Questões de Concurso
Comentadas sobre partes do documento no padrão ofício em redação oficial
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correspondência oficial, seguido de uma proposta de classificação
desse fragmento (entre parênteses) quanto à parte e ao padrão de
correspondência. Julgue-os quanto ao aspecto gramatical, quanto à
classificação proposta e quanto à observância das recomendações
previstas para o padrão de correspondência indicado.
Dos itens relacionados abaixo, indique o que NÃO é usual na redação de um memorando.
Sobre a redação de um ofício, marque a afirmativa INCORRETA.
Sobre as modalidades de comunicação oficial denominadas Aviso e Ofício, identifique as afirmativas corretas.
I. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública.
Il. O Aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, Secretário Geral da Presidência da República e autoridades da mesma hierarquia.
III. Quando tratam substantivamente de determinado assunto, Aviso e Ofício seguem a estrutura do “padrão ofício”.
IV. O ofício é expedido para autoridades públicas e também para particulares.
V. O que distingue ambos de uma carta, por exemplo, é a formalidade e o caráter oficial de seu conteúdo.
As afirmativas corretas são:
Nos documentos oficiais que seguem o padrão ofício, o endereçamento deve constar no final da página, à esquerda, se o documento contiver apenas uma página, como é o caso do texto apresentado (l.14-17); se contiver mais de uma, deve constar na última página.
Acerca da redação de documentos oficiais, julgue os itens que se
seguem.
Respeitam-se as normas relativas à redação de documentos oficiais ao se finalizar um atestado ou uma declaração da maneira apresentada a seguir.
Atenciosamente,
(assinatura)
Fulano de Tal Brasília,
15 de março de 2009
1. APRESENTAÇÃO
Ao apresentar este relatório, os resultados parciais da Ouvidoria realizada durante os meses de Outubro e Novembro de 2008, ano em que visamos a melhorias no atendimento dos usuários e na eficiência nos procedimentos internos graças às restrições orçamentárias oriundas de financiamento para as áreas-fins.
oficial, julgue os próximos itens.
oficial, julgue os próximos itens.


A partir do fragmento de texto acima, julgue os seguintes itens,
a respeito da elaboração de documentos oficiais.
documento oficial para convidar um embaixador a proferir
palestra no órgão e que o trecho abaixo componha tal documento.

Considerando essa situação hipotética, julgue os próximos itens.
formal em comunicações oficiais.
formal em comunicações oficiais.
formal em comunicações oficiais.
Considere que Juarez Alencar Cabral, candidato ao cargo de
Analista de Trânsito do DETRAN/DF, desejando dedicar-se
integralmente ao estudo dos conteúdos que seriam exigidos nas
provas do respectivo concurso, tenha redigido, em tom gracioso,
a seguinte carta para sua noiva.
BSB, 8/3/2009.

Com relação à carta apresentada na situação hipotética acima e
com base no que dispõe o Manual de Redação da Presidência
da República acerca de comunicações oficiais, julgue os itens
de 31 a 36.
1) informá-lo de determinado assunto;
2) propor alguma medida; ou
3) submeter à sua consideração projeto de ato normativo.
Em regra esse expediente é dirigido ao Presidente da República por um Ministro de Estado.
Considerando-se os padrões da redação oficial, o texto acima identifica corretamente:
próximos itens.

Com relação às ideias do texto e a aspectos linguísticos e textuais,
julgue os itens subsequentes.
Atenção: A questão refere-se ao texto
seguinte, do filósofo francês Montaigne, influente
pensador do século XVI.
Da moderação
Como se tivéssemos infeccioso o tato, ocorre-nos corromper, se as manusearmos em excesso, as coisas que em si são belas e boas. A virtude pode tornar-se vício se ao seu exercício nos dedicarmos com demasiada avidez e violência. E jogam com as palavras os que dizem não haver excesso na virtude porque não há virtude onde há excesso: “Não é sábio o sábio, nem justo o justo, se seu amor à virtude é exagerado”.
Trata-se de uma sutileza filosófica. Pode-se dedicar imoderado amor à virtude e ser excessivo em uma causa justa. Preconiza o apóstolo São Paulo, a esse respeito, um equilíbrio razoável: “Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento”. Vi um dos grandes deste mundo prejudicar a religião por se entregar a práticas religiosas incompatíveis com a sua condição social. Aprecio os caracteres moderados e prudentes: ultrapassar a medida, ainda que no sentido do bem, é coisa que me espanta, se não me incomoda, e a que não sei como chamar. Mais estranha do que justa se me afigura a conduta da mãe de Pausânias, que foi a primeira a denunciá-lo e a contribuir com a primeira pedra para a morte do filho*; nem tampouco aprovo a atitude do ditador Postúmio, mandando matar o filho que, no en- tusiasmo da mocidade, saíra das fileiras para atacar o inimigo, com felicidade, aliás. Não me sinto propenso nem a aconselhar nem a imitar tão bárbara virtude.
Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança. Minha vista se perturba se de repente enfrenta uma luz violenta, quando então vejo tão pouco como na mais profunda escuridão.
*Nota: A mãe de Pausânias depositara um tijolo diante do templo de Minerva, onde se refugiara o rei, seu filho. Os lacedemônios, aprovando-lhe o julgamento simbólico, ergueram muros em torno do refúgio e deixaram o prisioneiro morrer de fome.