Questões de Concurso
Comentadas sobre uso dos conectivos em português
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As questões de números 18 a 21 baseiam-se no trecho: O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres,alargando a percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.

I. Observando as frases – ... confessa os crimes e é solto. – e – ... confessa o crime (...) e é presa. – é correto afirmar que, na articulação dos elementos textuais, os termos destacados são antônimos.
II. Na frase – O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido... – o emprego do numeral dá ênfase à informação, reforçando, também, o horror do crime.
III. Em – ... não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria. – a conjunção destacada estabelece relação de causa entre as orações do período.
Está correto apenas o que se afirma em
Ivo era tão um profissional tão preparado que conseguiu a vaga pretendida.
O termo sublinhado traduz valor:
Adaptado de: http://veja.abril.com.br/especiais/jovens_2003/p_038.html)
Esse tipo de ponderação é o que leva à maturidade.
Observe as afirmativas abaixo.
1. Em “Se não acham correto” o termo sublinhado indica uma causa.
2. Em “ainda que isso cause divergências” a expressão sublinhada indica uma concessão, no que se refere ao enunciado anterior.
3. Na frase do texto “Ou ele vai contra… ou acata a determinação”, a palavra sublinhada corresponde a uma alternativa.
4.O pronome Esse, em “Esse conflito é importante” e “Esse tipo de ponderação”, é demonstrativo e funciona como elemento de coesão.
5. Em “o que leva” o termo sublinhado é artigo definido, com valor de pronome oblíquo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Com referência à sintaxe dos períodos acima enumerados, julgue os
itens que se seguem.
TEXTO 1
“O Brasil tem mil dias, a partir de hoje, para corrigir problemas
em inúmeras áreas e poder encantar o mundo na Copa 2014.
Se 52 obras de infraestrutura das 81 previstas nem começaram,
no caso da legislação é pior: o projeto com as garantias para a Fifa
nem foi enviado ao Congresso. Os estádios avançam, mas a seleção
de Mano Menezes...”
(O Globo, 16-09-2011)
Nessa mesma frase de Franco Montoro, o conectivo se, no início da frase, tem valor semântico de:

Estado de Minas: “Na sua opinião, a língua portuguesa
faz jus à fama de difícil ou há equívocos no ensino do
português?
M.A.P: Nenhuma língua é fácil, mas o estudo delas pode
ser muito interessante. O que acontece é o que o ensino
do português – principalmente de gramática- é feito de
equívocos. Estudar a estrutura de uma língua é uma
atividade científca, assim como estudar o sistema solar
ou o funcionamento dos seres vivos. Assim, depende
de observação, de construção de hipóteses, de crítica.
E tem a ver com o estudo da linguagem, que é o mais
importante de todos os fenômenos sociais. Como se vê, o
estudo do português (e me refro sempre principalmente
à gramática) tem tudo para ser, senão fácil, muito
interessante. No entanto, o ensino de português (com
algumas exceções) se concentra na memorização do que
está nas gramáticas, além de uma multidão de regrinhas
e proibições com o objetivo de levar os alunos a conhecer
o “português correto”.

Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as circunstâncias indicadas pelos termos negritados:
A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.
(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
Em qual deles essa união está de acordo com a norma - padrão?
Outras alternativas, menos problemáticas, seriam a emissão de papel-moeda por meio da criação de um banco emissor capaz de atender as necessidades de gastos do governo. Essa solução teria sido apresentada por um nobre à D. João VI durante a viagem da Corte Portuguesa da Europa para o Brasil. Desde o século XVII eram feitas sugestões aos reis portugueses para que criassem instituições bancárias.
Restavam ao governo português duas alternativas para aumentar a liquidez do sistema e financiar os gastos. Uma delas, que consistia em promover a elevação do valor de face da moeda, ainda que possibilitasse um aumento nominal do estoque de moeda, apresentava custo político elevado, já que, na prática, ocasionaria a depreciação do poder de compra da moeda.
Que mundo ordenado e bom!
Namorar quem?
Minha alma nasceu desposada
Com um marido invisível.
( http://pensador.uol.com.br/autor/adelia prado/)
Bebeu e está dirigindo?
Desculpe a intimidade, mas a viúva é bonita?
Dirigir e beber é suicídio. Não brinque no trânsito. .





