Questões de Concurso
Sobre elementos de ortografia e gramática em redação oficial
Foram encontradas 376 questões
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Venho respeitosamente à presença de Vossa Senhoria
solicitar providências no sentido de que sejam
regularizados o serviço de coleta de lixo do bloco B deste
Edifício, tendo em vista que a mais de um mês a mesma
passou a ser realizada apenas uma vez por semana,
trazendo transtornos a todos os funcionários e usuários
deste Conselho Regional.
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Solicito que seja encaminhado a esta Comissão de
Fiscalização e Controle, com a máxima urgência, o
documento original de denúncia que deu origem à
abertura do Processo n.º XXXX/2019, relativo ao registro
irregular da Empresa ZXY, para que se proceda ao devido
apensamento conforme os procedimentos legais
previstos.
Ressalte‐se que para a obtenção das informações solicitadas, é necessário a comprovação do devido cadastramento no Sistema Geral de Informações, conforme orientação recebida da Presidência deste Conselho.
Os funcionários desse setor estão convidados a participar do seminário Atenção à Saúde Bucal, a ser realizado nos dias 2 e 3 de setembro de 2019, das 9 h às 17 h, no auditório deste Conselho Regional.
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Referente as propostas de credenciamento da instituição, esclarecemos de que há necessidade de comprovação da titulação exigida para a direção do hospital, encaminhado exclusivamente à este CRM.
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Informamos que Vossa Senhoria, tem prazo de trinta
dias à contar da data do recebimento deste ofício para
prestar os devindos esclarecimentos quanto o exercício
ilegal da medicina.
Julgue o item com relação à correção gramatical dos trechos apresentados e à adequação da linguagem à correspondência oficial.
Em atenção a sua solicitação referente ao registro
profissional de agrônomo, informamos que o diploma
apresentado falta ser autenticado, devendo tomar as
providências necessárias em tempo hábil.
Os perigos semânticos do racismo
Casos de preconceito expõem uso indiscriminado da palavra "racismo", confundida com “injúria” e “apologia à violência”.
Todas as profissões possuem vocabulário próprio, um glossário que permite comunicação mais efetiva entre os que trabalham em determinada área do conhecimento humano. Com o Direito não é diferente. As letras forenses são plenas de particularidades e aforismos próprios, familiares aos que militam nas lides judiciais, mas bastante estranhos à população em geral.
Alguns problemas surgem porque, ao contrário do que observamos em outras ciências, os termos jurídicos têm, não raro, um segundo significado, comum e muito difundido, circunstância que frequentemente leva confusão aos que batem às portas dos tribunais em busca de justiça. São palavras como: “queixa”, “exceção”, “suspeição”, “competência”, cujo significado popular difere, em muito, do sentido técnico, muitas vezes bastante difícil de ser explicitado ao leigo. Um dos exemplos mais veementes dessa dicotomia é o vocábulo “racismo”.
Numa série de episódios recentes, de ataques a nordestinos e outros atores sociais, o termo voltou a movimentar o debate no país. Para o senso comum, “racismo" significa toda e qualquer forma de “preconceito extremado contra indivíduos pertencentes a uma raça ou etnia diferente, geralmente considerada inferior” (HOUAISS, 2009), englobando condutas variadas, que vão da simples ofensa verbal a atos sociais discriminatórios ou violência física.
Em sentido técnico, no entanto, o termo remete a “crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor", tipificados pela Lei n° 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que usa, nas diversas figuras penais, frases como: “impedir ou obstar o acesso”, “negar ou obstar emprego”, “recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso", “recusar hospedagem", “recusar atendimento”, “impedir ou obstar casamento”, “impedir ou obstar convivência social” e outros comportamentos, sancionados com penas que variam de um mínimo de um a um máximo de cinco anos de reclusão [...]. São condutas ligadas à ideia de exclusão, de eliminação, de óbice concreto ao exercício de um direito, ao sentimento íntimo de proscrição do outro, que toma tais condutas desprezíveis.
É necessário, no entanto, diferenciar esses crimes da injúria (ofensa verbal), qualificada por “elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”, prevista pelo art. 140, §3°, do Código Penal e que recebe pena abstrata de “reclusão de um a três anos e multa”.
Mal comparando, para a lei, uma coisa é impedir alguém de entrar num restaurante ou tratá-lo mal por ele ser negro ou nordestino. Outra é injuriar alguém, com base em ofensas de conteúdo racial.
Tema bastante polêmico, não raro vemos nos noticiários pessoas, atingidas em sua honra por expressões alusivas à origem social ou étnica, dizendo-se vítimas de racismo e indignadas porque a autoridade policial não tipificou a conduta na Lei n° 7.716/89, mas sim na injúria prevista no Código Penal.
A própria mídia, por vezes desinformada, concorre para essa confusão e acaba, involuntariamente, por estimular o atrito, inquinando como faltosas condutas funcionais absolutamente corretas.
Importa esclarecer que a Justiça tem peculiaridades e o autor do delito, de uma forma ou outra, seja qual for o nomen juris (a denominação legal) dado ao fato, será efetivamente responsabilizado.
Necessário anotar, enfim, que eliminar tais comportamentos não é tarefa policial. É preciso, mais. É urgente que os homens se conscientizem de sua igualdade intrínseca e de que a cor da pele, a religião ou a origem social não os qualificam como melhores seres humanos.
Assim como o Cavaleiro inexistente, de ltalo Calvino, precisamos abandonar a narcísica armadura reluzente que nos aniquila para poder encontrar o outro, em toda sua dimensão, na divina beleza de sua diversidade.
Fonte: DEL-CAMPO, Eduardo Roberto Alcântara. In: Revista Língua Portuguesa.
Ano 5, nº 62, dez. 2010. (Adaptado).
Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Solicito que vc me encaminhe, em resposta a este e‐mail,
os documentos que segue, conforme exigência do
Ministério Público do Trabalho apartir de janeiro do ano
em curso.
I. Os numerais devem ser escritos por extenso quando constituírem uma única palavra (dez, cinquenta, cem, mil, etc.). II. Os numerais, quando constituírem mais de uma palavra, deverão ser grafados em algarismos (27, 128, 555, etc.). III. As datas devem ser escritas por extenso, e sempre com o algarismo indicativo do dia precedido de zero e do ano com ponto separando as classes (exemplo: 03 de novembro de 2.018).
Quais estão INCORRETAS?
O Manual de Redação da Presidência da República recomenda que as palavras sejam acentuadas graficamente de acordo com os princípios normativos vigentes no Brasil.
Marque nos enunciados a seguir a alternativa que desrespeita essa recomendação.
Informo à Vossa Senhoria que, afim de obter tais informações, este signatário promoveu cadastro e solicitou acesso ao Sistema Geral de Informações, todavia, em que pese as tentativas feitas reiteradamente acerca de quinze dias, o acesso ao sistema não está disponível.
Ressalte‐se que, para obter as informações solicitadas, é necessário que Vossa Senhoria comprove seu cadastramento no Sistema Geral de Informações, conforme orientação recebida da Presidência deste Conselho.
