Questões de Concurso
Comentadas sobre uso da vírgula em português
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Julgue os itens que se seguem, acerca das estruturas linguísticas
apresentas no texto acima.

Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
de trechos de notícias do sítio da OIT na Internet. Julgue-os no que
se refere à correção gramatical.
I. Ele tem, assim, necessidade natural de se comunicar.
II. Sem dúvida, a comunicação, isto é, a troca de mensagens entre duas ou mais pessoas ou grupos, tem sido, desde a origem do homem, a principal responsável…
III. O homem é um ser social, isto é, um ser que vive em comunidade, em conjunto com outros homens.
IV. Dentre as várias formas de comunicação, a correspondência empresarial é, atualmente, não só um meio de comunicação…
Sobre essas frases, é correto afirmar:
1. Se na frase I o sujeito estivesse no plural, o verbo deveria ter a seguinte grafia: “têm.”
2. Na frase II, o uso das vírgulas tem as seguintes justificativas, respectivamente: marcar adjunto adverbial deslocado, separar aposto, separar vocativo e intercalar adjunto adverbial.
3. O termo destacado na oração III, se classificado do ponto de vista sintático, é um adjunto adverbial.
4. O termo destacado na oração IV é sujeito simples do verbo ser que o acompanha.
5. Colocada no plural a expressão destacada na frase II, teríamos a seguinte redação: “têem sido”
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Paulo, obedeça o seu pai!
I. A pontuação está incorreta, pois a vírgula está separando o sujeito do verbo.
II. Há um problema de regência verbal.
Está correto o que se afirma em

Assinale a alternativa na qual a pontuação está incorreta.
O texto 03 serve de base para as próximas quatro (04) questões:
Brasileiros levam a Angola experiência em saúde indígena e favelas João Fellet Ação busca baixar elevados níveis de mortalidades infantil e materna em áreas remotas” Especialistas brasileiros em saúde pública estão levando a Angola a experiência adquirida em favelas e aldeias indígenas do Brasil. O objetivo: baixar os elevados níveis de mortalidades infantil e materna em áreas remotas do país e reduzir ao máximo dependência dos moradores quanto ao frágil sistema de saúde local. Há quase uma década em Angola, o casal brasileiro Romy Giovanazzi e Fernando Mororó está à frente de uma das principais iniciativas em saúde comunitária no país. Em 2010, eles criaram a Vertrou (confiança, em africâner), empresa que firmou um contrato com o governo provincial de Luanda para implantar uma ação nos moldes do programa brasileiro de saúde comunitária. Para executar o projeto, eles contrataram profissionais que já atuaram em favelas da Grande São Paulo, comunidades indígenas e vilas de pescadores espalhadas pelo Brasil. Segundo a Unicef, a cada mil crianças nascidas vivas em Angola, 158 morrem antes de completar cinco anos. O país ocupa o oitavo posto entre as nações com maior taxa de mortalidade infantil do mundo. No Brasil, 107º do ranking, há 16 mortes a cada mil crianças nascidas.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120918_angola_saude_jf_ac.shtml (trecho) - acesso em 24/09/2012
Assinale a alternativa que apresenta pontuação correta:
Analise com atenção as frases abaixo.
1. Os escritores aterrorizados, acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.
2. Os escritores, aterrorizados, acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.
3. Aterrorizados, os escritores acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.
4. Os escritores, aterrorizados, acreditam firmemente que existe, uma conspiração de revisores contra eles.
5. Aterrorizados os escritores, acreditam firmemente que existe uma conspiração de revisores contra eles.
Assinale a alternativa em que todas frases corretamente pontuadas.
Considere as orações abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Não me deixe só!
II. Não, me deixe só!
Para responder às questões de 1 a 3, leia a crônica abaixo, de Mário Prata.
A máquina "moderna"
Ouve só. A gente esvaziando a casa da tia neste carnaval. Móvel, roupa de cama, louça, quadro, livro. Aquela confusão, quando ouço dois dos meus filhos me chamarem.
- Mãe!
- Faaala.
- A gente achou uma coisa incrível. Se ninguém quiser, pode ficar para a gente? Hein?
- Depende. Que é? (Os dois falavam juntos, animadíssimos)
- Ééé... uma máquina, mãe.
- É só uma máquina meio velha.
- É, mas funciona, está ótima!
Minha filha interrompeu o irmão mais novo, dando uma explicação melhor.
- Deixa que eu falo: é assim, é uma máquina, tipo um... teclado de computador, sabe só o teclado? Só o lugar que escreve?
- Sei.
- Então. Essa máquina tem assim, tipo... uma impressora, ligada nesse teclado, mas assim, ligada direto. Sem fio. Bem, a gente vai, digita, digita...
Ela ia se animando, os olhos brilhando
- ... e a máquina imprime direto na folha de papel que a gente coloca ali mesmo!
É muuuito legal! Direto, na mesma hora, eu juro!
Eu não sabia o que falar. Eu juro que não sabia o que falar diante de uma explicação dessas, de menina de 12 anos, sobre uma máquina de escrever. Era isso mesmo?
- ... entendeu mãe?... zupt, a gente escreve e imprime, a gente até vê a impressão tipo na hora, e não precisa essa coisa chata de entrar no computador, ligar, esperar hóóóras, entrar no word, de escrever olhando na tela, mandar para a impressora, esse monte de máquina, de ter que ter até estabilizador, comprar cartucho caro, de nada, mãe! É muuuito legal, e nem precisa de colocar na tomada! Funciona sem energia e escreve direto na folha da impressora!
- Nossa, filha...
- ... só tem duas coisas: não dá para trocar a fonte nem aumentar a letra, mas não tem problema. Vem, que a gente vai te mostrar. Vem...
Eu parei e olhei, pasma, a máquina velha. Eles davam pulinhos de alegria.
- Mãe. Será que alguém da família vai querer? Hein? Ah, a gente vai ficar torcendo, torcendo para ninguém querer para a gente poder levar lá para casa, isso é o máximo! O máximo!
Bem, enquanto estou aqui, neste 'teclado', estou ouvindo o plec-plec da tal máquina, que, claro, ninguém da família quis, mas que aqui em casa já deu até briga, de tanto que já foi usada.
Está no meio da sala de estar, em lugar nobre, rodeada de folhas e folhas de textos 'impressos na hora' por eles. Incrível, eles dizem, plec-plec-plec, muito legal, plec-plec-plec.
Eu e o Zé estamos até pensando em comprar outras, uma para cada filho. Mas, pensa bem se não é incrível mesmo para os dias de hoje: sai direto, do teclado para o papel, e sem tomada!
Considere o trecho e as afirmações abaixo. - Nossa, filha...
I. A vírgula não está correta, pois separa o pronome do sujeito.
II. As reticências indicam a interrupção da fala da personagem.
III. Se a vírgula fosse retirada, haveria alteração de sentido.
Está correto o que se afirma somente em
Marque a única alternativa em que não é possível encontrar desvio em relação à Norma Culta da Língua Portuguesa.
Leia este trecho.
A ansiedade leva as pessoas a priorizar as informações negativas e examiná-las de forma detalhada. Incita-as a focar toda atenção no que as preocupa em um momento específico, mantendo-as atenta para que possam se prevenir de consequências que podem ser prejudiciais.
Assinale a alternativa que esclarece sobre o problema de redação encontrado nesse
trecho.
Leia o excerto a seguir para responder à questão.
Novo plástico que 'sangra' se regenera sozinho
Salvador Nogueira
Um dia no futuro: você faz aquela baliza malfeita e fica com um arranhão no para-choque traseiro. De repente, o plástico cinza fica avermelhado na região do dano. Em alguns minutos, a mancha desaparece, assim como o risco. Problema resolvido.
Parece mágica? Bem, como dizia Arthur C. Clarke, saudoso escritor, qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia. E é bem esse o caso do trabalho do engenheiro de materiais Marek Urban, da Universidade do Sul do Mississippi em Hattiesburg, nos Estados Unidos. [...]
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1072721-novo-plastico-que-sangra-se-regenera-sozinho.shtml>.
Acesso em: 18 de abril 2012. (Texto adaptado)


