Questões de Concurso
Comentadas sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português
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Julgue o item subsequente.
A preposição “de” sempre introduz um complemento
nominal.
Julgue o item subsequente.
O complemento nominal e o objeto indireto são
sinônimos.
Julgue o item subsequente.
Na oração “A visita aos pais deixou os filhos felizes”, AOS
PAIS cumpre função de complemento nominal; enquanto
em “A visita dos pais deixou os filhos felizes", o termo
DOS PAIS apresenta função de adjunto adnominal.
Julgue o item subsequente.
Em “Iremos a lugares aonde ninguém nunca foi”, o uso do
AONDE se justifica pela regência do verbo IR (ninguém
nunca foi A), que exige a preposição A quando é
acompanhado de adjunto adverbial de lugar.
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
O direito à água e o dever de preservá-la


(Marcia Castro. Professora de demografia e chefe do Departamento
de Saúde Global e População da Escola de Saúde Pública de Harvard.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcia-castro/2023/03/odireito-a-agua-e-o-dever-de-preserva-la.shtml. 26.mar.2023)
Os termos sublinhados no período acima desempenham função sintática, respectivamente, de
I. São dois os termos essenciais (ou fundamentais) da oração: o sujeito e o predicado. O sujeito é constituído por um substantivo, um adjetivo ou pronome, ou por uma palavra ou expressão substantivada; o predicado, por sua vez, tem como núcleo significativo um nome (substantivo, adjetivo, pronome, advérbio), ou um verbo seguido ou não de complemento. II. Chamam-se termos integrantes da oração os que contemplam a significação transitiva dos verbos e nomes. Integram (inteiram, completam) o sentido da oração, sendo, por isso, indispensáveis à compreensão do enunciado. III. O agente da passiva e o objeto direto pleonástico são considerados termos acessórios da oração, visto estarem relacionados à essência do enunciado.
Quais estão corretas?


Os termos sublinhados no período acima e indicados como (1) e (2) desempenham, respectivamente, função sintática de
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.
Se for para ter horário de verão, que seja permanente


(Marcelo Leite. Jornalista de ciência e ambiente, autor de “Psiconautas - Viagens com a Ciência Psicodélica Brasileira”. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite/2023/03/se-for-parater-horario-de-verao-que-seja-permanente.shtml.)
...que serve de pretexto para o atentado contra biorritmos. (L.42- 43)
O termo sublinhado no período acima desempenha função sintática de
Na reunião, Ana não fez nenhuma referência ao assunto.



O trecho sublinhado no período acima, em relação ao segmento anterior, apresenta uma
Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://www.google.com.br/ Acesso em: 28 jan. 2023.
I - Na fala do primeiro quadro, a vírgula usada depois do termo “série” é obrigatória e separa o vocativo “vó”.
II - No terceiro e quarto quadro, as aspas foram usadas para destacar a diferença entre dois significados.
III - Na fala do terceiro quadro, a expressão “em que” poderia ser substituída por “no qual” com igual correção, sem alteração do sentido do termo.
IV - No segundo quadro, o uso da interjeição “Hunf!” indica que a personagem comunga com o entusiasmo observado na fala da personagem do primeiro quadro.
V - No quarto quadro, no trecho “vendo TV”, se a personagem optasse pelo uso do verbo “assistir”, de acordo com a norma, resultaria em “assistindo à TV”.
Estão CORRETAS as afirmativas
Em relação à expressão destacada, afirma-se que:
Os elementos que têm função sintática de adjunto adverbial são:
- Texto CGIAI-I
Nem mais como tema literário serve ainda esse assunto de seca. Já cansou quem escreve, cansou quem lê e cansou principalmente quem o sofre. Parece mesmo que cansou o próprio Deus Nosso Senhor, pois que afinal, repetindo um gesto sucedido há exatamente um século (o último diz a tradição que foi em 1851), contra todos os cálculos, contra todas as experiências, ultrapassando os otimismos mais alucinados, fez começar um inverno no Nordeste durante a primeira quinzena de abril.
Eu estava lá. Assisti mais uma vez à mágica transformação do deserto em jardim do paraíso. E vendo o céu escurecer bonito, depois de tantos meses de desesperança, os compadres diziam que eu lhes levara o inverno nas malas. O fato é que, durante a viagem de ida, enquanto o "Constellation" da Panair voava por cima do colchão compacto de nuvens carregadas de água, me dava uma vontade desesperada de rebocá-las todas, lá para onde tanta falta faziam, levá-las como rebanho de golfinhos prisioneiros e despejá-las em cheio sobre os serrotes do Quixadá.
Pois choveu. Encheram-se os açudes, as várzeas deram nado, os rios subiram de barreira a barreira.
Mas ninguém espere muito de um inverno assim tardio. Já se agradece de joelhos o pasto aparentemente garantido, o gado salvo. Mas não se espera que haja milho. Talvez feijão, desse precoce que dá em dois meses. E o algodão aguenta, provavelmente. Nada mais.
Rachel de Queiroz. Choveu! (com adaptações).