Questões de Concurso Sobre emprego dos pronomes de tratamento em redação oficial

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Q615399 Redação Oficial
Com base no que orienta o Manual de Redação da Presidência da República, emprega-se Vossa Excelência para:

I. o Advogado-Geral da União;

II. os membros das Câmaras Legislativas Municipais;

III. os conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais.

Completa(m) corretamente a afirmação do enunciado o(s) item(ns)
Alternativas
Q516393 Redação Oficial
Em qual alternativa abaixo o pronome de tratamento está empregado de forma correta:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2012 - UFSM - Assistente Administrativo |
Q513139 Redação Oficial
Imagine a seguinte situação:Alguns membros da equipe de cientistas que projetou Watson estão participando de um encontro em Santa Maria realizado pela UFSM e aberto à comunidade. Da cerimônia de abertura do encontro, participamo Reitor e o PrefeitoMunicipal como as autoridades de maior hierarquia. Considerando o tratamento formal empregado nesse contexto,
Alternativas
Q501139 Redação Oficial
O pronome de tratamento usado, quando dirigido a Presidente de Associação Comercial é:
Alternativas
Q478067 Redação Oficial
Os pronomes de tratamento são expressões mais ou menos cerimoniosas usadas no trato com pessoas, conforme a categoria destas. Assim, a correspondência correta entre o pronome de tratamento e as pessoas está em:
Alternativas
Q470815 Redação Oficial
Com relação ao formato e à função da linguagem das comunicações oficiais, julgue o  item que se segue.

A escolha dos pronomes de tratamento adequados a determinado expediente é estabelecida pela relação de proximidade existente entre o remetente e o destinatário. Nesse sentido, fica a cargo de quem expede a correspondência a análise da necessidade de tratamento formal ou informal.
Alternativas
Q463414 Redação Oficial
No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa ou Sua Senhoria obedecerá à seguinte forma:
Alternativas
Q462745 Redação Oficial
Em conformidade com KASPARY, na comunicação oficial, deve-se empregar a forma de tratamento Vossa Excelência para:

I - Prefeitos Municipais.
II - Ministros de Estado.
III - Embaixadores.
IV - Presidente da República.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q426128 Redação Oficial
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Qualidades da boa linguagem na redação forense

A boa linguagem é um dever pessoal do operador do Direito
que se mantém preocupado em expressar as ideias com pre-
cisão, sem sacrificar o estilo solene que deve nortear a lin-
guagem forense.
É claro que, para levar a cabo tal mister, não se pode utilizar
a fala pedante, com dizeres mirabolantes, na qual sobeja a
terminologia enrolativa, que vem de encontro à precisão ne-
cessária à assimilação do argumento aduzido. A linguagem
hermética e "centrípeta" só agrada ao remetente, não ao
destinatário. Com efeito, o preciosismo é vício de linguagem
marcado pela afetação. Deve-se evitar sacrificar a ideia, fu-
gindo do natural, a fim de causar "impressão", sem lograr
transmitir o pensamento com clareza. [...]
Ademais, é comum encontrar operadores do Direito que opi-
nam sobre regência de verbos, concordância de nomes, uso
de crase e ortografia, sem que se deem ao trabalho de se
dedicar à intrincada tarefa de assimilar as bases da gramáti-
ca do idioma doméstico. Encaixam-se, portanto, no perfil de
ousados corretores que, no afã de corrigirem, extravasam,
na verdade, um descaso com o idioma, ao contrário do que
pensam exteriorizar: domínio do português. Não é por acaso
que, segundo os árabes, "nascemos com dois olhos, dois ou-
vidos, duas narinas e ...uma boca". É para ter mais cuidado
no falar...
Com notável propriedade, Theotonio Negrão ("Revista de
Processo", 49/83, p.5) assevera que "o operador do direito
que não consegue ter linguagem correta não consegue ex-
pressar adequadamente seu pensamento”. Em entrevista ao
Jornal do Advogado (OAB), em 8 de junho de 2001, Miguel
Reale, ao ser inquirido sobre quais eram os pré-requisitos
para o exercício da carreira do advogado, respondeu:
"Em primeiro lugar, saber dizer o direito. Nos concursos fei-
tos para a Magistratura, para o Ministério Público e assim por
diante, a maior parte das reprovações são devidas à forma
como se escreve. Há uma falha absoluta na capacidade de
expressão. Então, o primeiro conselho que dou é aprender a
Língua Portuguesa. Em segundo lugar, pensar o Direito
como uma ciência que envolve a responsabilidade do advo-
gado por aquilo que diz e defende. Em terceiro lugar, vem o
preparo adequado, o conhecimento técnico da matéria”.
Como se nota, o desconhecimento do vernáculo torna o ad-
vogado um frágil defensor de interesses alheios, não sendo
capaz de convencer sobre o que arrazoa, nem postular ade-
quadamente o que intenciona. Pode até mesmo se ver priva-
do de prosseguir na lide, caso elabore uma petição inicial
ininteligível ou em dissonância com as normas cultas da lín-
gua portuguesa, uma vez que o Código de Processo Civil, no
artigo 156, obriga o uso do vernáculo em todos os atos e ter-
mos do processo.
Assim, aquele que peticiona deve utilizar uma linguagem
castiça, procurando construir um texto balizado em parâme-
tros que sustentem a boa linguagem. A comunicação huma-
na precisa ser eficiente, devendo o usuário da linguagem es-
tar atento para as virtudes de estilo ou qualidades do léxico
de rigor. [...]
Na oração "Assim, requer o Autor à Vossa Excelência...", há
vício gramatical quanto à crase, uma vez que se deve grafar
"Assim, requer o Autor a Vossa Excelência...", sem o sinal
grave indicador da contração, uma vez que não há crase an-
tes de pronome de tratamento.
Nesse diapasão, observe a frase: "Arquive-se os autos". O
equívoco é palmar, na medida em que o sujeito da oração é
"autos", devendo o verbo concordar com o sujeito. Portanto,
procedendo à correção: "Arquivem-se os autos". [...]
A concisão é qualidade inerente à objetividade e justeza de
sentido no redigir. Como se sabe, falar muito, com prolixida-
de, é fácil; o difícil e invulgar é falar tudo, com concisão. A
sobriedade no expor, traduzindo o sentido retilíneo do pensa-
mento, sem digressões desnecessárias e manifestações su-
pérfluas, representa o ideal na exposição do pensar. Não há
como tolerar arrazoados e petições gigantes e repetitivas,
vindo de encontro aos interesses perquiridos pelo próprio
subscritor do petitório, embora, às vezes, não perceba o re-
sultado. [...]
Nas peças forenses, é comum encontrarmos expressões su-
pérfluas, cuja simples supressão importaria em aperfeiçoa-
mento da frase. Observe o exemplo abaixo:
"O acusado foi citado por edital, por não ter sido encontrado
pessoalmente".
Procedendo ao devido enxugamento frasal, ter-se-ia:
"O acusado foi citado por edital, por não ter sido
encontrado".
Na mesma esteira, deve-se evitar o uso excessivo de advérbios
de modo. Evite, portanto, "precariamente", "tocantemente", "tan-
gentemente", "editaliciamente". Observe os exemplos:
"Eles foram editaliciamente citados" (Corrigindo: Eles foram
citados por edital.); ou "Tangentemente a esse caso, ..."
(Corrigindo: No que tange a esse caso...).
Posto isso, faz-se mister a preservação da boa linguagem,
evitando-se distanciar dos postulados acima expendidos, a
fim de que possa o causídico alcançar o que se busca: o êxi-
to na arte do convencimento.

SABBAG, Eduardo de Moraes. Qualidades da boa linguagem na redação
forense. Disponível em: imagem-004.jpg. Acesso: 8
maio 2012. [Adaptado].
O potencial destinatário da frase "Assim, requer o Autor a Vossa Excelência..." é o
Alternativas
Q358726 Redação Oficial
Considerando as normas para a redação de documentos oficiais, julgue as afirmativas abaixo.

I. Os termos atenciosamente e respeitosamente são utilizados sem distinção nos fechos das correspondências oficiais.

II. A expressão padrão ofício remete à diagramação uniforme que deve ser utilizada para a composição de ofícios, memorandos e avisos.

III. Ofícios e memorandos são documentos que servem a finalidades distintas: os primeiros servem à comunicação entre órgãos da administração pública; os últimos, à comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão.

IV. As mensagens encaminhadas por correio eletrônico não possuem valor documental na comunicação entre órgãos da administração pública.

Estão corretas as alternativas
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2012 - IFC - Assistente Administrativo |
Q352675 Redação Oficial
No que diz respeito à correspondência oficial, quando da ocorrência de o destinatário ser tratado por Vossa Senhoria, são formas corretas de dirigir a palavra:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IFC Órgão: IFC-SC Prova: IFC - 2012 - IFC-SC - Auxiliar Administrativo |
Q352573 Redação Oficial
Assinale a alternativa CORRETA.
Considerando, a emissão de um documento oficial nos padrões do manual de redação da Presidência da República (2ª edição, 2002), o pronome de tratamento a ser utilizado no encaminhamento direcionado aos Ministros de Estado (interlocutor homem), deve ser:
Alternativas
Q345964 Redação Oficial
A respeito de correspondência oficial, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q307242 Redação Oficial
imagem-retificada-texto-005.jpg

Considerando as disposições constantes do Manual de Redação da Presidência da República, julgue os itens que se seguem, relativos ao exemplo de memorando acima e a aspectos referentes a esse padrão de documento..
A forma de tratamento “Vossa Senhoria” poderia ser substituída por Vossa Excelência, em virtude de referir-se a autoridade de hierarquia superior da instituição.
Alternativas
Q307241 Redação Oficial
imagem-retificada-texto-005.jpg

Considerando as disposições constantes do Manual de Redação da Presidência da República, julgue os itens que se seguem, relativos ao exemplo de memorando acima e a aspectos referentes a esse padrão de documento..
Mantêm-se a deferência ao cargo e a observância aos preceitos do manual em apreço ao se substituir, no vocativo, o trecho “Sr. Chefe” por Dr. Diretor
Alternativas
Q292093 Redação Oficial
Com referência à adequação da linguagem e ao formato do texto
dos expedientes oficiais, julgue os itens subsequentes.
A forma de tratamento Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da X Vara de Família estaria em desconformidade com as regras de emprego dos pronomes de tratamento das comunicações oficiais, ainda que o juiz a quem se deseja referir possuísse título acadêmico compatível com o grau de doutor.
Alternativas
Q280993 Redação Oficial
Com base no Manual de Redação da Presidência da República,
julgue o item a seguir.
Em comunicação oficial a ser enviada ao chefe do Poder Judiciário, deve-se empregar o vocativo Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.
Alternativas
Q280161 Redação Oficial
Ainda de acordo com o que dispõe o Manual da Presidência da
República acerca de correspondência oficial, julgue os itens que se
seguem.
Em comunicação oficial dirigida ao ocupante do cargo de ministro de Meio Ambiente, deverão ser empregados o pronome de tratamento Vossa Excelência e o vocativo Senhor Ministro.
Alternativas
Q280079 Redação Oficial
Com base no Manual de Redação da Presidência da República,
julgue os itens a seguir.
O vocativo que deve ser empregado em correspondência dirigida a um ministro de Estado é Senhor Ministro.
Alternativas
Q279786 Redação Oficial
Imagem 003.jpg

Considerando a correspondência oficial hipotética acima apresentada, julgue os itens 14 e 15.
A forma correta do vocativo nesse tipo de expediente seria Excelentíssimo Senhor, seguida do respectivo cargo do destinatário da comunicação.
Alternativas
Respostas
961: E
962: C
963: B
964: B
965: C
966: E
967: B
968: D
969: A
970: C
971: A
972: E
973: A
974: E
975: E
976: E
977: C
978: C
979: C
980: E