sensata. II. Articular a linguagem, técnica ou comum, de modo que dificulte a compreensão do objetivo do texto. III. Eliminar palavras inúteis, redundâncias e passagens que nada acrescentam ao que foi dito. IV. Construir as orações na ordem indireta, favorecendo preciosismo e neologismos.
Marque a opção que indica as afirmativas CORRETAS.
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Q1248018 Redação Oficial
São características da Redação Oficial, exceto:
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Q1246249 Redação Oficial
A finalidade básica da redação oficial é possibilitar a elaboração de comunicações e normativos oficiais claros e impessoais, transmitindo a mensagem com eficácia e permitindo o entendimento imediato. Sobre as qualidades comuns a um bom texto, aplicáveis à redação oficial, relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Clareza. ( ) Coesão. ( ) Correção gramatical. ( ) Concisão. ( ) Formalidade. 1. As palavras, as orações, os períodos e os parágrafos estão interligados e coerentemente dispostos. 2. Polidez, civilidade no tratamento do assunto do qual cuida a comunicação e observância das normas de tratamento usuais na correspondência oficial. 3. Expressar com um mínimo de palavras um máximo de informações, desde que não se abuse da síntese a tal ponto que a ideia se torne incompreensível. 4. Utilização do padrão culto de linguagem, ou seja, escrever sem desrespeitar os fatos particulares da língua e as regras apropriadas para o seu perfeito uso. 5. Qualidade do que é inteligível, facilmente compreensível.
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Ano: 2019 Banca: IDIB Órgão: Prefeitura de Petrolina - PE
Q1221246 Redação Oficial
Sobre as comunicações oficiais, assinale a alternativa correta:
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Q1178856 Redação Oficial
Redação oficial é todo ato normativo e toda comunicação do Poder Público. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que NÃO representa uma característica básica da redação oficial.
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Q1174827 Redação Oficial
Para a redação oficial utilizada em atas, comunicados e outros documentos que fazem parte do funcionarismo público, o texto deve ter
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Q1174826 Redação Oficial
Dentre as possíveis formas de redação oficial, a que NÃO apresenta um padrão rígido de elaboração é o(a)
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Q1170073 Redação Oficial
Uma das alternativas abaixo cita uma característica relativa à linguagem dos atos oficiais que NÃO corresponde às recomendações do Manual de Redação da Presidência da República quanto à linguagem a ser empregada em gêneros dessa natureza. Marque-a:
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Q1170072 Redação Oficial
A ambiguidade ocorre sempre que uma frase ou oração pode ser tomada em mais de um sentido. Como a clareza é requisito básico de todo texto oficial, deve-se atentar para as construções que possam gerar equívocos de compreensão. Indique a alternativa na qual se apresenta um enunciado ambíguo.
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Q1170071 Redação Oficial

Tradicionalmente, o emprego dos pronomes de tratamento adota a segunda pessoa do plural, de maneira indireta, para referenciar atributos da pessoa à qual se dirige. Na redação oficial, é necessário atentar para a escolha dos pronomes de tratamento quando


I- da referência ao destinatário no início do documento, por meio do vocativo.

II- da utilização da forma abreviada do pronome, ou por extenso, no corpo do texto.

III- da organização do endereço no envelope que contém a correspondência oficial.


É CORRETO o que se afirma em:

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Q1170060 Redação Oficial

Leia as informações abaixo sobre a linguagem da redação oficial recomendada pelo Manual de Redação da Presidência da República e analise as proposições, colocando (V) para verdadeiro e (F) para falso.


( ) Por ser um país continental e com grandes diferenças regionais, a linguagem deve se adequar à região a que se destina, possibilitando uma melhor comunicação a todos os brasileiros.

( ) Devido ao seu caráter público e sua finalidade, os atos oficiais requerem o uso da língua culta do idioma.

( ) Impessoalidade discursiva, linguagem clara e objetiva são essenciais para que a administração pública aja sem prejudicar ou privilegiar ninguém.

( ) Jargões e gírias podem ser usados com moderação para tornar o texto oficial mais atrativo.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.

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Q1169337 Redação Oficial

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, um dos atributos da redação oficial é a CONCISÃO, pois a comunicação nesse âmbito deve:
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Q1168640 Redação Oficial
Redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações oficiais. É utilizada na Administração Pública Direta e Indireta, nas esferas federal, estadual e municipal. Assim sendo, enquanto o Poder Público emite ofícios, as empresas privadas e os cidadãos em geral elaboram cartas. Quando a divulgação de conteúdo das informações pode comprometer a segurança, as relações e os interesses do ente público, exigindo para isso sigilo absoluto, diz-se que tal correspondência é:
Alternativas
Q1167029 Redação Oficial

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.


_______________ é o texto que consegue transmitir o _______________ de informações com o _______________ de palavras. Não se deve, de forma alguma, eliminar passagens substanciais do texto com o único objetivo de reduzi-lo em tamanho. Trata-se de excluir palavras inúteis, redundâncias e passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.

Alternativas
Q1167028 Redação Oficial

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. São atributos da redação oficial


( ) clareza.

( ) objetividade.

( ) concisão.

( ) pessoalidade.

( ) informalidade.

Alternativas
Q1166787 Redação Oficial

Sobre a linguagem da redação oficial recomendada pelo Manual de Redação da Presidência da República, analise as proposições abaixo, colocando V para as verdadeiras e F para as falsas.


( ) A impessoalidade é uma característica que deve ser dada aos assuntos nas comunicações oficiais, entretanto, devem ser estimuladas as impressões individuais de quem as comunica.

( ) A clareza, que diz respeito à compreensão imediata do texto pelo leitor, é prejudicada pela ambiguidade e é conferida ao texto mediante fatores como uso do padrão culto da língua, padronização e concisão.

( ) Por seguir parâmetros ditados pelo Manual de Redação, o texto oficial dispensa uma releitura do texto redigido.

( ) Impessoalidade discursiva, linguagem clara e objetiva são essenciais para que a administração pública aja sem prejudicar ou privilegiar ninguém.

( ) Para atingir a clareza, além de cumprir as demais características da Redação oficial, é necessário revisar o texto.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.

Alternativas
Q1166785 Redação Oficial
Para se obter a clareza (uma qualidade essencial do texto oficial), é necessário:
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Q1166504 Redação Oficial
Na Redação Oficial, utiliza-se pronomes de tratamento para determinadas autoridades no corpo do texto. De acordo com as regras de Redação Oficial, assinale a alternativa que contém o vocativo correto para elaborar uma redação oficial dirigida a um Ministro de Estado:
Alternativas
Q1166503 Redação Oficial
A Redação Oficial deve se caracterizar por alguns atributos a serem considerados por aquele que elabora. Assinale a alternativa que não corresponde a um destes atributos.
Alternativas
Respostas
1021: C
1022: D
1023: C
1024: C
1025: A
1026: B
1027: D
1028: A
1029: E
1030: A
1031: C
1032: C
1033: D
1034: E
1035: A
1036: B
1037: B
1038: A
1039: E
1040: D