Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
Foram encontradas 7.446 questões

Sobre a pontuação dos períodos, considere as seguintes afirmações.
I - As vírgulas de internet, computadores, smartphones (l. 05-06) separam núcleos de uma mesma função sintática.
II - Na linha 11, o acréscimo de uma vírgula depois de especialistas não causaria qualquer dano ao sentido da frase.
III - As vírgulas de listar, sob um mesmo padrão, as principais enfermidades (l. 13-14) separam um elemento intercalado.
Quais estão corretas?
Considere as seguintes afirmações.
I - O sujeito de mudaram (l. 02) é o mesmo de mudaram (l. 04).
II - As vírgulas presentes entre os travessões das linhas 15 e 18 separam termos com a mesma função sintática.
III- O sujeito de invadiram (l. 21-22) é o mesmo de encobrem (l. 28).
Quais estão corretas?
Acerca dos aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o próximo item.
A inserção de uma vírgula logo após o termo “Hospitalizados” (ℓ.14) manteria a correção gramatical do texto.
TEXTO 3
NÃO SOMOS ESCRAVOS DE NENHUM SENHOR
Dríade Aguiar
“(...) Como editora da Mídia NINJA, não sei colocar em palavras a dor que sentia a cada vez que entrava na página e via o post fixado com a foto de um rapaz negro com a Máscara de Flandres, uma cena tão antiquada quanto torturosamente atual. Esse post chegou a mais de 130 mil compartilhamentos, mais de 15 milhões de pessoas alcançadas – o alcance de quem fura a bolha ao focar sua linguagem para mais de 50% dos brasileiros, a população negra.
Alegorias, fantasias, décimos e quesitos à parte, a agremiação de São Cristóvão, o quilombo da favela, termina aclamada como Campeã do Povo. (...)”
Que benefício a educação superior traz à sociedade?
Thomaz Wood Jr.
A expansão da educação superior tem sido objeto de políticas públicas em todo o mundo. O senso comum, sustentado por pesquisas e evidências, associa educação a desenvolvimento. Gestores públicos vangloriam-se quando o porcentual da população jovem que atinge a universidade cresce. Quanto mais, melhor. O movimento envolve também a pós-graduação, com a multiplicação do número de mestrados e doutorados. Supõe-se que mais mestres e doutores ajudem a gerar mais conhecimento, patentes e riquezas.
A expansão da educação superior faz muita gente feliz: estudantes que almejam um futuro melhor, famílias que querem o bem para suas crias, professores felizes com a demanda crescente, gestores públicos orgulhosos de sua obra e até investidores, atraídos por gordas margens de lucro, no caso de algumas universidades privadas. Entretanto, por trás da fachada, a realidade tem mais espinhos do que flores.
Pressionados a expandir o atendimento, os sistemas públicos experimentam sinais de deterioração e perda de qualidade. Alguns deles se converteram em arenas políticas de governança impraticável, nas quais grupos digladiam na disputa por pequenos espaços e vantagens. Enquanto isso, muitos sistemas privados se transformam em usinas de aulas, a gerar diplomas como quem produz commodities.
Em um ensaio de promoção de seu livro The Case Against Education: Why the Education System Is a Waste of Time and Money (Princeton University Press), Bryan Caplan, professor de Economia da Universidade George Mason, trata do tema. Em uma era que celebra o conhecimento, sua tese soa herética: para o economista, a verdadeira função da educação é simplesmente prover um certificado aos formandos. Em outras palavras, com honrosas exceções, pouco se aprende na universidade. O que importa é o diploma que dará acesso ao futuro emprego.
Para Caplan, o sistema de educação superior desperdiça tempo e dinheiro. O retorno para os indivíduos é substantivo: com o título vêm melhores salários. No entanto, o retorno para a sociedade é pífio. Segundo o autor, quanto mais se investe na educação superior, mais se estimula a corrida por títulos. E basta cruzar a linha de chegada: terminar a faculdade.
Nas universidades, estudantes passam anos debruçados sobre assuntos irrelevantes para sua vida profissional e para o mercado de trabalho. Qual o motivo para a falta de conexão entre o que é ensinado e o que será necessário? Simples: professores ensinam o que sabem, não o que é preciso ensinar. E muitos têm pouquíssima ideia do que se passa no mundo real.
Além disso, Caplan observa que os estudantes retêm muito pouco do que lhes é ensinado. De fato, seres humanos têm dificuldade para conservar conhecimentos que raramente usam. Alguns cursos proporcionam modos e meios para que os pupilos assimilem e exercitem novos conhecimentos. Contudo, a maioria falha em prover tais condições.
Curiosamente, o fato de os estudantes pouco aprenderem nos quatro ou cinco anos de universidade não é relevante. O que seus empregadores procuram é apenas uma credencial que ateste que o candidato seja inteligente, diligente e capaz de tolerar a rotina tediosa do trabalho. Para isso basta o título.
O autor não poupa críticas a estudantes, colegas e gestores. Os primeiros, para ele, são incultos e vulgares, incapazes de transpor conteúdos escolares para a vida real. Passam a maior parte do tempo na universidade como zumbis na frente de seus smartphones e em outras atividades destinadas a turvar a mente e o espírito.
Além disso, o crescimento da educação superior está levando para a universidade indivíduos sem características para serem universitários. Está atraindo para a pós-graduação profissionais sem o perfil para reflexão profunda e crítica. E está formando mestres e doutores que não têm talento ou inclinação para ensinar e pesquisar.
Inflar as vagas e criar mecanismos para facilitar o acesso à universidade pode parecer causa nobre. Alimenta os sonhos das classes ascendentes e produz casos de sucesso, sempre ao gosto da mídia popular. Entretanto, pode estar drenando recursos do ensino fundamental e vocacional, e da pesquisa de ponta.
A educação é, certamente, um grande meio de transformação social. Isso não significa despejar insensatamente recursos em simulacros de ensino e sistemas de emissão de títulos universitários.
Disponível em:<www.cartacapital.com.br>
Para Caplan, (1) o sistema de educação superior desperdiça tempo e dinheiro. O retorno para os indivíduos é substantivo: com o título vêm melhores salários. No entanto, (2) o retorno para a sociedade é pífio. Segundo o autor, (3) quanto mais se investe na educação superior, (4) mais se estimula a corrida por títulos. E basta cruzar a linha de chegada: terminar a faculdade.
Em acordo com as convenções da norma padrão, as vírgulas presentes no período são
Sobre a utilização das vírgulas no texto, julgue os itens a seguir.
I. Em "Brasil, é você." (linha 18), a vírgula está sendo usada para marcar vocativo, assim como em "Seu avô, Dom João VI, criou [...]" (linha 24).
II. Em " Dom Pedro " está no centro, circunspecto, um homem feito de pedra, um imperador " (linhas 24 e 25), as vírgulas separam apostos, assim como acontece em "Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto" (linha 54).
III. Em " Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse também o Palácio de Buckingham‘, disse Jonathan Watts" (linhas 32 e 33), a primeira vírgula marca a separação de orações e a segunda marca a transcrição de um discurso direto, assim como acontece em "Poderiam ter salvo, e não salvaram‘, ele grita"(linha 28).
IV.Em "Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com uma câmera na mão" (linhas 31 e 32), a vírgula separa orações que estão em relação de subordinação, assim como fazem as vírgulas em "Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer " (linha 35).
“Dentro de casa, onde tudo deveria começar, onde se deveria fazer todo dia o aprendizado do belo (...)”.
Assinale a alternativa que justifica corretamente as vírgulas nessa frase :
“Segundo o Sociolinguista Carlos Alberto Faraco, professor titular aposentado e Ex-reitor da Universidade Federal do Paraná, não há cortes rígidos entre formal e informal (...).”
Aponte a alternativa que justifica corretamente o emprego das vírgulas:
“Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo (...),
Assinale a alternativa que justifica corretamente a vírgula nessa frase:
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o item que se segue.
A vírgula empregada após “relatos” (linha 25) isola
oração com sentido explicativo.
No que se refere a aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
A vírgula empregada após “adrenalina” (linha 6) separa
orações que se coordenam em enumeração.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Na linha 26, a expressão “em Londres” poderia, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto,
ser deslocada, com a vírgula que a sucede, para
imediatamente depois do termo “realizado”.
Com base no texto, julgue o item a seguir.
Os travessões nas linhas 20 e 22 poderiam ser
substituídos por vírgulas, sem prejuízo gramatical e de
sentido ao texto.
Julgue o item subsequente, relativo à pontuação no texto.
Na linha 43, a inserção de uma vírgula imediatamente após o termo “crônicas” não prejudicaria a correção gramatical do texto, mas alteraria o sentido da oração introduzida pelo vocábulo “que”.
Julgue o item subsequente, relativo à pontuação no texto.
O emprego da vírgula após “vigorosa” (linha 14) justifica‐se por separar expressões dispostas em
enumeração.
Julgue o item subsequente, relativo à pontuação no texto.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência textual caso a vírgula empregada após “súbita” (linha 2) fosse substituída por ponto final, feitos os devidos ajustes de maiúscula e minúscula no novo período.
Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
A retirada hipotética das vírgulas que isolam a expressão
“desde o século XVII” (linhas 8 e 9) não levaria à
alteração de sentido, já que, nesse caso, a expressão
entre vírgulas não é uma oração subordinada adjetiva.












