Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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Assinale a alternativa que apresente pontuação igualmente correta para o período acima.
No período acima, empregou-se corretamente a vírgula antes da conjunção E. Assinale a alternativa em que isso NÃO tenha acontecido.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
A Iluminação
Um dia, perguntaram a um grande mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação, e ele respondeu: "Um cachorro".
Os discípulos, surpresos, quiseram saber o que havia acontecido, e o mestre contou:
- Certa vez, eu estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d'água. Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida. O cachorro, então, fez uma cara de assustado, e a imagem o imitou. Ele fez cara de bravo e a imagem o arremedou.
Então, ele fugiu de medo e ficou observando, distante, durante longo tempo, a água. Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente.
Num dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção à água, atirou-se nela e saciou sua sede. Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado.
E ficava, de longe, sonhando com esse relacionamento que eu queria para mim.
Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando nos outros.
https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html
Texto para o item.

Internet: <agrorondonia.com.br>
A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na linha 20, estariam mantidas a correção gramatical do
texto e as relações sintáticas e semânticas estabelecidas
entre os elementos que compõem o período caso a
expressão “em apenas dois anos” fosse deslocada, com
as vírgulas que a isolam, para imediatamente depois da
forma verbal “alcançar”.
Sobre os sinais gráficos e de pontuação dessa frase, a única afirmativa INADEQUADA é:
Uma manchete de um jornal carioca dizia o seguinte:
“Chuva castiga o estado. Quatro pessoas morreram durante temporal, que deixou rastro de destruição.”
A vírgula antes da última oração se deve ao fato de ser um a oração explicativa; nas frases abaixo, aquela que deveria ter uma vírgula pela mesma razão é:
I. A vírgula está separando duas ideias semelhantes, correlatas. II. “Existem” é um verbo, e “muitas possibilidades” é o sujeito. III. “Contudo” pode ser substituído por “no entanto” ou “porém”. IV. Posso substituir “quantidade de vagas disponíveis” por “quantidade disponível de vagas”.
Estão corretas as afirmativas:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Do funk 150 bpm ao rock, Planeta Atlântida 2020 celebra a diversidade musical

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/musica/noticia/2020/02/ – texto
adaptado especialmente para esta prova.)
“O público do Planeta já vestiu munhequeira quadriculada, bandanas, cinto de rebite, jeans cintura baixa, boné com telinha, chapéu fedora e vestido hippie. Teve também piercing no umbigo, topete descolorido, cabelo curto, comprido ou com franja tapando os olhos.”
( ) Em cada uma das frases, as vírgulas separam termos de mesma função sintática. ( ) As vestimentas e os estilos referidos expressam a diversidade – não só musical, mas de estilos e comportamentos – que se encontra no evento. ( ) Se a palavra público fosse substituída por fãs, seriam necessárias outras três alterações na 1ª frase para se adequar a concordância.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Leia o texto a seguir, para responder a questão de 1.
TEXTO
Seleções do Futuro
O Programa Seleções do Futuro visa incentivar, desenvolver e democratizar o acesso à formação esportiva em futebol para crianças e adolescentes (6 aos 17 anos), buscando garantir com qualidade o direito constitucional ao esporte, por meio da implantação de núcleos de futebol de base, masculino e feminino, em todo o território nacional.
Importante reforçar que o Programa Seleções do Futuro, em seu aspecto conceitual, está alinhado com a Lei Pelé em seu Art. 3º IV, a qual caracteriza o desporto de formação pelo fomento e aquisição inicial dos conhecimentos desportivos que garantam competência técnica na intervenção desportiva, com o objetivo de promover o aperfeiçoamento qualitativo e quantitativo da prática desportiva em termos recreativos, competitivos ou de alta competição, esse último caso pertinente.
O valor público gerado pelo Programa Seleções do Futuro está associado com a possibilidade de gerar condições e oportunidades para a prática da modalidade futebol, ao desenvolver ações no sentido de contribuir para a formação e qualidade de vida (auto-estima, convívio, integração social e saúde).
Seleções do Futuro em números
• Convênios vigentes: 30 municípios
• Público atendido: 6.800 crianças e jovens
• Valor empenhado: R$ 6.420.381,55
Funcionamento do Programa:
• Implantação de “núcleos de futebol de base”, compostos por 200 beneficiados, em atividades desenvolvidas no contraturno escolar.
• A cada beneficiado será assegurada atividades com frequência mínima de duas vezes na semana, com no mínimo de 90 minutos diários e em dias alternados (total de 3h semanais – 12h/aula/mês).
• Fornecimento de equipamentos necessários para a prática desportiva: Camisa, calção, meião e chuteira.
Disponível em: https://bityli.com/Wtc3c.
Acesso em: 9 ago. 2021 (adaptação).
“A cada beneficiado será assegurada atividades com frequência mínima de duas vezes na semana [...]”
Os desvios gramaticais presentes nesse trecho dizem respeito à
TEXTO I
Sem mobilização global, quem manda no mundo é a Covid-19
No atual estágio das inter-relações econômicas entre os países, representatividade, busca por soluções e implementação de ações precisam ser globais
A nova variante delta da Covid-19, os recentes aumentos de contágio nos países com maior proporção de populações vacinadas e os resultados prévios de suas economias sugerem que, se o ser humano não abrir os olhos, a briga com o vírus será bem mais longa do que se espera. E seus desdobramentos, certamente, mais danosos. Urge a necessidade de se discutir um pacto global!
A negação talvez seja a defesa mais perigosa que o ser humano adota para conseguir conviver com suas dificuldades e limitações. Parece não haver como fugir da negação quando não se tem “recursos” para lidar com a realidade. Transportada para o coletivo, a prática da negação provoca perplexidade à maioria da sociedade quando algum fenômeno aparentemente inesperado toma de sobressalto contingente expressivo de pessoas. Exemplo clássico que se aplica ao contexto global foi o crescimento do fascismo, que impregnado de negação e interesses escusos, culminou na Segunda Guerra Mundial.
O professor de finanças Luigi Zingales, da Universidade de Chicago, em seu último artigo publicado na plataforma Project Syndicate, em 06/08, levanta a problemática da falta de sincronização global para tratar da pandemia da Covid-19 em um mundo cujo comércio e comunicação, há muito, tornaram-se globais.
O presidente da França, Emannuel Macron, também colaborador do Project Syndicate, havia publicado artigo, em fevereiro último, clamando por uma cooperação multilateral para a recuperação da atividade econômica mundial. Mais recentemente, Macron publicou novo artigo propondo um pacto pela recuperação da África, cujos efeitos da pandemia têm sido nefastos.
Ainda na semana passada, o economista da Universidade de Columbia e ex-conselheiro de três Secretários-Gerais das Nações Unidas, Jeffrey Sachs, sugeriu a inclusão da União da África, constituída por 55 países desse continente, como membro integrante do G20, formando-se, assim, o G21. No atual estágio das inter-relações econômicas entre os países, representatividade, busca por soluções e implementação de ações precisam ser globais.
Avanço recente foi dado com relação às decisões unilaterais e sincronizadas dos Estados Unidos e da União Europeia na barreira comercial a produtos que, em sua cadeia produtiva, possam provocar maiores emissões de carbono. Tais medidas, entretanto, vêm tardiamente fazer frente aos avanços pífios e até retrocessos, em alguns casos, do Acordo de Paris. A questão climática é discutida há décadas e o governo norte-americano teve, na figura de Donald Trump, inimigo contumaz.
A pandemia da Covid-19 parece estar longe de ser banida. Chegou a ser considerada gripezinha até por chefes e / ou conselheiros de Estado, atrasando em muito a mobilização dos governos e sendo lamentavelmente usada como bandeira política.
O frenético verão europeu de 2021 e as liberdades concedidas aos cidadãos americanos sugerem que a quarta onda parece inevitável. A compulsoriedade da vacina começa a despontar como freio à contenção da falta de conscientização de ações individuais negacionistas, capazes de provocar rupturas ainda não plenamente estimadas sobre o bem-estar social.
A negação do fascismo causou cerca de 5 milhões de mortes de judeus; a desordenada e desigual forma de combate à Covid-19 já provocou, em pouco mais de um ano, quase o mesmo número de mortes de judeus na Segunda Guerra Mundial. Os efeitos sobre as vidas dos sobreviventes ao Holocausto são retratados até hoje em livros, filmes e outras formas de expressão artística e monumental.
A Covid-19 é mais silenciosa, não atinge de forma igual a todos, poupa os jovens, os animais e as plantas, mas castiga os mais velhos, reduz a expectativa de vida (idade média) das sociedades, assim como aumenta o desalento dos mais pobres. Negar que haja recursos para combatê-la globalmente sugere interesse para garantir benefícios de curto prazo. Pior ainda, soa como busca por milagres, algo bem introjetado no imaginário coletivo dos brasileiros.
Disponível em: https://bityli.com/fvqns.
Acesso em: 10 ago. 2021 (adaptação).
TEXTO II

Disponível em:https://bityli.com/uJyif.
Acesso em: 10 ago. 2021 (adaptação)
Assinale a alternativa em que as intervenções adequam corretamente o texto à norma-padrão.
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência
texto, mas não o seu sentido original, caso
fosse suprimida a vírgula empregada após o termo
“macacos” (linha 16).


