Questões de Concurso
Sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português
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ELVIS PRESLEY VEM AÍ: SAIBA TUDO SOBRE O NOVO FILME DO REI DO ROCK
Felipe Machado Publicado em 01/04/2022
Ao contrário do que dizem os fãs, Elvis Presley morreu – e isso já faz quase cinco décadas. Vítima do abuso de drogas, aos 42 anos, o ídolo foi encontrado pela namorada em Graceland, sua exótica residência em Memphis, no Tennessee. É curioso notar que a vida de um dos maiores ícones da cultura norte-americana, com milhões de admiradores em todo o mundo e detentor de quase todos os recordes da indústria fonográfica, até agora não tivesse servido de inspiração para uma grande produção nas telas. Apesar de ter estrelado dezenas de filmes como ator, abusando dos enredos singelos que serviam apenas como desculpa para ele mostrar o corpo e o vozeirão, fica a impressão de que sua vida era um tabu grande demais até para os megalomaníacos padrões de Hollywood. Talvez seja por isso que, depois de sua morte, em 16 de agosto de 1977, o cantor tenha sido tema somente de um modesto projeto realizado em 1979 e voltado apenas para a TV americana, com direção de John Carpenter e estrelado por Kurt Russell.
Isso mudará daqui a um mês, quando estreia no Festival de Cannes a cinebiografia Elvis, de Baz Luhrmann – o filme chega aos cinemas brasileiros em julho. Foi preciso um australiano de origem judaica para levar às telas a história do garoto pobre e talentoso do sul dos EUA, que ascende vertiginosamente até o topo do mundo e, como um Ícaro que se aproxima demais do Sol, despenca rumo à tragédia. “Sempre fui fã de Elvis, mas não foi esse sentimento que me levou a fazer o filme”, afirma Luhrmann. “Nesses tempos modernos, sua vida é como uma tela em branco perfeita para explorar os EUA dos anos 1950 e 1960. Fui atraído por essa parte da história. E também por um cara chamado Coronel Tom Parker.”
Luhrmann se refere ao arrogante e malhumorado empresário de Elvis, interpretado por Tom Hanks. Como o próprio personagem anuncia no início, ele parece ter orgulho de ser “o vilão do filme”. Figura mítica do showbiz – pelas piores razões possíveis –, o agente não era coronel, nem americano e sequer se chamava Tom Parker. Nascido na Holanda, Andreas Cornelis van Kujik era adestrador de cães. Fugiu de seu país após o misterioso assassinato da amante, morte de autoria atribuída, por muitos, a ele mesmo. Foi expulso do exército por ser considerado um psicopata, trabalhou no circo e, em 1955, convenceu o jovem Elvis a deixá-lo controlar todos os aspectos de sua carreira.
Mesmo sem entender nada de música, dividia com o cantor tudo que ele ganhava e até escolhia quais músicas podia gravar. Com receio de eventuais problemas jurídicos com a imigração, Parker nunca viajou para o exterior – e nem permitiu que Elvis fizesse shows fora do país, nem mesmo diante de ofertas milionárias. Há quem diga que ele o teria obrigado a se casar com a namorada assim que descobriu que ela estava grávida – Priscilla Presley, papel de Olivia DeJonge.
Adaptação: https://istoe.com.br/elvis-presley-vem-ai/ , acesso em 08 de abril de 2022.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Mobilidade urbana no Brasil

(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/mobilidade-urbana-no-brasil.htm – texto especialmente adaptado para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2022/08/prasempre-e-apenas-uma-farsa-bem-intencionada-cl796vct1004m018f5sjw4h51.html– texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) O sujeito da oração é simples.
( ) A expressão “em silêncio” é um adjunto adverbial.
( ) A transitividade do verbo “organiza” é VTI.
( ) O predicado da oração é nominal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2022/08/prasempre-e-apenas-uma-farsa-bem-intencionada-cl796vct1004m018f5sjw4h51.html– texto adaptado especialmente para esta prova).
A procrastinação e a impulsividade, causas frequentes de frustração e desgosto, são consequências desta falha cognitiva, a incompetência em conectar o pensamento à ação contemporânea. (linhas 9 e 10)
No período acima, os segmentos sublinhados exercem, respectivamente, papel sintático de
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
A onça e a raposa
Não há melhor momento para se contar história do que no final do dia. Nessa hora, todas as crianças já estão cansadas e a mente, mais tranquila. “Nosso corpo tem que estar bem tranquilo quando ouvimos uma história”, dizia sempre a velha Kaluhá. E ela dizia isso porque sabia que era necessário manter nosso corpo relaxado e a mente atenta para os desafios que a mata nos apresenta.
– E como a gente consegue isso, vovó? – perguntou meio sonolento o pequeno Tarú. A velha mulher olhou para o pequeno e lançou-lhe um olhar muito carinhoso.
– Você ainda é muito pequeno para saber todos os mistérios de nossas vidas, menino. Mas é observando os animais que aprendemos a nos comportar e a sobreviver.
– Como assim? – alguém questionou.
A anciã ajeitou seu corpo na esteira onde estava sentada e passou a narrar em voz alta a história da esperteza da raposa no dia em que queria tomar água e a onça não queria deixar.
MUNDURUKU, Daniel. Coisas de onça. São Paulo: Mercuryo Novo Tempo, 2011 p. 31 e 32.
Fonte: MOISES CARTUNS. Disponível em: <https://moisescartuns.wordpress.com/2022/07/16/professor/>. Acesso em: 01 set. 2022.
A preposição DE tem várias atribuições. No caso do seu uso cômico na tirinha, ela indica
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Educação antirracista na Educação Infantil
Por Victor Santos


“Após mais de 20 anos de experiência na Educação Infantil (1), Vera Lúcia Luiz, professora do CEI Margarida Maria Alves (2), em Campinas (SP) (3), relata que, em alguns momentos (4), surge certo estranhamento quando ela comenta seriamente (5) sobre a questão racial na perspectiva dos bebês e crianças”.

Leia atentamente a canção Partido Clementina de Jesus, interpretada por Clara Nunes, para responder a questão
Partido Clementina de Jesus
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Energia nuclear
O homem subiu a Lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua
É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta
Um litro de gasolina
Por cem gramas de feijão
Não, não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Cadê o cantar dos passarinhos
Ar puro não encontro mais, não
É o preço do progresso
Paga com a poluição
O homem é civilizado
A sociedade é que faz sua imagem
Mas tem muito diplomado
Que é pior do que selvagem
Não vadeia, Clementina
Foi, fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar (eu vou também)
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
eu também vou
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Segundo a canção, a imagem das pessoas instruídas e civilizadas é construída pela sociedade.
II – Pode-se afirmar que existe um diálogo na canção, em razão do aposto “Clementina”, presente no verso “Não vadeia, Clementina” e da resposta “Fui feita pra vadiar”.
III – Trocando o numeral “cem” pelo numeral “cento e dois”, na estrofe “Por cem gramas de feijão”, a concordância nominal ficaria: “Por cento e duas gramas de feijão”.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

