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Dentre os atos oficiais que o Auxiliar Judiciário de Serviços Gerais recebe para atender às solicitações de Juizes ou Analistas, um deles tem a seguinte definição:
Trata-se de conjunto de normas baixadas por autoridades superiores, decorrentes de uma determinação legal, que regem o funcionamento de determinado órgão, ou o exercício de atividades profissionais.
Esta é a definição de
O segundo e o terceiro parágrafos do texto, por apresentarem linguagem objetiva e clara, poderiam, com propriedade, ser parte de relatório elaborado por técnicos da ANTAQ.
1 À luz do contrato, há previsão de aplicabilidade de
multa somente para os casos em que a empresa contratada não
prestar o atendimento no prazo estipulado, isto é, em situações
4 em que houver necessidade de intervenção. Durante a
atividade de manutenção das máquinas, não ocorreram
inoperâncias dos equipamentos da referida empresa. Portanto,
7 não há razões para que a empresa seja apenada.
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Quanto às correspondências comerciais e oficiais, julgue o seguinte item.
Ofício-circular deve ser utilizado para a comunicação
externa, isto é, a órgãos não-ligados à organização, ou ao
dirigir-se à autoridade máxima da Instituição,
exemplificando, o Diretor-Geral de uma organização.
Quanto às correspondências comerciais e oficiais, julgue o seguinte item.
Ofício deve ser utilizado na comunicação externa, isto é,
com órgãos não-ligados à organização, com texto único,
mesma numeração, e deve dirigir-se a várias autoridades ou
instituições públicas e privadas.
Quanto às correspondências comerciais e oficiais, julgue o seguinte item.
Memorando-circular é um documento que deve ser enviado
a determinado setor, contendo textos variados e numeração
diferenciada.
Quanto às correspondências comerciais e oficiais, julgue o seguinte item.
Diferentes memorandos que constituem comunicações
internas devem apresentar texto único, mesma numeração, e
serem dirigidos a diversos setores.
documento: ata
finalidade: registro resumido e objetivo das decisões de reuniões e assembléias em geral
fecho: Nada mais havendo a tratar na reunião do dia quatro de fevereiro de mil novecentos e noventa e nove, foram encerrados os trabalhos e eu, Fulano de Tal, lavrei a presente ata, que, lida e aprovada, foi assinada pelos presentes.
documento: requerimento
finalidade: solicitação, de particular a autoridade, de algo a que o autor julga ter direito
fecho: Nestes termos, pede deferimento.
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que se confiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta de coleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos, de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.
Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).
A partir do texto I e a respeito de redação e correspondência
oficial, julgue os itens a seguir.
acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos
literários, para garantir um mínimo de leitura aos estudantes
de retórica" (l.18-20) jamais poderia ser inserida em uma
ata, nem vindo entre aspas, por estar reproduzindo a fala de
algum dos participantes da reunião.
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que se confiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta de coleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos, de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.
Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).
A partir do texto I e a respeito de redação e correspondência
oficial, julgue os itens a seguir.
oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como
linguagem que cimenta a cidadania, a sensibilidade, o
imaginário" (l.7-8) pode constar em um relatório técnico,
justificando a antiguidade do tema tratado.
Governo do Estado do Amazonas
Defensoria Pública do Estado do Amazonas
Of. n.º 125/2003/SG
Manaus, 5 de outubro de 2003.
A Sua Excelência o Senhor
Deputado Jaime da Luz,
Câmara dos Deputados
70160-900 - Brasília - DF
Assunto: Demarcação de terras indígenas
Senhor Deputado,
Informo a Vossa Excelência que as medidas tomadas em favor da demarcação das terras indígenas estão amparadas pelo procedimento administrativo consuetudinário, com amparo legal e tendo em vista os princípios éticos, conforme reza a moral e os bons costumes.
Reforço que a demarcação de terras indígenas deve ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no art. 231, § 1.º , da Constituição Federal, os quais devem incluir os aspectos etno-históricos, sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último aspecto deve ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente.
Sendo o que nos traz no momento, reiteramos nossas saudações.
Atenciosamente
Marina Severina Nordestina
Secretária Geral
A partir das informações contidas no documento acima, julgue o item subseqüente.
O fecho dessa correspondência, adequadamente redigido e
localizado, serve também para fechamento dos expedientes
denominados memorando e requerimento.
Texto V
A figura abaixo apresenta uma janela do aplicativo Word 2000, que contém parte do princípio 11 da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (In: José Augusto Lindgren Alves, Relações Internacionais e Temas Sociais: a Década das Conferências, Brasília: IBRI, 2001, p. 356).

Um dos recursos utilizados no texto para manter a coerência com o gênero de documento declaração, no qual deve predominar a objetividade, consiste em garantir a impessoalidade por meio da escolha de sujeitos institucionais.