Questões de Concurso
Sobre termos integrantes da oração: predicativo do sujeito e predicativo do objeto em português
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De tão distante, as gotas de chuva pareciam fragmentos de cristal.
Leia atentamente a sentença abaixo:
"O dirigente analisou o atleta e achou seu comportamento rebelde."
O termo destacado é:
A notícia sobre a mancha de óleo nas praias do Nordeste brasileiro pautou os noticiários da imprensa brasileira. Considerando esse assunto, leia o texto I para responder à questão:
Texto I
Manchas de óleo no Nordeste: o que se sabe sobre o problema
Petróleo cru atinge 200 localidades em 78 municípios de 9 estados. Petrobras diz que óleo não é produzido nem comercializado pela companhia.
As manchas de petróleo em praias do Nordeste já atingiram 200 localidades em 78 municípios de 9 estados desde o início de setembro — o balanço mais recente do governo é desta segunda (21). A substância é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impactos nas cidades litorâneas. A origem do material poluente está sob investigação [...]
1. Onde e quando o problema surgiu?
Inicialmente o Ibama divulgou que as primeiras manchas apareceram em 2 de setembro nas cidades de Ipojuca e Olinda, em Pernambuco. No entanto, em atualizações mais recentes, o instituto concluiu que os primeiros registros surgiram ainda em 30 de agosto na Paraíba, nas praias de Tambaba e Gramame, no município de Conde, e na Praia Bela, em Pitimbu.
2. Quantos estados foram atingidos?
O balanço de 21 de outubro aponta que 200 localidades em 78 municípios de 9 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
3. Quem investiga?
As investigações são conduzidas pela Marinha em coordenação com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO), a Polícia Federal, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Força Aérea Brasileira. Participam ainda os governos de alguns estados e municípios afetados. O Ibama e a Capitania dos Portos solicitaram apoio da Marinha e da Petrobras na elaboração de laudos sobre a substância. Há ainda pesquisas sobre o material em andamento na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e na Universidade Federal da Bahia (UFBA).
4. O que dizem os órgãos?
O presidente Jair Bolsonaro disse suspeitar de um incidente criminoso e que a investigação é “bastante complexa”. Sem citar nome, afirmou que existe um país “no radar”. “Pode ser algo criminoso, pode ser um vazamento acidental, pode ser um navio que naufragou também. Agora, é complexo. Temos, no radar, um país que pode ser o da origem do petróleo e continuamos trabalhando da melhor maneira possível”, disse Bolsonaro [...]. “Cada petróleo teria entre aspas um DNA específico. Então, esse conteúdo de moléculas que está em cada amostra é que me permite diferenciar um petróleo do outro e correlacioná-los, buscar semelhanças ou diferenças. Então a gente, grosseiramente, pode dizer que cada petróleo tem um DNA diferente”, afirmou o geólogo Mário Rangel, gerente do laboratório de geo-química da Petrobras. Barris da empresa Shell foram encontrados com óleo que, segundo análise da Universidade Federal de Sergipe, eram a mesma substância identificada nas praias. Porém, a Shell afirmou que provavelmente seus barris foram reutilizadas por terceiros, pois os barris são de lubrificantes, ela mesma não faz esse tipo de reaproveitamento de embalagens e tampouco transporta barris em rotas transatlânticas.
5. Quais as possíveis origens?
Até 21 de outubro, não havia conclusões sobre as origens do material. A Marinha está fazendo o monitoramento de navios para identificar a origem do petróleo. No dia 9, a Marinha anunciou que iria notificar 30 navios suspeitos na investigação. O presidente da Petrobras, Castello Branco, disse que ainda não é possível dizer de onde o óleo veio, mas aponta três hipóteses: um navio afundado; um acidente durante a passagem de óleo de um navio para outro; despejo criminoso. A primeira hipótese levantada por especialistas é que a contaminação seja de navios petroleiros, que poderiam ter efetuado uma limpeza em tanques e descartado os rejeitos no mar [...]. O resultado da análise do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) reforça a teoria de que o óleo não veio boiando pelo oceano até atingir as praias, mas que estava submerso.
6. Quais os riscos para as pessoas?
O petróleo bruto é uma complexa mistura de hidrocarbonetos, que apresenta contaminações variadas de enxofre, nitrogênio, oxigênio e metais. A substância é tóxica. É importante que a população evite contato direto com o material encontrado nas praias [...].
7. Quais os riscos para os animais?
Os animais marinhos podem ser afetados tanto pela ingestão da substância quanto pelo contato com líquido que gruda e compromete a locomoção. A oceanógrafa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Maria Christina Araújo alerta que o ecossistema do litoral brasileiro é frágil. “No manguezal, um ambiente com biodiversidade excepcional, é praticamente impossível remover o óleo. O dano pode ser irreparável e os ecossistemas levarão anos para se recuperar”, afirma [...].
8. O problema está diminuindo ou aumentando?
O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou em 8 de outubro que é um “desastre muito preocupante” e não há sinais de que está retrocedendo. A impressão é confirmada por quem acompanha a situação nas praias: as manchas estão “cada vez maiores”, diz presidente do Instituto Biota de Conservação, Bruno Estefanis [...].
9. Já houve casos assim no Brasil?
Em abril, manchas de óleo surgiram na Região dos Lagos, no estado do Rio de Janeiro, atingindo as praias de Arraial do Cabo, Cabo Frio e Búzios. O acesso às praias chegou a ser interditado durante uma manhã para a retirada do material, de acordo com a Secretaria de Ambiente de Arraial do Cabo. Após análise, foi comprovado que as placas de óleo eram resíduos de operações da Petrobras. No atual caso, a Petrobras afirma que não tem ligação com o problema.
(Disponível em https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/09/26/manchas-de-oleo-no-nordeste-o-que-se-sabe-sobre-o-problema.ghtml. Acesso em 27/09/19)
Proibir para mudar
Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.
Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.
Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.
Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.
É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.
Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.
Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-para-mudar/. Acesso em: 21/01/2020.)
( ) Há um verbo no subjuntivo. ( ) Apresenta uma locução verbal. ( ) Corresponde ao predicativo do sujeito. ( ) Forma uma oração subordinada substantiva.
A sequência está correta em
Proibir para mudar
Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.
Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.
Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.
Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.
É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.
Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.
Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-para-mudar/. Acesso em: 21/01/2020.)
Faça uma análise morfossintática da seguinte frase:
As senhores caminhavam felizes.
Está correta a seguinte alternativa:

( ) Quando o verbo pede complemento verbal antecedido por preposição, ele é chamado transitivo indireto.
( ) Quando o verbo é intransitivo, ele não pede objeto; quando o verbo é transitivo direto, ele pede objeto direto; quando é transitivo direto e indireto, ele pede objeto direto e objeto indireto, simultaneamente; quando o verbo é transitivo indireto, ele pede objeto indireto.
( ) O predicativo do sujeito aparece nos verbos transitivos diretos e indiretos.
( ) Os pronomes o, a, os, as, substituem o objeto direto; lhe e lhes, o objeto indireto.
Analise o quadrinho para responder à próxima questão.

Fonte: https://br.pinterest.com/pin/299841287675846324/
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?
Cecília Meireles
“O uso de máscara é FUNDAMENTAL”.
Leia as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O verbo “convidar” e “acender” no primeiro quadrinho possuem a mesma transitividade verbal.
( ) A forma verbal “deixemos” está conjugada no modo imperativo.
( ) Na frase “a lua está cheia”, o termo em destaque é predicativo do sujeito.
( ) A palavra “você” no último quadrinho é um vocativo, pois refere-se diretamente ao interlocutor, funcionando como um chamamento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
O último poema
Assim eu quereria o meu
último poema.
Que fosse terno dizendo as
coisas mais simples e menos
intencionais
Que fosse ardente como um
soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores
quase sem perfume
A pureza da chama em que se
consomem os diamantes mais
límpidos
A paixão dos suicidas que se
matam sem explicação.
Manuel Bandeira
Ponha V, para as afirmações verdadeiras e F, para as falsas.
( ) A oração que marca o início de período possui relação semântica de finalidade. ( ) A oração principal do período em análise é “ É importante. ( ) O pronome pessoal átono se encontra empregado erroneamente. ( ) “Funcionário” e “início” apresentam a mesma classificação quanto à acentuação gráfica.
A única alternativa correta é:
I. Existem no referido parágrafo tanto orações coordenadas quanto subordinadas. II. “para que”, locução conjuntiva pode ser substituída corretamente por afim de que. III. “uma área” possui função de predicativo do sujeito.
Está(ão) correta(s) apenas:
