Questões de Concurso
Sobre uso dos dois-pontos em português
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Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.
I. Para isso, terá dois caminhos: incorporar novas áreas ou ampliar a produtividade. (1º parágrafo) Os dois-pontos assinalam o sentido especificativo e explicativo do segmento introduzido por eles.
II. "sem derrubar uma única árvore" (4º parágrafo) As aspas isolam a afirmativa que constitui a ideia principal, em torno da qual se desenvolve o texto.
III. ele opta pela expansão da área, que é muito mais barata (final do texto) A vírgula pode ser retirada do período, que permanece correto, porém com alteração do sentido original.
Está correto o que consta APENAS em .
I) Na passagem - Mantêm suas moradas, andam, voam e nadam libertos na natureza, sem a ficção do Estado constituído. – substituir as duas primeiras vírgulas por pontos finais e acrescentar mais um ponto final depois da forma verbal VOAM com os devidos ajustes de letras minúsculas em maiúsculas.
II) Substituir os dois pontos do parágrafo 4 por uma vírgula seguida de PORQUE.
III) Substituir as vírgulas em - A convivência, até com os vegetais, não é regrada por textos legislativos. - por travessões.
IV) Na passagem - Lamentável, pois as lições dos bichos são bem diversas. – deslocar o conector POIS para depois de BICHOS, colocando-o entre vírgulas.
Quais manteriam o texto de acordo com a norma culta?
A substituição dos dois-pontos empregados logo após “comunicação” (l.8) pelo vocábulo pois alteraria o sentido original do texto.


Para marcar com mais nitidez que o período iniciado na linha 9 trata do voto obrigatório, a vírgula poderia ser deslocada para depois da palavra “voto", ficando o período assim pontuado: Somente quando se torna obrigatório o voto, assumiria (...).
A vírgula empregada após a expressão “ou seja" (l.17) poderia ser substituída por dois-pontos sem prejuízo para a correção gramatical do texto.
Dadas as relações de sentido do período, o sinal de dois- pontos, na linha 6, poderia ser substituído pela conjunção “porque", sem prejuízo do sentido geral do trecho.
I. A desconfiança e o medo da ciência eram alimentados por alguns sentimentos: o de que a ciência era incompreensível... (último parágrafo)
Os dois-pontos do segmento acima introduzem argumentos que respaldam o que foi afirmado anteriormente no texto.
II. Não exigia do operador mais que reconhecer as cédulas e moedas do dinheiro local. (2º parágrafo)
O verbo grifado acima pode ser substituído por inquiria, sem prejuízo para a lógica e a correção da frase.
III. Para fins práticos, a situação do operador de caixa do supermercado representava a norma humana de fins do século XX; não precisamos entender... (3º parágrafo)
O sinal de ponto e vírgula da frase acima pode ser substituído por dois-pontos sem prejuízo para a lógica e a correção da frase.
Está correto o que consta em
TODAS AS QUESTÕES SERÃO AVALIADAS COM BASE NO
REGISTRO CULTO E FORMAL DA LÍNGUA.

Considere as afirmativas seguintes, a respeito dos sinais de pontuação constantes do segmento acima transcrito.
I. As vírgulas que isolam o segmento embora alguns mantivessem ligações com escolas poderiam ser corretamente substituídas por travessões, sem alteração do sentido original.
II. As aspas na palavra "avenida" indicam que ela está empregada com o sentido específico de carnaval das escolas de samba.
III. Os dois pontos introduzem uma especificação, com o emprego da expressão o pagode de mesa, que conclui o pensamento anterior.
Está correto o que consta em

Especialistas da Universidade de Harvard alertam: altos níveis de fosfatos, encontrados em refrigerantes e alimentos processados, podem acelerar os sinais de envelhecimento.
Assinale a alternativa que apresenta um substituto correto para o sinal de dois-pontos.
Especialistas da Universidade de Harvard alertam a população altos níveis de fosfatos encontrados em refrigerantes e alimentos processados podem acelerar os sinais de envelhecimento.


Julgue os próximos itens, relativos à organização das ideias no
texto.
Na linha 19, o autor emprega o sinal de dois-pontos para introduzir mais uma especulação do narrador a respeito do ponto de vista de Nicolau acerca do fato ocorrido após a dissolução da assembleia.
continuamente por notícias ou torpedos numa rede comunica-
cional em que se projeta a prevalência da mídia, que passou a
conformar nosso modo de ser. O virtual assume papel relevante
na realidade, pois as formas de conhecer e avaliar deixaram de
ser fruto da leitura e da reflexão para se alicerçarem unicamente
na informação rápida, no conhecimento por tiras, retirado das
comunicações que são enviadas em processo contínuo de
transmissão durante todo dia, compartilhadas por todos.
Dessa forma a assunção de convicções individuais, bem
como o silêncio e a solidão cederam passo a uma posição
passiva de recepção contínua e coletiva de comunicações, com
aceitação indiscutida da informação urgente trazida pelos
órgãos da imprensa. E o grande meio de informação ainda é a
televisão, em especial no Brasil, malgrado o crescimento da
internet. Mas o que é a televisão?
A televisão pode ser uma via autoritária, na medida em
que penetra nossa existência em todos os instantes, de manhã
até a noite. Não há mais horário para ver televisão, vê-se
televisão a todo tempo. Não se escolhe um programa de
televisão, liga-se a televisão, cuja mensagem é recebida
enquanto se conversa ou durante o jantar. Assim, a televisão é
uma imposição de modos de ser, de pensar, que vão sendo
introjetados imperceptivelmente. Os programas de baixo nível,
nada educativos e exploradores de anseios de sucesso
segundo o modelo dos "famosos", são fenômenos graves, pois
hoje não têm mais força os emissores simbólicos tradicionais: a
religião, a escola, o sindicato, a família. Concentra-se a capaci-
dade de transmissão simbólica nos meios de comunicação, com
fácil penetração dos estereótipos forjados pela mídia em campo
aberto, dada a desavisada recepção. Assim, o rádio e a
televisão têm um impacto extraordinário porque expressam
manifestações de cunho valorativo, mesmo no campo político, e
modelam a opinião pública.
Em grande parte dos países democráticos há formas de
controle da mídia, porém prevalece a autorregulação, tal como
no Canadá, na Austrália, na Inglaterra. A autorregulação, a meu
ver, cabe ser exercida por um ombudsman, dotado de indepen-
dência e inamovibilidade durante seu mandato, que deverá
pautar sua ação em código de conduta do órgão de imprensa, a
ser registrado em conselho constituído segundo lei federal.
Desse modo, conciliam-se o direito de liberdade de expressão e
o direito de preservação dos valores éticos e sociais da pessoa
e da família, como expressa nossa Constituição. Faz-se, assim,
a conjugação e não a colisão de direitos.
(Trecho de artigo de Miguel Reale Júnior, com adaptações.
O Estado de S. Paulo, A2, Espaço aberto, 4 de dezembro
de 2010)
I. Mas o que é a televisão?
A questão colocada ao final do 2o parágrafo é apenas retórica, servindo para marcar uma pausa no desenvolvimento do texto, pois o autor parte do princípio de que os leitores já conhecem bastante bem o assunto.
II. O emprego das aspas em "famosos" (3o parágrafo) assinala noção valorativa do autor a respeito do sentido atribuído habitualmente a esse vocábulo.
III. Após os dois pontos, no 3o parágrafo, ocorre uma enumeração que explicita a expressão imediatamente anterior a esse sinal de pontuação.
Está correto o que consta SOMENTE em











