Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q1729222 Português
Assinale a alternativa em que a alteração sugerida de substituição de termo não acarreta erro gramatical ou que corrige erro existente no Texto:
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Q1727251 Português

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


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Analisando-se o trecho abaixo, manteria a sua correção gramatical se isolássemos por vírgula a palavra:


“Acontece principalmente entre vítimas de atentados e soldados, e calcula-se que 14% dos militares americanos que serviram no Iraque ou Afeganistão sofram de ESPT.” (linhas 13 a 16)

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Q1727244 Português

A questão diz respeito ao texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


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De acordo com as regras de pontuação, as vírgulas empregadas no trecho a seguir retirado do texto são de uso:

[...] com a morte, a violência, ou uma agressão sexual.” (linhas 8 e 9)

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Q1727208 Português
Considerando a norma-padrão, assinale a alternativa em que há erro no uso da pontuação.
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Q1727196 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito à Charge. Leia-a atentamente antes de respondê-la. 


(CHARGE)


Em relação à pontuação da Charge, analise.
I. Manteria a correção gramatical se acrescentássemos uma vírgula imediatamente após a palavra “chegar”; II. Manteria a correção gramatical se acrescentássemos uma vírgula imediatamente após o primeiro emprego do verbo “terão”; III. Não há erro de pontuação na Charge.
Dos itens acima: 
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Q1726835 Português

TEXTO 1

Direitos humanos são de todos


    [...] Faço um desabafo diante do crescente pensamento que, de forma simplista e perigosa, vem desconsiderando conquistas históricas da humanidade. É comum ouvir que os direitos humanos servem para defender bandidos. Essa falaciosa afirmação, que encontra eco em diversos setores sociais, rasga uma história de luta permanente pela dignidade da pessoa humana, pela proteção dos indivíduos contra regimes autoritários e pela consolidação das liberdades individuais.

    Os direitos humanos estão presentes no nosso cotidiano, algumas vezes de forma quase imperceptível. Estão na liberdade de ir e vir, na liberdade de expressão e manifestação (assegurando, inclusive, o direito de criticar os próprios direitos humanos) e no direito de eleger representantes políticos. Também ocorrem quando exigimos do poder público bons serviços de saúde, educação e segurança. Manifestam-se no direito ao trabalho, bem como na garantia de lutar contra a intervenção excessiva do Estado nas nossas vidas. Revelam-se no combate às formas de preconceito e no direito à acessibilidade [...].

     Eles são amplos, universais e inalienáveis. Os direitos humanos não pertencem a partidos, ideologias ou determinados grupos de pessoas. Portanto não é crível que possamos ser contra essas garantias que foram conquistadas – e continuam sendo! – à custa de muitos esforços individuais e coletivos. A construção de um País mais seguro, livre, justo, tolerante e plural depende da afirmação, e não da negação, dos direitos humanos. Que construamos uma nova sociedade, mas não esqueçamos das barbáries do passado. E que, também, não façamos tábula rasa da história e das conquistas de toda a humanidade.

SANTOS, Luiz Fernando Barbosa dos. Disponível em: https://www.jornaldocomercio. com/_conteudo/2018/03/opiniao/617565-direitos-humanos-sao-de-todos.html Acesso em: 10.08.19.

Em “A construção de um País mais seguro, livre, justo, tolerante e plural depende da afirmação...”, as vírgulas foram usadas para
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Q1726165 Português

        Zana teve de deixar tudo: o bairro portuário de Manaus, a rua em declive sombreada por mangueiras centenárias, o lugar que para ela era quase tão vital quanto a Biblos de sua infância: a pequena cidade no Líbano que ela recordava em voz alta, vagando pelos aposentos empoeirados até se perder no quintal, onde a copa da velha seringueira sombreava as palmeiras e o pomar cultivados por mais de meio século. Perto do alpendre, o cheiro das açucenas-brancas se misturava com o do filho caçula. Então ela sentava no chão, rezava sozinha e chorava, desejando a volta de Omar. Antes de abandonar a casa, Zana via o vulto do pai e do esposo nos pesadelos das últimas noites, depois sentia a presença de ambos no quarto em que haviam dormido. Durante o dia eu a ouvia repetir as palavras do pesadelo, "Eles andam por aqui, meu pai e Halim vieram me visitar... eles estão nesta casa", e ai de quem duvidasse disso com uma palavra, um gesto, um olhar. Ela imaginava o sofá cinzento na sala onde Halim largava o narguilé para abraçá-la, lembrava a voz do pai conversando com barqueiros e pescadores no Manaus Harbour, e ali no alpendre lembrava a rede vermelha do Caçula, o cheiro dele, o corpo que ela mesma despia na rede onde ele terminava suas noitadas. "Sei que um dia ele vai voltar", Zana me dizia sem olhar para mim, talvez sem sentir a minha presença, o rosto que fora tão belo agora sombrio, abatido. A mesma frase eu ouvi, como uma oração murmurada, no dia em que ela desapareceu na casa deserta. Eu a procurei por todos os cantos e só fui encontrá-la ao anoitecer, deitada sobre folhas e palmas secas, o braço engessado sujo, cheio de titica de pássaros, o rosto inchado, a saia e a anágua molhadas de urina. Eu não a vi morrer, eu não quis vê-la morrer. Mas alguns dias antes de sua morte, ela deitada na cama de uma clínica, soube que ergueu a cabeça e perguntou em árabe para que só a filha e a amiga quase centenária entendessem (e para que ela mesma não se traísse): "Meus filhos já fizeram as pazes?”. Repetiu a pergunta com a força que lhe restava, com a coragem que mãe aflita encontra na hora da morte. Ninguém respondeu. Então o rosto quase sem rugas de Zana desvaneceu; ela ainda virou a cabeça para o lado, à procura da única janelinha na parede cinzenta, onde se apagava um pedaço do céu crepuscular.


(Trecho retirado de: HATOUM, Milton. Dois irmãos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 9-10.)

Marque a alternativa na qual a vírgula deveria ter sido utilizada devido à locução adverbial deslocada na oração.
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Q1726073 Português

Leia a tirinha abaixo para responder a questão.



Com relação à estrutura sintática do primeiro quadrinho, considere as seguintes afirmações: I. No trecho “elevar a emoção, reduzir o pensamento e aniquilar a imaginação”, os termos destacados exercem a mesma função sintática. II. “Poderoso da mídia de massa” exerce a função sintática de aposto especificativo, por isso está isolado entre vírgulas. III. As orações “elevar a emoção”, “reduzir o pensamento” e “aniquilar a imaginação” classificamse como subordinadas substantivas completivas nominais reduzidas de infinitivo. Está CORRETO apenas o que se afirma em:
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Q1725753 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Durante as minhas horas de intensa alegria e felizes sucessos, só uma saudade me fazia triste: era a ausência de meu pai. Ele que me dera tão bons conselhos e os meios de realizar o meu sonho, não mais estava neste mundo para ver que eu “me tinha feito um homem”. É costume oriental fazer recair sobre os pais todo o mérito, toda a glória, que um homem conquiste na vida. Esta maneira de ver pode ser criticada ou desaprovada, porém, no meu caso, ela seria muito justa, pois, tudo devo a meu pai: conselhos, exemplos de trabalho, de audácia, de economia, sobriedade e os meios com os quais pude realizar as minhas invenções. Tudo lhe devo, desde os exemplos.

Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.
A respeito do uso da vírgula na frase “Durante as minhas horas de intensa alegria e felizes sucessos, só uma saudade me fazia triste”, assinale a alternativa CORRETA.
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Q1725628 Português
Sobre a pontuação do Texto, assinale a alternativa correta:
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Q1725587 Português
“A astronauta Christina Koch pode bater o recorde de permanência de uma mulher em missão espacial, anunciou a Nasa.” (linhas 1 a 3). Sobre a vírgula empregada no trecho acima, é correto afirmar que:
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Q1725196 Português

Texto para a questão


Inclusão não é favor, é dever


A inclusão de alunos com deficiência é um desafio enorme para professores e gestores. Tirando as exceções aqui e ali, a maior parte dos docentes concorda que todos os meninos e meninas têm direito à Educação. A divisão só começa quando o assunto vai para o “como fazer”. Nesse momento, até os corações mais generosos travam. É difícil fazer algo para o qual você não foi preparado. Diante da falta de conhecimento e da diversidade de características físicas e mentais, a questão viaja do polo das boas intenções para o do pragmatismo duro. Como avaliar? Pode reprovar? Está tudo bem mandar para a sala de recursos?

Eu queria dar uns passos atrás. Não quero discutir o “como fazer”, mas falar de algo anterior: qual deve ser o papel da escola para um aluno com deficiência? A resposta é simples e vale, no final das contas, para todos os estudantes. A escola deve garantir que uma pessoa, por meio do conhecimento organizado, tenha um lugar no mundo. Por isso, inclusão não é um favor feito a um aluno coitadinho. É direito do estudante e dever da instituição. Quando o Estado assume uma responsabilidade, ele se compromete tanto com os beneficiários da medida quanto com quem permite que ela seja possível. No caso da Educação, ele se compromete com o aluno e com você. Sem educadores preparados, a inclusão vira um direito vazio. Portanto, cobre formação e boas condições de trabalho. Coloque seus alunos com deficiência nos projetos da escola. Dê visibilidade aos desafios nas redes sociais. Faça barulho. Afinal, professores não são apenas as pessoas que transmitem conhecimento, mas que criam condições para que o aprendizado aconteça. E nenhuma tecnologia será capaz de oferecer isso a seres humanos. 

Essa é a razão pela qual propus a pergunta sobre o papel da escola. Muitas vezes, com as tarefas da rotina, nos esquecemos de pensar sobre o que fazemos. Sem pensar nos porquês da inclusão, nunca chegaremos em “como fazer”. Estou convencido que, mais do que nunca, lutar por formação e boas condições de trabalho são tarefas essenciais dos Educadores com E maiúsculo. No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário.

(...)

Leandro Beguoci é diretor editorial e de conteúdo de NOVA ESCOLA [email protected].

FONTE: https://novaescola.org.br/conteudo/15166/inclusao-nao-e-favor-e-dever

O enunciado “No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário”, que encerra o texto, é uma afirmação em que o autor se posiciona de maneira objetiva. Se o autor tivesse, por intenção, fazer um chamamento coletivo, usando a 1ª. pessoa do plural nos dois verbos em destaque e adaptando-se a pontuação, teríamos:
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Q1722238 Português
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito à tirinha a seguir. Leia-a atentamente antes de respondê-la.

Em “Eu te conto todos os meus problemas, Garfield...”, quanto ao emprego da vírgula, assinale a alternativa correta:
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Q1721097 Português
A pontuação é o recurso, disposto pela norma culta, que permite que o sentido do texto seja mais preciso ao leitor. No trecho do texto de Graciliano Ramos: “A criatura desviou-se, e ao cabo de um minuto as linhas moveram-se [...]” a vírgula foi empregada:
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Q1720328 Português
As vírgulas empregadas na linha 14 são de uso obrigatório para:
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Q1719966 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Vacinação é _______ para evitar a volta de doenças erradicadas 



Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.proteste.org.br/saude-e-bem-estar/doencas/noticia/vacinacao/

No seguinte fragmento retirado do texto, há cinco vírgulas, que foram numeradas. Assinale a alternativa que apresenta informação INCORRETA para uma delas.
Muitas notícias falsas, (1) propagadas por grupos contrários à vacinação, (2) vêm se espalhando pela internet e nas redes sociais, (3) afirmando que as vacinas causariam autismo, (4) esclerose múltipla e até morte súbita, (5) por exemplo.
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Q1719915 Português
Marque a alternativa CORRETA em relação à pontuação.
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Q1719834 Português
Marque a opção em que a função da vírgula é separar o complemento verbal deslocado.
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Ano: 2019 Banca: AMEOSC Órgão: CONDER - SC Prova: AMEOSC - 2019 - CONDER - SC - Biólogo |
Q1719171 Português
A vírgula utilizada imediatamente após a palavra “tsunamis” (linha 3) foi empregada para:
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Q1718783 Português

BARROS, Daniel. Gênero, brilhantismo e esforço. Galileu. São Paulo, Editora Globo, Nº 333, mar. 2019. p.71 [Adaptado]

Para responder à questão, considere o parágrafo transcrito abaixo.
A história por trás dessa pesquisa[1] é curiosa. A filósofa Sarah-Jane Leslie e o psicólogo Andrei Cimpian notaram que[2] algumas áreas valorizavam muito mais o brilhantismo do que o esforço de seus pesquisadores. A filosofia, ao contrário da psicologia, esperava que[3] apenas gênios procurassem a carreira, parecia-lhes[4].

Considerando a tradição gramatical sobre pontuação, afirma-se corretamente:
Alternativas
Respostas
3641: D
3642: A
3643: D
3644: B
3645: B
3646: D
3647: C
3648: C
3649: D
3650: A
3651: B
3652: B
3653: D
3654: C
3655: D
3656: A
3657: A
3658: C
3659: B
3660: D