Questões de Concurso Comentadas sobre vícios da linguagem em português

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Q2485380 Português
Assinale a alternativa que apresenta o nível de linguagem usado no texto a seguir.


Os gliomas somam mais de 70% de neoplasias do sistema nervoso central. Gliomas de baixo grau apresentam uma tendência para progredir para fenótipos mais malignos sendo que os mais frequentes e agressivos compreendem os glioblastomas (GBM). Em estudos prévios, baseados em eletroforese bidimensional e espectrometria de massas, nós reportamos que a proteína nucleofosmina (NPM) estava aumentada em GBMs, quando comparados com tumores astrocíticos de graus II e III e tecido cerebral não neoplásico. NPM é uma fosfoproteína nucleolar relacionada à apoptose, biogênese dos ribossomos, mitose e reparo do DNA, que possui expressão alterada em câncer.
Marcela Gimenez. Texto adaptado. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/ff76/b33d029f41ac9573c6f87baf01ab9b47ed27.pdf. Acesso em: 26 abr. 2024.
Alternativas
Q2480062 Português
A gramática apresenta uma série de fenômenos denominados “vícios de linguagem”. Um deles diz respeito a infrações às regras de sintaxe. Esse vício denomina-se:
Alternativas
Q2478759 Português


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://br.images.search.yahoo.com/search/images;_ylt=Awrijac3OKtljeERyxLz6Qt.;_ylu =Y29sbwNiZjEEcG9zAzEEdnRpZAMEc2VjA3BpdnM-


O Termo “stalking” é considerado qual vício de linguagem? 

Alternativas
Q2458558 Português
Muitas frases da imprensa mostram deficiência vocabular, empregando palavras que não são semanticamente adequadas.
Assinale a frase em que a palavra ou expressão sublinhada mostra adequação em seu emprego.
Alternativas
Q2442649 Português
Os vícios de linguagem são desvios gramaticais, ou seja, palavras, expressões e construções que fogem às regras da norma padrão ou norma culta. Nesse sentido, a frase A professora levou o aluno para sua sala contém um vício de linguagem chamado: 
Alternativas
Q2392866 Português
Qual das seguintes opções apresenta uma frase que contém um pleonasmo?
Alternativas
Q2388635 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ela tinha um carro importado chiquíssimo. II.A boca dela está manchada de vinho. III.Eu deveria receber um real por cada desaforo que escuto. IV.A fé de Joaquim é inabalável.

Todas as afirmativas lidas possuem um vício de linguagem em comum. Qual o nome deste vício?
Alternativas
Q2386799 Português
“Vícios de linguagem são expressões ou construções linguísticas contrárias às regras da gramática normativa. Eles ocorrem devido à falta de atenção do enunciador ou de seu desconhecimento da norma culta” (Site Mundo Educação Uol). Assinale a alternativa que não contém um exemplo de vício de linguagem: 
Alternativas
Q2373861 Português
SONETO BUROCRÁTICO.


José Lino Grünewald


Salvo melhor juízo doravante,
Dessarte, data vênia, por suposto,
Por outro lado, maximé, isso posto,
Todavia deveras, não obstante


Pelo presente, atenciosamente,
Pede deferimento sobretudo,
Nestes termos, quiçá, aliás, contudo
Cordialmente alhures entrementes


Sub-roga ao alvedrio ou outrossim
Amiúde nesse ínterim, senão
Mediante qual mormente, oxalá quão


Via de regra tê-lo-ão enfim
Ipso facto outorgado, mas porém
Vem substabelecido assim, amém.


(Disponível em: https://antoniocicero.blogspot.com. Acesso em 20 nov. 2023)

Algumas palavras apresentadas no texto, se utilizadas para comprometer a clareza e a inteligibilidade imediata do que está sendo redigido em um documento, constituem um vício de linguagem denominado
Alternativas
Q2373056 Português

O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


“Sem a Libras, sem a língua de sinais, eu não existo”


    “Eu sou uma mulher, surda, ativista, que gosta de reivindicar e brigar pelos meus direitos.” É assim que se apresenta Sylvia Lia Grespan Neves, primeira professora surda da USP e ministrante da disciplina de graduação Educação Especial, Educação de Surdos e Libras, da Faculdade de Educação (FEUSP). 
     Quem lê essa frase pode pensar que Sylvia já nasceu forte, decidida e confiante em si. Mas nem sempre ela se viu assim. Como comenta a docente, o olhar de pessoas ouvintes lançado sobre seu corpo muitas vezes a fez se sentir insuficiente. “Meu sonho era ser escritora, mas um certo dia uma professora me disse que eu não era capaz. Ali, ela eliminou a possibilidade que eu tinha de sonhar.” A escolarização básica, aliás, foi um processo doloroso. “No internato em que estudei, a gente era proibido de sinalizar, recebíamos castigos físicos se alguém nos visse, éramos sempre obrigados a oralizar.”
    Após muitos outros julgamentos, ela decidiu ser uma professora diferente da que tivera. Foi a forma que encontrou de imaginar um futuro onde pessoas surdas ou ouvintes pudessem sonhar, mesmo que transpassados de limitações. Ela relata ainda que foi graças à Língua Brasileira de Sinais (Libras) que conseguiu recuperar sua autoestima. É assim que ela se comunica no dia a dia, inclusive na entrevista ao JC, realizada com o auxílio de uma intérprete.
    Um de seus primeiros contatos com a língua foi em uma antiga escola religiosa, o internato feminino Instituto Santa Terezinha, localizado na Zona Sul de São Paulo, que hoje não existe mais. No local, algumas freiras surdas utilizavam uma língua de sinais mais caseira – uma espécie de mímica adaptada por elas próprias –, mas sempre de maneira escondida.
    Essa sempre foi uma luta de Sylvia: a escolha e não a obrigatoriedade da oralização. “Eu não acho que seja ruim que uma pessoa surda aprenda a falar através da oralização, mas eu acho que isso não é para ser feito na escola. É um tratamento médico, um trabalho fonoaudiológico. Não é para a educação fazer isso, escola é lugar da gente aprender conteúdo curricular regular como qualquer outra escola.”
   Depois de algumas experiências em outras escolas sem intérpretes que a acompanhassem, Sylvia teve contato com uma família surda, seus vizinhos. Graças a esse convívio, ela foi capaz de se entender e se aceitar como uma pessoa surda. Um processo lento, mas que foi importante para reafirmar sua identidade.
   Tendo a Libras como sua primeira língua, a professora, que também pesquisa acessibilidade linguística, avalia o quanto nossas sociedades associam a expressão oral como símbolo da cognição humana. Para ela, a língua de sinais não é apenas a representação visual das palavras, “Libras para mim é tudo. É minha vida. Foi a partir dela que eu consegui começar a existir, a viver. Não sei se você consegue imaginar a sua vida sem a língua portuguesa. Quem é você sem a língua que você fala? Sem a língua de sinais é como se eu não existisse”.


(Por Danilo Queiroz e Sofia Lanza. Em: 15/12/2023. Adaptado.)
Apesar da norma padrão da língua ser identificada como a linguagem predominante empregada no texto, é possível reconhecer uma inadequação de acordo com as normas gramaticais no trecho destacado em:
Alternativas
Q2353171 Português
Identifique a alternativa que apresenta uma frase livre de vícios de linguagem: 
Alternativas
Q2351790 Português
Em qual situação é mais adequado utilizar a linguagem informal coloquial?
Alternativas
Q2345510 Português
O gerente de uma empresa escreveu o seguinte comunicado: 
Imagem associada para resolução da questão

Nesse comunicado há uma palavra mal-empregada, que é:
Alternativas
Q3994510 Português

Vícios de linguagem são desvios não intencionais da norma-padrão da língua, gerando problemas de entendimento do enunciado ou ruídos na comunicação.


Fonte: (https://www.portugues.com.br/redacao/vicios-de-linguagem.html)


Este vício de linguagem representa o desvio envolvendo erros no emprego de uma palavra, tratando de questões fonéticas (de som e de pronúncia) morfológicas (de ortografia e de flexões) ou semânticas (de sentidos e de significados). Exemplos: Ela é muito púdica. − O correto é "pudica".


Pelas características enunciadas, estamos nos referindo ao vício de linguagem denominado de: 

Alternativas
Q3990276 Português

Vícios de linguagem são desvios não intencionais da norma-padrão da língua, gerando problemas de entendimento do enunciado ou ruídos na comunicação.


Fonte: (https://www.portugues.com.br/redacao/vicios-de-linguagem.html)


Este vício de linguagem representa o desvio envolvendo erros no emprego de uma palavra, tratando de questões fonéticas (de som e de pronúncia) morfológicas (de ortografia e de flexões) ou semânticas (de sentidos e de significados). Exemplos: Ela é muito púdica. − O correto é "pudica".


Pelas características enunciadas, estamos nos referindo ao vício de linguagem denominado de:

Alternativas
Q3989721 Português

Vícios de linguagem são desvios não intencionais da norma-padrão da língua, gerando problemas de entendimento do enunciado ou ruídos na comunicação.


Fonte: (https://www.portugues.com.br/redacao/vicios-de-linguagem.html)


Este vício de linguagem representa o desvio envolvendo erros no emprego de uma palavra, tratando de questões fonéticas (de som e de pronúncia) morfológicas (de ortografia e de flexões) ou semânticas (de sentidos e de significados). Exemplos: Ela é muito púdica. − O correto é "pudica".


Pelas características enunciadas, estamos nos referindo ao vício de linguagem denominado de:

Alternativas
Q3701119 Português
Algumas frases ou falas, dependendo da forma em que são escritas ou faladas, podem provocar ambiguidade. A ambiguidade pode ser proposital como recurso linguístico, ou apenas um vício de linguagem. Atente-se para a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão

Percebe-se uma ambiguidade lexical, no intuito de provocar efeito de sentido no texto:
Alternativas
Q3496716 Português
Marque a alternativa que representa a figura de um pleonasmo:
I - Há cinco anos atrás viajei com os amigos.
II - Para encontrar o objeto, é necessário recuar para trás.
III - O cientista manipulou o tubo de ensaio com as mãos.
IV – O protagonista principal ganhou o Oscar. 
Alternativas
Q2808596 Português

TEXTO II


A casa que educa


71 ____ Escrevo para vocês, crianças! O Amyr Klink é

72 um navegador. Navega num barco a vela. Vela é

73 uma armadilha para pegar o vento. O vento tem

74 força. Os barcos a vela navegam movidos pela

75 força do vento. O vento vem, bate nas velas e

76 empurra o barco. Mas o que fazer quando o

77 navegador quer ir para o sul e o vento sopra para

78 o norte? Peça a um professor para lhe explicar

79 isto. Antes das velas era preciso remar para o

80 barco navegar. Dava muita canseira. Mas aí um

81 dos nossos antepassados descobriu que o vento

82 faria o serviço dos remos e o homem poderia fazer

83 outras coisas…

84 ____ Toda a nossa história passada, desde os

85 tempos das cavernas, é a história dos homens

86 aprendendo a fazer a natureza fazer o trabalho por

87 eles. Os moinhos de vento, os moinhos de água, o

88 arco e a flecha, as alavancas, os monjolos, o fogo…

89 ____ O Amyr Klink disse que as crianças

90 aprendem “construindo” uma casa. Concordo.

91 Para aprender uma coisa é preciso fazê-la. As

92 crianças da ilha Faroe aprendiam o que

93 precisavam saber para viver construindo uma

94 casa! Mas não será muito difícil construir uma

95 casa? É difícil. Mas há um truque: a gente pode

“96 imaginar” a casa que a gente quer construir. Tudo

97 o que a gente faz começa na imaginação: um

98 quadro, um avião. Santos Dumont imaginou o 14-

99 Bis antes de construí-lo. Uma viagem, uma técnica

100 cirúrgica, um foguete, uma música, um livro… –

101 tudo começa na imaginação.

102 ____ Quando vou fazer um papagaio, a primeira

103 coisa é imaginá-lo na minha cabeça: o seu tipo (há

104 papagaios do tamanho de uma casa!), as suas

105 cores, as ferramentas de que vou precisar e os

106 materiais que vou usar: tesoura, canivete, serra,

107 linha, cola, papel… O mesmo vale para uma casa. A

108 primeira coisa é imaginar a casa, como se estivesse

109 pronta. O Oscar Niemeyer, que planejou os

110 edifícios fantásticos de Brasília, a primeira coisa

111 que faz é “desenhar” no papel o edifício que ele vê

112 com os olhos da imaginação.

113 ____ Imagine a casa que você gostaria de

114 construir. Terá um ou dois andares? As telhas

115 serão vermelhas? E as paredes? De que cor serão?

116 Terá uma chaminé para um fogão de lenha ou uma

117 lareira? Terá um jardim na frente? Para que lado

118 estará virada? Na sua cidade, qual é a direção do

119 sul? E do oeste? Onde nasce o sol? Onde se põe?

120 Mas o sol se põe? Esses são os pontos cardeais. É

121 importante saber onde estão os pontos cardeais

122 por causa da luz do sol. Aí é preciso desenhar essa

123 casa no papel, para que os pedreiros e carpinteiros

124 saibam como a imaginei. O desenho torna a

125 imaginação visível. Quem faz esse desenho é o

126 arquiteto. Aí será preciso fazer uma lista dos

127 materiais que você terá de usar para construir sua

128 casa. Começando com tijolo, cimento, areia, e

129 sem se esquecer dos pregos. Não se esqueça do

130 dinheiro, sem o qual não se compra nada. Seu pai

131 e sua mãe terão prazer em ajudá-lo.


ALVES, Rubem. A casa que educa. In: Educação. 2011. Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2021/10/12/rubem-alves-criancas-almyr/. Acesso em: 27 fev. 2023.

Assinale a opção que apresenta corretamente a figura de linguagem presente no título do texto, com sua respectiva descrição.

Alternativas
Q2658846 Português

Considere o texto a seguir, escrito por Rubem Braga, para responder as próximas questões.

.

“Leio uma carta de um amigo que está há alguns anos na Europa: não aguenta mais, quer voltar para o Brasil. Meu primeiro pensamento é escrever para lhe contar que o Brasil não está valendo muito a pena; que tudo de ruim que ele deixou aqui há dois ou três anos somente piorou; que a minha cozinheira pede mais dinheiro para as mesmas compras e o meu jornal paga o mesmo dinheiro pelas mesmas crônicas; que o trânsito está cada dia pior; que pela primeira vez na história faltou água anteontem em meu apartamentinho; que a jovem professora primária do subúrbio me informa que a miséria e as mazelas da criançada aumentaram; que acha ridículo dar noções de higiene a um garoto quando sabe que essas noções apenas irão fazê-lo mais infeliz sem o tornar menos sujo, pois ele dorme no mesmo quarto em que dormem cinco pessoas mais, e seu casebre não tem instalações sanitárias nem água encanada: que falta transporte, falta energia, falta telefone, falta governo, e parece que só não falta é falta de vergonha. Ia escrever isso para meu amigo; mas eu também já morei no estrangeiro; também já senti, no fim de um verão, que outro outono chuvoso e frio ia me levando para um inverno de dias curtos e pardos, de vento e de lama; e também arrumei as malas, ansioso para voltar ao Brasil e ao sol do Brasil; o sol e tudo que vem do sol, as frutas, a fala doce, a cadência do andar das mulheres, o jeito de comer, de beber e de amar, a convicção inconfessada, secreta, mas profunda, de que as coisas urgentes e desagradáveis que devem ser feitas hoje sem falta podem ser deixadas para amanhã ou depois... Que venha o amigo! Há um sofá no apartamento em que você cabe, e quando faltar água sairemos alegremente, de toalha embaixo do braço, peito aberto, braços nus. Comer, sempre se come; Dora faz angu e faz torresmo, e até estou com vontade de comprar um pintassilgo para cantar na varanda, talvez uma canarinha loura para amar o pintassilgo: e tenho duas redes onde poderemos deitar nas noites de verão para olhar as estrelas e sonhar com outro Brasil, com aquele Brasil com que sonhamos quando estamos na Europa”. (O saudoso, Rubem Braga, com adaptações).

No trecho “falta transporte, falta energia, falta telefone, falta governo”, o autor emprega a figura de linguagem denominada:

Alternativas
Respostas
81: A
82: C
83: A
84: E
85: A
86: D
87: C
88: B
89: B
90: B
91: E
92: A
93: D
94: D
95: C
96: B
97: B
98: B
99: D
100: A