Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
Foram encontradas 7.140 questões
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

[1] “É ele que conta, hoje, adulto [...]” (linha 3)
[2] “O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas [...]” (linha 13)
[3] “[...] a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade [...]” (linha 15)
Considera-se corretamente que
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
(__)É obrigatório o uso da vírgula para separar o sujeito do predicado, garantindo a clareza na estrutura da frase.
(__)A vírgula é utilizada para isolar o aposto explicativo, elemento que fornece informações adicionais sobre um termo da oração.
(__)Por mais que a vírgula seja importante, em todos os casos ela pode ser substituída por um ponto.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
(__)A utilização da vírgula separa termos com a mesma função sintática.
(__)A vírgula antes de 'para limpar o banheiro' introduz uma finalidade, explicando o propósito da ação.
(__)A vírgula após 'escovas' é opcional e poderia ser omitida sem alterar o significado da frase.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
(__)Por que você se recusa a se transformar.
(__)Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
(__)Ah, esses moralistas... Não há nada que empeste mais do que um desinfetante.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As casas feitas de lixo no deserto do Novo México
Nos belos e rigorosos planaltos desérticos do Estado americano do Novo México, é possível encontrar casas fantásticas e não convencionais que parecem ter saído de um filme de ficção científica.
Algumas dessas residências são esculturalmente arredondadas e chegam a lembrar palácios. Outras se parecem com templos antigos.
Elas foram criadas há quarenta anos e ficam na cidade de Taos e arredores. São casas ecológicas, conhecidas como naves terrestres − residências que atingiram o equilíbrio entre a emissão e a absorção de carbono, projetadas de forma sustentável e construídas principalmente com materiais naturais e resíduos, como pneus velhos, garrafas de vinho vazias, madeira e barro.
A construção das casas requer menos materiais de construção tóxicos ou emissores de carbono. Elas também não consomem recursos naturais preciosos, como florestas, por exemplo. Por isso, a procura por essas residências diferenciadas cresce em todo o mundo.
O arquiteto Michael Reynolds mudou-se para a cidade em 1969. Seu objetivo era "praticar motocross por diversão", segundo ele.
Agora, com 71 anos de idade, Reynolds conta que teve um momento de inspiração. "Um programa de TV americana falava sobre o desmatamento das florestas para extração de madeira, o que cria não só erosão, mas um problema de oxigênio, já que as árvores emitem oxigênio".
"O programa destacava sobre o que chamamos, hoje, de mudanças climáticas e aquecimento global. Eu vi todas aquelas latas de cerveja jogadas fora e perguntei: por que não construímos com latas de cerveja em vez de árvores?"
Reynolds construiu sua primeira casa de latas de cerveja em 1971, conquistando algum espaço no noticiário com sua singularidade. Mas ele ainda passou anos sendo considerado um maluco, não um arquiteto sério. "Era uma ideia meio ridícula, pura fantasia, mas segui adiante e avancei naquela direção".
E levou ainda muito tempo até que sua ideia conseguisse a aceitação do público.
"As casas pareciam muito esquisitas e ainda têm aparência estranha", ele conta. "Mas, agora, as pessoas entendem."
Ele destaca o aspecto financeiramente econômico de viver sem depender da rede elétrica. E, além disso, as pessoas querem reverter as mudanças climáticas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckgnglmjrgyo.adaptado.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Governo desistiu de voltar com o horário de verão neste ano
A prática, que adianta os relógios em uma hora, era adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz natural.
O governo atual começou a avaliar a volta da prática extinta em 2019.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que, após uma última reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia necessidade para decretar a medida para este verão.
"Nós temos a segurança energética garantida, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.
Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta do horário de verão, sob argumento de que a medida cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.
O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".
"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal", declarou.
O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.
"A prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial", dizia o texto do decreto assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro daquele ano.
A medida foi repetida em períodos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água —, o horário diferenciado foi adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.
Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Em abril de 2019, o governo da época, também por decreto, extinguiu a prática.
O horário de verão costumava ser implementado entre o período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse adotado, seria implementado somente a partir de novembro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.