Questões de Concurso Comentadas sobre uso da vírgula em português

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Q1982810 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de vírgula(s).
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Q1982247 Português

Texto para o item.



Eduardo Galeano. O torcedor. In: Futebol ao Sol e à Sombra. 2.ª edição. Tradução de Eric Nepomuceno e Maria do Carmo Brito. L&PM Editores, 2002.

Em relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


Cada vírgula empregada na linha 5 poderia ser substituída pelo sinal de ponto e vírgula, sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto. 

Alternativas
Q1982237 Português

Texto para o item.



Eduardo Galeano. O torcedor. In: Futebol ao Sol e à Sombra. 2.ª edição. Tradução de Eric Nepomuceno e Maria do Carmo Brito. L&PM Editores, 2002.

Em relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.


A eliminação das vírgulas empregadas após “torcedor” (linha 26) e “arquibancada” (linha 27) não causaria incorreção gramatical, porém alteraria os sentidos originais do texto. 

Alternativas
Q1982014 Português
Texto para o item. 




Antonio Neto. A verdade olímpica. In: Aventuras na História, jul./2021 (com adaptações).
Em relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item.

Cada uma das vírgulas que isola o trecho “o hipódromo” (linha 20) poderia ser substituída por travessão, sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto. 
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Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: PRODAM-AM Prova: Quadrix - 2022 - PRODAM-AM - Assistente |
Q1981707 Português
Sem alteração dos sentidos do texto, poderia ser suprimida a vírgula empregada logo após 
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Ano: 2022 Banca: FGV Órgão: TCE-TO Prova: FGV - 2022 - TCE-TO - Analista Técnico - Letras |
Q1979651 Português
A frase abaixo foi redigida sem a pontuação original:
“Amigo é aquele que sabe tudo a seu respeito e mesmo assim ainda gosta de você”.
A forma de reescrever essa frase com a sua pontuação adequada, é:
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Q1979234 Português

Escritos de Einstein


        O grande físico Albert Einstein não se limitou estritamente a pensar sua ciência: dedicou-se também, nos últimos vinte anos de sua vida, a registrar suas reflexões e opiniões sobre os mais variados assuntos. Ler esses seus artigos é usufruir da oportunidade singular de ver com que clareza ele aborda questões profundas como o significado da ciência, as ideias fundamentais da relatividade, as ligações entre ciência, religião e ética, a paz mundial, os riscos de destruição da humanidade e os direitos das minorias perseguidas.

        De suas convicções e crenças ressaltam preocupações com a decadência moral, com a defesa e a preservação da liberdade humana e com os compromissos éticos dos cientistas. O autor não se furta a abordar o tema polêmico das relações entre ciência e religião, para, demarcando os respectivos domínios de ação, registrar a dimensão religiosa de sua visão de mundo − que não incorporava a ideia de um Deus pessoal, construído à nossa imagem e semelhança.

        Os métodos educacionais repressivos e impositivos vão merecer de Einstein críticas acerbas: o autor defende uma educação fundada na liberdade, no estímulo à criatividade e à responsabilidade coletiva dos jovens. Ressalta sempre que sua condição de cientista ou de celebridade não lhe confere, nas questões de que trata, direitos distintos nem competência particular acima de outros homens e mulheres.

        Frequentemente criticado, de um lado, pelos conservadores − acusado de defensor do comunismo − e de outro pela esquerda dogmática, que o vê como ingênuo e incapaz de entender as imposições da luta de classes, Einstein faz sua profissão de fé por um socialismo fundado na liberdade e não deixa de criticar o consumismo nem de atacar com vigor o cerceamento à liberdade nos regimes totalitários.

(Adaptado da “orelha” (sem indicação autoral) de EINSTEN, Albert. Escritos da maturidade. Trad, Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994)

É plenamente adequada a pontuação do seguinte período:
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Q1978420 Português
Texto para o item. 



Jerry Borges e Denise Hipólito. Uma descoberta que mudou o mundo.
In: Ciência Hoje. Internet: <https://cienciahoje.org.br> (com adaptações). 
Em relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

A vírgula após “Bosch” (linha 19) foi empregada com a finalidade de indicar a elipse da expressão recebeu o prêmio Nobel de Química. 
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Q1978167 Português
A vírgula está empregada de forma INCORRETA em: 
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Q1978020 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O PROBLEMA ECOLÓGICO

Se uma nave extraterrestre invadisse o espaço aéreo da Terra, com certeza seus tripulantes diriam que neste planeta não habita uma civilização inteligente, tamanho é o grau de destruição dos recursos naturais. Essas são palavras de um renomado cientista americano. Apesar dos avanços obtidos, a humanidade ainda não descobriu os valores fundamentais da existência. O que chamamos orgulhosamente de civilização nada mais é do que uma agressão às coisas naturais. A grosso modo, a tal civilização significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o envenenamento das terras e a deterioração da qualidade do ar. O que chamamos de progresso não passa de uma degradação deliberada e sistemática que o homem vem promovendo, há muito tempo, uma autêntica guerra contra a natureza.

Afrânio Primo
“[...] a tal civilização significa a devastação das florestas, a poluição dos rios, o envenenamento das terras e a deterioração da qualidade do ar.”
As vírgulas empregadas na frase acima separam: 
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Q1977249 Português
Texto CB1A1-I

   A história da saúde não é a história da medicina, pois apenas de 10% a 20% da saúde são determinados pela medicina, e essa porcentagem era ainda menor nos séculos anteriores. Os outros três determinantes da saúde são o comportamento, o ambiente e a biologia – idade, sexo e genética. As histórias da medicina centradas no atendimento à saúde não permitem uma compreensão global da melhoria da saúde humana. A história dessa melhoria é uma história de superação. Antes dos primeiros progressos, a saúde humana estava totalmente estagnada. Da Revolução Neolítica, há 12 mil anos, até meados do século XVIII, a expectativa de vida dos seres humanos ocidentais não evoluíra de modo significativo. Estava paralisada na faixa dos 25-30 anos. Foi somente a partir de 1750 que o equilíbrio histórico se modificou positivamente. Vários elementos alteraram esse contexto, provocando um aumento praticamente contínuo da longevidade. Há 200 anos, as suecas detinham o recorde mundial com uma longevidade de 46 anos. Em 2019, eram as japonesas que ocupavam o primeiro lugar, com uma duração média de vida de 88 anos. Mesmo sem alcançar esse recorde, as populações dos países industrializados podem esperar viver atualmente ao menos 80 anos. Desde 1750, cada geração vive um pouco mais do que a anterior e prepara a seguinte para viver ainda mais tempo. 

Jean-David Zeitoun. História da saúde humana: vamos viver cada vez mais?
Tradução Patrícia Reuillard. São Paulo: Contexto, 2022, p. 10-11 (com adaptações).
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item seguinte.

A correção gramatical do texto seria prejudicada caso fosse suprimida a vírgula empregada logo após a palavra “recorde” (penúltimo período).
Alternativas
Q1977247 Português
Texto CB1A1-I

   A história da saúde não é a história da medicina, pois apenas de 10% a 20% da saúde são determinados pela medicina, e essa porcentagem era ainda menor nos séculos anteriores. Os outros três determinantes da saúde são o comportamento, o ambiente e a biologia – idade, sexo e genética. As histórias da medicina centradas no atendimento à saúde não permitem uma compreensão global da melhoria da saúde humana. A história dessa melhoria é uma história de superação. Antes dos primeiros progressos, a saúde humana estava totalmente estagnada. Da Revolução Neolítica, há 12 mil anos, até meados do século XVIII, a expectativa de vida dos seres humanos ocidentais não evoluíra de modo significativo. Estava paralisada na faixa dos 25-30 anos. Foi somente a partir de 1750 que o equilíbrio histórico se modificou positivamente. Vários elementos alteraram esse contexto, provocando um aumento praticamente contínuo da longevidade. Há 200 anos, as suecas detinham o recorde mundial com uma longevidade de 46 anos. Em 2019, eram as japonesas que ocupavam o primeiro lugar, com uma duração média de vida de 88 anos. Mesmo sem alcançar esse recorde, as populações dos países industrializados podem esperar viver atualmente ao menos 80 anos. Desde 1750, cada geração vive um pouco mais do que a anterior e prepara a seguinte para viver ainda mais tempo. 

Jean-David Zeitoun. História da saúde humana: vamos viver cada vez mais?
Tradução Patrícia Reuillard. São Paulo: Contexto, 2022, p. 10-11 (com adaptações).
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item seguinte.

A inserção de uma vírgula imediatamente após o termo “aumento” (nono período) prejudicaria a correção gramatical e o sentido original do texto.

Alternativas
Q1976619 Português

Bruna Godoy. Desperta a dor. Internet: <https://www.psicologobh.com.br/desperta-dor> (com adaptações).

Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item. 

O segmento “quando acordamos” (linhas 6 e 7) está entre vírgulas porque, nesse caso, tal sinal de pontuação tem a finalidade de isolar no período uma oração com sentido restritivo. 

Alternativas
Q1974720 Português

Texto 02

Inspiração para seus sonhos.


        Guarujá é docemente conhecida como a "Pérola do Atlântico". Quem já visitou sabe o porquê. Praias paradisíacas, ecoturismo, pesca de aventura, aqui tem de tudo. E não é só à beira do mar que o Estado de São Paulo impressiona. Gastronomia, shoppings, cultura, trilhas, templos e museus também fazem bonito. (...)

(ABEAR- Associação Brasileira das Empresas Aéreas. Texto com modificações para este Concurso) Disponível em https://www.pressreader.com/brazil/hoteis/20220601 

Observe o excerto: “Gastronomia, shoppings, cultura, trilhas, templos e museus”. Assinale a alternativa que apresenta relação ao uso das vírgulas. 
Alternativas
Q1974660 Português

Internet: <maioamarelo.com>(com adaptações).

No trecho “Pedestre, atravesse sempre na faixa.”, a vírgula 
Alternativas
Q1974428 Português

Todas as frases abaixo foram reescritas após um deslocamento de termos.

Assinale a nova forma de escritura que exige o emprego de vírgula. 

Alternativas
Q1973802 Português

Texto CG3A1-I


        Antes de mais nada, há a liberdade suspensiva oferecida pela caminhada, mesmo que seja um simples passeio: livrar-se da carga das preocupações, esquecer por algum tempo os afazeres. Optamos por não levar o escritório conosco: saímos, flanamos, pensamos em outras coisas. Com as excursões de vários dias, acentua-se o movimento de desapego: escapamos das obrigações do trabalho, libertamo-nos do jugo dos hábitos. Mas em que aspecto caminhar nos faria sentir essa liberdade mais do que numa longa viagem? Afinal, surgem outras limitações não menos penosas: o peso da mochila, a duração das etapas, a incerteza do tempo (ameaças de chuva ou de tempestade, calor sufocante), a rusticidade dos albergues, algumas dores... Mas só a caminhada consegue nos libertar das ilusões do indispensável. Como tal, ela permanece o reino de poderosas necessidades. Para chegar a determinada etapa, é preciso caminhar tantas horas, que correspondem a tantos passos; a improvisação é limitada, pois não estamos percorrendo caminhos de jardim e não podemos nos enganar nos entroncamentos, sob pena de pagar um preço muito alto. Quando a neblina invade a montanha ou uma chuva torrencial começa a cair, é preciso seguir, continuar. A comida e a água são objeto de cálculos precisos, em função do percurso e dos mananciais. Sem falar no desconforto. Ora, o milagre não é ficarmos felizes apesar disso, mas graças a isso. Quero dizer que não dispor de múltiplas opções de comida ou de bebida, estar submetido à grande fatalidade das condições climáticas, contar somente com a regularidade do próprio passo, tudo isso faz, de pronto, que a profusão da oferta (de mercadorias, de transportes, de conexões) e a multiplicação das facilidades (de comunicar, de comprar, de circular) nos pareçam outras tantas formas de dependência. Todas essas microlibertações não passam de acelerações do sistema, que me aprisiona com mais força. Tudo o que me liberta do tempo e do espaço me afasta da velocidade.

Frédéric Gros. Caminhar: uma filosofia.

São Paulo:Ubu Editora, 2021, p. 13-14 (com adaptações).

No que se refere a aspectos morfossintáticos do texto CG3A1-I, julgue o item subsecutivo.


A inserção de uma vírgula logo após “Quero dizer que” (antepenúltimo período) prejudicaria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q1973283 Português

Texto CG101-II


        É inquestionável que um importante marco da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n.º 9.394/1996) foi o conceito de educação básica composta por três etapas, que devem estar organizadas de forma orgânica e articulada. De acordo com Cury (2002), “a educação básica é um conceito mais do que inovador para um país que, por séculos, negou, de modo elitista e seletivo, a seus cidadãos o direito ao conhecimento pela ação sistemática da organização escolar”.

         Para que esse conceito se efetive, é fundamental a intervenção do Estado, com a participação da sociedade civil, por meio de políticas — programas e projetos — definidas em um planejamento, que leve em conta a análise estratégica da realidade como um todo e em cada situação específica.

         Nesse entendimento, dilemas presentes na educação básica brasileira necessitam ser confrontados: desigualdades econômicas, sociais, culturais e de cor ou raça, bem como desequilíbrios regionais.

Ana Maria de Albuquerque Moreira. Dilemas e desafios para a consolidação da educação básica no Brasil. In: Maria Zélia Borba Rocha; Nara Maria Pimentel (Orgs.). Organização da educação brasileira: marcos contemporâneos. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2016, p. 230 - 31 (com adaptações). 

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG101-II, julgue o item subsequente. 


A supressão da vírgula empregada logo após o vocábulo ‘que’ (segundo período do primeiro parágrafo) preservaria a correção gramatical e a coerência do texto.

Alternativas
Q1973277 Português

Texto CG101-I


        Alguns idiomas fictícios foram criados especialmente para a série Game of Thrones. Daí surgiram palavras e expressões bem conhecidas pelos fãs, como “dracarys” – palavra que a personagem Daenerys Targ Aryen (Emilia Clarke) usa para mandar seus dragões cuspirem fogo. A palavra faz parte do alto valiriano, uma língua muito presente no decorrer da trama dos Targaryen e que apareceu de novo em House of the Dragon, spin-off de Game of Thrones.

        A Antiga Valíria era um antigo império localizado em Essos, continente a leste de Westeros. Ela é pouco mencionada na série, pois não existe mais, mas sua língua (o alto valiriano) ainda é usada por uma elite seleta. Seria como falar latim clássico na Europa medieval.

        Segundo As Crônicas de Gelo e Fogo, livros escritos por George R. R. Martin que inspiraram a série, o alto valiriano não seria uma linguagem de comunicação cotidiana, mas utilizada pela nobreza na literatura e na música. Ao longo do tempo, o idioma originou dialetos simplificados, falados em várias regiões, como o baixo valiriano, sendo possível traçar um paralelo com o latim clássico e o latim vulgar. Daenerys, inclusive, domina e usa estrategicamente ambas as variações.

         No alto valiriano, idioma do mundo de GOT, diferentemente do português, há quatro gêneros gramaticais, divididos entre lunares, solares, terrestres ou aquáticos. Nomes que se referem a humanos são geralmente lunares; profissões e partes do corpo, solares; alimentos e plantas são terrestres; e os líquidos são aquáticos.

Internet: <super.abril.com.br>(com adaptações)

Acerca dos sentidos e aspectos linguísticos do texto CG101-I, julgue o item que se segue.


A correção gramatical e os sentidos originais do texto seriam preservados caso a vírgula empregada logo após o vocábulo “corpo” (último período do quarto parágrafo) fosse eliminada. 

Alternativas
Q1972057 Português
Texto CG101-I

      Alguns idiomas fictícios foram criados especialmente para a série Game of Thrones. Daí surgiram palavras e expressões bem conhecidas pelos fãs, como “dracarys” – palavra que a personagem Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) usa para mandar seus dragões cuspirem fogo. A palavra faz parte do alto valiriano, uma língua muito presente no decorrer da trama dos Targaryen e que apareceu de novo em House of the Dragon, spin-off de Game of Thrones.
       A Antiga Valíria era um antigo império localizado em Essos, continente a leste de Westeros. Ela é pouco mencionada na série, pois não existe mais, mas sua língua (o alto valiriano) ainda é usada por uma elite seleta. Seria como falar latim clássico na Europa medieval.
      Segundo As Crônicas de Gelo e Fogo, livros escritos por George R. R. Martin que inspiraram a série, o alto valiriano não seria uma linguagem de comunicação cotidiana, mas utilizada pela nobreza na literatura e na música. Ao longo do tempo, o idioma originou dialetos simplificados, falados em várias regiões, como o baixo valiriano, sendo possível traçar um paralelo com o latim clássico e o latim vulgar. Daenerys, inclusive, domina e usa estrategicamente ambas as variações.   
      No alto valiriano, idioma do mundo de GOT, diferentemente do português, há quatro gêneros gramaticais, divididos entre lunares, solares, terrestres ou aquáticos. Nomes que se referem a humanos são geralmente lunares; profissões e partes do corpo, solares; alimentos e plantas são terrestres; e os líquidos são aquáticos. 
  Internet: <super.abril.com.br>(com adaptações). 

Acerca dos sentidos e aspectos linguísticos do texto CG101-I, julgue o item que se segue.


No primeiro parágrafo, o trecho “uma língua ... House of the Dragon” (terceiro período) está entre vírgulas porque funciona como aposto explicativo do termo “alto valiriano”.

Alternativas
Respostas
1721: C
1722: C
1723: C
1724: C
1725: B
1726: C
1727: A
1728: C
1729: B
1730: E
1731: C
1732: C
1733: E
1734: C
1735: D
1736: C
1737: C
1738: E
1739: E
1740: C