Questões de Concurso
Sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português
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TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

Tirinhas Armandinho - Tudo Junto e Misturado - Litoral. Dsiponível em:
https://www.google.com/search?source=univ&tbm=isch&q=tirinhas+armandinho+
e&sa=X&ved=2ahUKEwj_qIK5s8XrAhXimuAKHZKcDkcQsAR6BAgKEAE&biw=13
66&bih=657#imgrc=CAzIcviW2wri4M
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.
Trabalho remoto exige planejamento e organização
Por Verônica Ruffino

(Disponível em: https://www.ifpb.edu.br/joaopessoa/noticias/2020/04/trabalho-remoto-exige-planejamento-e-organizacao–texto adaptado especialmente para esta prova).
Quem inventou a aviação? No Brasil, sabemos que foi Santos Dumont. No resto do mundo, o consenso vai para os irmãos Wright. Na verdade, o que esses e outros pioneiros fizeram no início do século 20 foi construir máquinas caras e praticamente inúteis, que só voavam alguns metros. Provaram, porém, que voar era possível.
A aviação veio depois, e nisso os Wright tinham duas grandes vantagens: espírito empresarial e indústria nacional capaz de realizar seus planos.
Outro “voo de galinha”, que pode ter consequências ainda mais revolucionárias, foi divulgado na revista Nature: a Google anunciou ter usado um computador quântico para fazer em 3 minutos e 20 segundos um cálculo que o supercomputador mais rápido do mundo levaria 10 mil anos para fazer.
O problema que esse computador tratou — identificação de padrões em sequências de números aleatórios — não tem grande interesse prático. A IBM, competidora da Google, apressou-se em afirmar que computadores clássicos poderiam resolvê-lo em apenas 2,5 dias (mas não ofereceu fazê-lo....).
O computador da Google custou milhões de dólares e é praticamente inútil. Seu mérito foi provar que é possível.
Computação quântica é uma das ideias mais fascinantes da ciência desde os anos 1980, quando foi proposta por Paul Benioff e outros cientistas. Computadores clássicos guardam e processam informação na forma de bits, unidades minúsculas capazes de assumir apenas dois estados: 0 ou 1. Computadores quânticos tiram proveito das propriedades bizarras da matéria descritas pela mecânica quântica para realizar cálculos de modo muito diferente.
Uma dessas propriedades é a “superposição”: as unidades básicas dos computadores quânticos, chamadas qubits, podem assumir os dois estados, 0 e 1, ao mesmo tempo! Isto lhes confere uma capacidade extraordinária para armazenar e processar informação.
Uma dessas propriedades é a “superposição”: as unidades básicas dos computadores quânticos, chamadas qubits, podem assumir os dois estados, 0 e 1, ao mesmo tempo! Isto lhes confere uma capacidade extraordinária para armazenar e processar informação. Outra propriedade, ainda mais estranha, é o "emaranhamento": bits clássicos podem ser modificados independenetemente uns dos outros, mas os qubits estão ligados de tal modo que ações sobre qualquer deles afetam todos os outros. Isso acelera os cálculos de maneira vertiginosa.
Essas ideias foram desenvolvidas ao longo do século 20 por gerações de cientistas cujo único objetivo era entender a natureza: é mais um exemplo de pesquisa “inútil”, mudando profundamente o nosso mundo.
VIANA, Marcelo Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloviana/2019/11/o-1o-voo-da-computacao-quantica.shtml Acesso em: 22 jan. 2020.
Com base no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

(Disponível em: https://www.cleanipedia.com/br/familia/cuidados-com-produtos-de-limpeza.html – texto
adaptado especialmente para esta prova.)
( ) A vírgula, o travessão, os parênteses, o ponto e vírgula e os dois-pontos, indicam uma pausa que não quebra a continuidade do discurso, mostra que a frase ainda não foi finalizada. ( ) O ponto simples, o ponto parágrafo e o ponto final, indicam uma pausa mostrando o término do discurso, ou parte dele. ( ) O ponto de interrogação, o ponto de exclamação e as reticências, indicam uma pausa que serve para frisar uma intenção, ou estado emotivo. ( ) Emprega-se o ponto e vírgula para separar as várias partes distintas de um período, que se equilibram em valor e importância. ( ) Emprega-se o ponto e vírgula para separar as séries, ou membros de frases, que já são interiormente separadas por vírgulas. ( ) Empregam-se os dois-pontos antes de uma citação.


( ) O ponto de interrogação, na linha 13, introduz uma pergunta direta, porém sem um interlocutor definido. ( ) O uso das aspas, na linha 13, indica realce das palavras empregadas pelo autor. ( ) O travessão, na linha 18, introduz uma fala em discurso direto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Na letra da música Socorro, de Arnaldo Antunes, percebe-se a presença da licença poética no trecho a seguir: “Meu coração já não bate, só apanha…”. Sabe-se que o coração não é capaz de bater ou apanhar, no entanto, com a utilização do recurso, o autor reforça que em sua vida afetiva está mais acostumado a sofrer do que a ter alegrias.
Infância
Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.
Minha mãe ficava sentada cosendo.
Meu irmão pequeno dormia.
Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé,
comprida história que não acaba mais.
No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu
a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu
chamava para o café.
Café preto que nem a preta velha
café gostoso
café bom.
Minha mãe ficava sentada cosendo
olhando para mim:
- Psiu... Não acorde o menino.
Para o berço onde pousou um mosquito.
E dava um suspiro... que fundo!
Lá longe meu pai campeava
no mato sem fim da fazenda.
E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé.
Carlos Drummond de Andrade. Antologia poética. Rio de Janeiro:Record,2000 p. 67
I- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias e pouca roupa, mas engana-se quem considera o evento como a maior festa popular do mundo. Não, não é não. O carnaval está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios. II- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias e pouca roupa. Mas, engana-se quem considera, o evento como a maior festa popular, do mundo. Não não é não. O carnaval está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios. III- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar, brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias, e pouca roupa, mas engana-se quem considera o evento como a maior festa popular do mundo. Não, não é não. O carnaval, está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios. Fonte:(https://administradores.com.br/noticias/unidos-da-decadencia-do-carnaval).
É CORRETO o que se afirma apenas em:
