Questões de Concurso Sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português

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Q840263 Português

Em relação à pontuação do texto, considere as seguintes afirmações.


I - A transposição da expressão em junho daquele ano (l. 05-06) para depois da expressão "O Alienista" (l. 06) eliminaria a obrigatoriedade do uso de vírgulas.

II - O ponto final após o vocábulo público (I. 53) poderia ser substituído por dois-pontos, com os devidos ajustes no emprego de maiúsculas e minúsculas, sem que isso acarretasse erro gramatical na sentença.

Ill- A colocação de uma vírgula após os parênteses da linha 77 não acarretaria erro gramatical na sentença.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q832540 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está correta.
Alternativas
Q829879 Português

Verifique as afirmações abaixo, que se referem ao emprego de pontuação no texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) As duas vírgulas da linha 02 foram empregadas pela mesma razão, separar adjuntos adverbiais.

( ) Os dois pontos da linha 30 precedem uma citação de um interlocutor diferente do narrador.

( ) A vírgula da linha 23 assinala uma oração adverbial deslocada.

( ) O ponto de exclamação da linha 42 denota a ênfase atribuída pelo narrador ao enunciado.

( ) O travessão utilizado na linha 48 assinala a introdução do discurso direto.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q825810 Português

Julgue o item a respeito dos sentidos do texto e de seus aspectos linguísticos.

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o ponto que encerra o primeiro período do texto fosse substituído por dois pontos e feita a devida alteração de maiúscula e minúscula.

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Q813831 Português
Leia a crônica de Walcyr Carrasco para responder à questão.

Febre de fama
Há uma inflação de candidatos a astro e estrela. Toda família tem um aspirante aos holofotes. Desde que comecei a escrever para televisão, sou acossado por gênios indomáveis.
Dias desses, fui ouvir as mensagens do celular. Uma voz aflita de mulher:
– Preciso falar urgentemente com o senhor.
“É desgraça!”, assustei-me. Digitei o número.
– Quero trabalhar em novela – disse a voz.
Perguntei (já pensando em trucidar quem havia dado o número do meu celular) se tinha experiência como atriz. Não. Nem curso de interpretação. Apenas uma certeza inabalável de ter nascido para a telinha mágica. Com calma, tentei explicar que, antes de mais nada, era preciso estudar para ser atriz. Estudar? Ofendeu-se:
– Obrigada por ser tão grosseiro! e desligou o telefone.
Incrível também é a reação dos familiares. Conheci a mãe de uma moça que dança em um dos inúmeros conjuntos em que as integrantes rebolam em trajes mínimos. Bastante orgulhosa da pimpolha, a mãe revelou:
– Quando pequena ela queria ser professora, mas escolheu a carreira artística. Ainda bem!
Comentei, muito discreto:
– É... ela vai longe...
– Nem me fale. Daqui a pouco, vai estar numa novela!
Essa febre de fama me dá calafrios. Fico pensando na reação de grandes artistas como Marília Pêra, Tony Ramos, Juca de Oliveira diante desse vale-tudo, desse desejo insano por ser famoso a qualquer preço.
(Veja SP, 21.10.1998. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a pontuação está empregada corretamente e preserva o sentido original do texto.
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Q775275 Português

A partir do texto acima, julgue o item a seguir.

Sendo o trecho “Que às vezes se extasia como diante de fogos de artifício” (linhas 6 e 7) uma oração subordinada adjetiva, é correto afirmar que a autora subverte as regras de pontuação prescritas pela gramática ao isolar, com ponto final, tal trecho do termo ao qual ele se subordina.

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Q772915 Português
LÍNGUAS MUDAM
Por Sírio Possenti. Adaptado de: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3089/n/linguas_mudam Acesso em 13 jan 2017.
Que as línguas mudam é um fato indiscutível.O que interessa aos estudiosos é verificar o que muda, em que lugares uma língua muda, a velocidade e as razões da mudança. Desde a década de 1960, um fator foi associado sistematicamente à mudança: a variação. Isso quer dizer que, antes que haja mudança de uma forma a outra, há um período de variação, quando as duas (ou mais) ocorrem – inicialmente em espaços ou com falantes diferentes. Aos poucos, a forma nova vai sendo empregada por todos; depois, a antiga desaparece. [...].
Os sociolinguistas, eventualmente, fazem testes para verificar se um caso de variação é ou não candidato à mudança. O teste simula a passagem do tempo verificando qual é a forma adotada pelos falantes mais velhos e pelos mais jovens. Por exemplo: se os mais velhos escrevem ou dizem sistematicamente “para fazer uma tese é preciso que...” e os mais jovens, “para se fazer uma tese...”, este é um indício de que o infinitivo sem sujeito, nesta posição, tende a desaparecer com o desaparecimento dos falantes mais idosos (e “para se fazer” será a forma única, pelo menos durante um tempo).
De vez em quando, há discussões sobre certos casos. Dois exemplos: o pronome ‘cujo’ e a segunda pessoa do plural dos verbos (‘jogai’ etc.). Minha avaliação (bastante informal) é que ‘cujo’ desapareceu. O que quer dizer “desapareceu”? Que não se emprega mais? Não! Quer dizer que não é mais de emprego corrente; só aparece em algumas circunstâncias – tipicamente, em textos muito formais (em geral de autores idosos). E, claro, em textos antigos.
Que apareça em textos antigos é uma evidência de que a forma era / foi empregada. Que apareça cada vez menos é um indício de que tende a desaparecer. Com um detalhe: desaparecer não quer dizer não aparecer nunca mais em lugar nenhum. Quer dizer não ser de uso corrente. Para fazer uma comparação, ‘cujo’ é como a gravata borboleta: só usamos esse item em certas cerimônias, ou seu uso é uma idiossincrasia [...].
Outro caso é a segunda pessoa do plural, em qualquer tempo ou modo. Recentemente, um colunista defendeu a tese de que a forma está viva. Seu argumento: aparece em cartazes de torcedores em estádios de futebol, especialmente do Corinthians, no apelo “jogai por nós”. Mesmo que este seja um fato, a conclusão é fraca. A forma é inspirada numa ladainha de Nossa Senhora, toda muito solene, muito mais do que formal. E é bem antiga, traduzida do latim. [...] A cada invocação, os fiéis respondem “rogai por nós”. “Jogai por nós” é uma fórmula inspirada em outra fórmula, típica desta oração. Para que se possa sustentar que a segunda pessoa do plural não desapareceu, seria necessário que seu uso fosse regular. Que, por exemplo, os corintianos também gritassem “Recuai, Wendel”, “Não erreis estas bolas fáceis, Vagner Love”, “Tite, fazei Malcolm treinar finalizações” e, quando chateados, gritassem “Como sois burro!”. Espero que nenhum colunista sustente que isso ocorre... [...] O caso “jogai” me faz lembrar outro, da mesma natureza, de certa forma. Se há um fato consensual em português (do Brasil) é que não se diz naturalmente “ele o/a viu, vou fazê-la sair”. Estas formas pronominais objetivas diretas de terceira pessoa são verdadeiros arcaísmos. Só são parcialmente aprendidas na escola. Os alunos começam a empregá-las depois de alguns anos, um pouco por pressão, um pouco porque se dão conta de que cabem em textos mais monitorados. Mas essas formas nunca aparecem na fala deles (e são muitíssimo raras também na fala de pessoas cultas, como as que aparecem em debates na TV).
Curiosamente, uma das formas de manifestar chateação, com perdão da expressão, é “p*** que o pariu”! Aqui, o pronome oblíquo aparece! Entretanto, ninguém vai dizer que esse é um argumento para sustentar que o pronome oblíquo está vivo. Se disser...
Sírio Possenti Departamento de Linguística - Universidade Estadual de Campinas
 
Analise as proposições a seguir sobre a pontuação do seguinte trecho: Curiosamente, uma das formas de manifestar chateação, com perdão da expressão, é “p*** que o pariu”! Aqui, o pronome oblíquo aparece! Entretanto, ninguém vai dizer que esse é um argumento para sustentar que o pronome oblíquo está vivo. Se disser... I. A primeira vírgula é opcional, ou seja, sua presença é apenas um recurso de entonação. II. A segunda e a terceira vírgula estão isolando uma oração explicativa. III. As aspas foram empregadas para indicar que a expressão é própria da linguagem verbal. IV. O segundo ponto de exclamação que aparece no trecho foi empregado para indicar espanto. Agora assinale a alternativa que contenha análise correta sobre as proposições.
Alternativas
Q1851957 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão proposta. 



Considere o trecho: “Apezar da xuva, muita jente esteve prezente ao ezersisio de jinastica qe teve lugar no colejio. Omens, mulheres e criansas no fim cantaram o Ino Nasional. Ouve pesoas qe ate xoraram de emosão cuando a festa terminou. Oje qem qiser pode asistir a nova aprezentasão.” (Linhas 1-3)


Assinale a alternativa que contém a grafia CORRETA do trecho acima.

Alternativas
Q1766619 Português

Luz é o melhor remédio


    Bactérias são seres microscópicos, invisíveis a olho nu, que podem causar danos à nossa saúde. Para nos livrar delas, muitas vezes os médicos recomendam o uso de antibióticos. Porém, nem sempre esses remédios funcionam, e podem trazer efeitos colaterais indesejáveis. Por isso, cientistas buscam outras formas de eliminar bactérias prejudiciais do nosso organismo. A mais nova delas? Uma lanterna!

    Isso mesmo que você leu. Cientistas da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, estão testando uma maneira de eliminar bactérias com a ajuda de raios de luz. A ideia veio de um estudante brasileiro que fez intercâmbio por lá: Caio Guimarães, aluno de engenharia elétrica da Universidade de Pernambuco (UPE).

    Trata-se de uma lanterna capaz de destruir os microrganismos, sem causar dano ao hospedeiro. O aparelho, portátil, é composto por um conjunto de microagulhas presas em uma placa que é pressionada contra a pele. As microagulhas são, então, absorvidas pelo organismo, e a luz chega aos tecidos do corpo atingidos pela infecção. Em cerca de uma hora, as bactérias indesejadas são eliminadas. Antes de começar a tratar pessoas com a nova técnica, porém, ainda há muitos testes a serem realizados, que vão verificar se o método é realmente seguro. Mas já é um grande começo.

(Disponível em: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/luz-e-o-melhor-remedio/. Acesso em: 24 jun.2016. Adaptado.)  

No trecho “Uma lanterna!”, a pontuação indica
Alternativas
Q1763020 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Fonte: http://www.viaseg.com.br/noticia/3965-saude_ocupacional.html –Texto adaptado especialmente para esta prova.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas seguintes propostas de alteração no texto.
( ) Na linha 03, pode-se trocar os dois-pontos após “alerta” por vírgula seguida de pois. ( ) Na linha 10, “já que” pode ser substituído por uma vez que ou por haja vista que. ( ) Na linha 15, o ponto após “desestimulante” pode ser substituído por dois-pontos e letra minúscula na palavra seguinte. ( ) Na linha 34, o “e” pode ser substituído por já.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1762084 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


(Texto adaptado para esta prova: http://super.abril.com.br/tecnologia/so-4-amigos-do-facebook-realmenteimportam-diz-estudo)

Analise as assertivas abaixo sobre alguns sinais de pontuação do texto:
I. Na linha 04, o travessão poderia ser substituído por uma vírgula, sem causar prejuízos à estrutura da frase. II. Os dois-pontos da linha 15 poderiam ser substituídos por ponto final, sem causar alteração ao sentido empregado na frase. III. As vírgulas da linha 27 (2ª e 3ª ocorrências) separam um aposto.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1698287 Português

Leia o texto para responder à questão.


Tecnologia


       Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. [...]

      Outra coisa: ele é mais inteligente. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava você. Ele sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. [...]

     Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. 


(Luís Fernando Veríssimo. Disponível em http://pensador.uol.com.br/

contos_de_luis_fernando_verissimo. Adaptado)

Considere o trecho do texto:
Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável.
Outro modo de reescrever e pontuar corretamente esse trecho, mantendo o sentido, é:
Alternativas
Q1625851 Português
Assinale a opção que corresponde ao período com melhor pontuação.
Alternativas
Q1394180 Português

O exemplo das rosas

Manuel Bandeira


Uma mulher queixava-se do silêncio do amante:

Já não gostas de mim, pois não encontras

palavras para me louvar!

Então ele, apontando-lhe a rosa que lhe morria

no seio:

Não será insensato pedir a esta rosa que fale?

Não vês que ela se dá toda no seu perfume?

(BANDEIRA, Manuel, Lira dos cinquent’anos. São Paulo: Global, 2013. p. 27)

Sobre o uso expressivo da pontuação no poema “O exemplo das rosas”, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1393819 Português


(Fonte: Marta Avancini e Luciana Alvarez. http://revistaeducacao.uol.com.br/ – publicado em out./2014 – adaptação)

Considerando o que preconiza Cegalla sobre o uso dos sinais de pontuação, avalie as afirmações que seguem relativamente ao uso desses sinais no texto:
I. As três primeiras vírgulas da linha 01 do texto separam termos de mesmo valor sintático – adjuntos adverbiais. II. Os dois pontos foram utilizados na linha 05 para indicar suspensão do pensamento, ou melhor, corte da frase emitida pelo interlocutor. III. A primeira vírgula da linha 17 e a primeira da linha 40 têm funções distintas: a primeira separa uma informação sobre o interlocutor; a segunda, um esclarecimento sobre o lugar de origem.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1364721 Português

Leia a charge a seguir para responder à questão.


Observando a expressão facial do personagem à direita e o uso das exclamações no enunciado, (“Isso quer dizer que serei reeleito nas próximas eleições!!!”), marque, abaixo, a relação semântica expressa pelas exclamações.
Alternativas
Q1348904 Português
Apagão Mental

   Subestimada por décadas, a ansiedade pode inviabilizar a vida social e a profissional, mas poucas pessoas buscam tratamento para aliviar os sintomas antes que cheguem ao limite. Segundo a Previdência Social, os transtornos mentais já são a terceira razão de afastamentos do trabalho no Brasil, sendo que os gastos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) giram em torno de R$ 200 milhões em pagamentos de benefícios anuais, dado que reforça a importância de se criar medidas de prevenção. Nesse contexto, a ansiedade, assim como a depressão, são os males que mais afetam as pessoas.
     Os gatilhos que desencadeiam a ansiedade são muitos. Os tipos dela, também. Desde que foi categorizada como uma patologia e inserida na terceira edição do DSM (sigla em inglês para Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), a ansiedade desdobrou-se em muitos males, como fobias e alguns tipos de transtorno - do pânico, obsessivo-compulsivo, de estresse póstraumáticos, de ansiedade social ou de ansiedade generalizada, por exemplo. [...]
   Em suma, a ansiedade é entendida como um sintoma disfuncional da personalidade que acarreta em um conjunto de sensações físicas e psicológicas, um sentimento vago e desagradável de medo e tensão que surge com a antecipação de perigo ou uma apreensão em relação ao sofrimento futuro. “A pessoa que está lidando no automático com a vida ou alguma situação específica não consegue compreender o que está fazendo. Geralmente quem vive dessa maneira tem grandes chances de sofrer um episódio de pânico, desenvolver o transtorno de ansiedade generalizada ou uma fobia social. Fazer mais e mais atividades é uma tentativa de não deixar o aparelho psíquico negociar diferentes instâncias”, diz o psicanalista Claudio César Montoto. Nesse sentido, a ansiedade é uma espécie de “acúmulo de várias negligências internas com as próprias necessidades”, completa o psicólogo clínico Frederico Mattos. [...]
   Há dois tipos de crise mais comuns. O primeiro é o transtorno do pânico, caracterizado por um ataque em que, de repente, a pessoa passa a sentir falta de ar, taquicardia e chega até a sentir que vai morrer. O segundo é a ansiedade generalizada, que pode trazer tontura, tensão muscular e um medo persistente.
      Mas há uma parcela considerável de pessoas que se queixa desse problema num nível, digamos, não patológico. Por isso, entender esse sintoma passa por entender sua ambiguidade: se hoje esse distúrbio parece ser, junto com a depressão, um grande vilão do mundo moderno, ele nem sempre foi visto assim. A psicanálise e até mesmo a medicina, por exemplo, consideraram em outros tempos que esse mal era simplesmente uma condição típica do ser humano, por meio da qual ele se relaciona com o mundo. Nesse cenário, lidar com a ansiedade possibilitou ao homem aprender, por exemplo, a antecipar o risco, o que teria ajudado na sobrevivência da espécie. [...]

(Maria Beatriz Gonçalves, Adaptado de http://tab.uol.com.br/ansiedade/ -
acesso em 04 de abril de 2016)
Assinale a alternativa em que a pontuação está inteiramente correta.
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Q1348827 Português

No lixo, uma fonte de energia para o futuro


Ramona Ordonez
Adaptado de O Globo, 21/02/2016.

Depois de uma alta de mais de 50% nas contas de luz no ano passado, vale quase tudo para economizar. Até mesmo investir em lixo. (l. 1-2)
A frase destacada acima está separada da anterior por um ponto-final, mas, em seu lugar, poderia ter sido usada uma vírgula. Em relação ao conteúdo do trecho sublinhado, o uso do ponto colabora para expressar ideia de:
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Ano: 2016 Banca: IF-BA Órgão: IF-BA Prova: IF-BA - 2016 - IF-BA - Nível Médio |
Q1317731 Português
O uso dos pontos de exclamação nas falas da charge indicam:
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Q1222312 Português
Sociedade desvaloriza docência ao achar que todos podem lecionar Todo dia 15 de outubro, comemora-se, em nosso país, o Dia dos Professores. Como docente, fico especialmente feliz por ser lembrada, nesta data, pelos meus alunos, ex-alunos, amigos e familiares. Mensagens de afeto e de estima deixam, sem dúvida, todo educador feliz. Entretanto, além de mensagens de apoio e carinho, ouso dizer, em nome dos professores brasileiros, que desejamos ser reconhecidos, por todos os segmentos da sociedade, como profissionais do ensino. Infelizmente, ainda hoje, a imagem da docência permanece no campo dos valores altruístas e da realização pessoal. O dom e a vocação, o amor pelas crianças, o amor pelo outro, o amor pela profissão e o amor pelo saber parecem sustentar a ideia que se tem sobre o ser professor. Por sua vez, esse entendimento socialmente construído e persistente traz implícito um equívoco: o de não reconhecer a existência de um conjunto de saberes indispensável ao trabalho docente que os outros – que não são professores– não dominam. Entendo que o mais importante deles, e que se encontra unicamente no domínio dos professores, diz respeito ao saber fazer com que o conhecimento seja aprendido e apreendido pelo aluno por meio da ação docente. É o que a sociedade espera que ele faça. Assim, neste 15 de outubro, a bandeira que eu levanto é a de combate à ideia de que "qualquer um pode ser professor". Infelizmente, o não reconhecimento de um conhecimento específico para o exercício da docência associado à precarização da profissão – que envolve condições conjunturais como salários, níveis de participação, carreira, condições de trabalho, formação, entre outros – vem contribuindo para que a docência se mostre menos motivadora do que outras opções profissionais, o que tem acarretado escassez de professores, especialmente em algumas áreas e segmentos de ensino. Em pesquisa sobre a atratividade da carreira docente, desenvolvida pela Fundação Carlos Chagas sob a encomenda da Fundação Victor Civita, em 2009, uma aluna de uma escola pública de Feira de Santana (BA), preocupada com o futuro da profissão docente, argumenta: "hoje em dia, quase ninguém quer ser professor. Nossos pais não querem que nós sejamos professores, mas eles querem que existam bons professores. Mas, como é que vai existir bons professores se meu pai não quer, o dela não quer? Como é que vai ter professores? Aí fica difícil, não é?". E fica mesmo! Cada um de nós é responsável pela construção de um referencial positivo do professor. A bandeira pelo reconhecimento profissional do ensino implica também no desenvolvimento de políticas públicas que tenham como prioridade a valorização do magistério, dos cursos de licenciatura e no reconhecimento do papel do ensino e da educação básica para o desenvolvimento do país, para a formação de uma cidadania ativa e para a construção de uma sociedade mais justa e mais humana. Cada um dos mais de 2 milhões de professores brasileiros merece não só o nosso reconhecimento, como também o direito de ser de fato assistido em sua formação e em seu desenvolvimento profissional. Parabéns, professor! Parabéns, também, aos jovens que optaram pela docência como profissão! http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/
No último parágrafo do texto, o segmento “Parabéns, professor!” contém vírgula, para:
Alternativas
Respostas
721: D
722: C
723: D
724: C
725: A
726: C
727: B
728: A
729: D
730: A
731: E
732: A
733: C
734: B
735: A
736: A
737: A
738: A
739: A
740: C