Questões de Concurso
Sobre termos integrantes da oração: predicativo do sujeito e predicativo do objeto em português
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“A escola está muito bonita.“ O termo grifado se trata de um:
Julgue o item a seguir.
A sentença: “Ela deixou a plateia emocionada” tem uma
ambiguidade, a qual pode ser desfeita com o
deslocamento do predicativo para antes do sujeito,
deixando apenas um sentido possível.
Julgue o item a seguir.
Em “Ansioso, nós esquecemos a porta aberta”, há dois
predicativos do sujeito e um verbo significativo, portanto
o predicado é verbo nominal.
( )A expressão: "E no meio" exerce função sintática de adjunto adverbial de lugar.
( )O particípio verbal adjetivado: "trotadas" exerce função sintática de predicativo do sujeito.
( )A frase nominal: "de tantos cães maiores" está escrita com o antônimo de "menores".
( )A oração: "como se fora carne de sua ruiva carne" − está escrita com a conjunção subordinativa comparativa.
Marque a alternativa com a série correta.

(Disponível em: institutoneurosaber.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova).

(Drauzio Varella.
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/drauziovarella/2023
/11/humani dade-sente-o-impacto-do-aquecimento-global-
na-saude.shtml. 15.nov.2023)
No período acima, o termo sublinhado exerce função sintática de

Idalberto Chiavenato. Administração geral e pública. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008 (com adaptações).
A oração subordinada adjetiva “cujos postulados dominaram as quatro primeiras décadas do século XX” (linhas 17 e 18) desempenha, em relação à expressão que modifica, função sintática de predicativo do sujeito.
Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.
Desde a Constituição Federal de 1988, a língua portuguesa é definida como língua oficial majoritária do Brasil, reconhecidas que foram, ao lado do português, como línguas nacionais, as várias línguas indígenas, minoritárias, que convivem no território brasileiro com a língua oficial, e também materna, majoritária do nosso país.
Concentrando-se aqui na língua oficial e materna, amplamente majoritária do Brasil, queria, antes de mais, afirmar que, o que se designa de “ensino de língua materna”, recobre uma imprecisão teórica e real, já que, em princípio, não se “ensina” a língua materna, ela se adquire naturalmente no processo de aquisição na primeira infância, tanto que, no caso do português no Brasil, como é do conhecimento geral, muitos sabem o português sem nunca terem tido a possibilidade de o “aprenderem” através do sistema escolar, já que não têm ainda como dele participar.
A meu ver, então, o objetivo do ensino do português na escola brasileira será a elaboração do já adquirido naturalmente e oralmente, pela maioria dos brasileiros, em diversificados contextos de aquisição, a depender da história individual e social de cada um. O que estou designando de elaboração se refere ao que, no processo de escolarização, no âmbito da disciplina Língua Portuguesa no Brasil, abrange obviamente a aquisição do uso escrito, tanto no processo de produção da escrita como de sua recepção na leitura, e o aperfeiçoamento, não só do escrito como também dos usos orais, tanto na sua produção como recepção, para cumprirem funções sociais diversificadas e adequadas às múltiplas situações comunicativo-expressivas necessárias ao convívio e à situação social.
(Rosa Virgínia Mattos e Silva. Língua portuguesa em debate: conhecimento e ensino. José Carlos de Azeredo: organizador. 4.ed. – Petrópolis, RJ: Vozes,
2007.)
O que os especialistas chamam de língua-franca.
Em relação aos aspectos morfossintáticos do período acima, é CORRETO afirmar que:
Como contribuir com a formação de leitores nos Anos Finais do Fundamental?
É importante ouvir os interesses dos alunos, abrir espaço para debates e reflexões e colocar as obras em diálogo com a realidade dos estudantes
[...]
Michelli, atualmente com 36 anos, se formou em Letras e se especializou em Gestão de Bibliotecas Escolares pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Hoje, atua como docente de Língua Portuguesa dos Anos Finais do Ensino Fundamental na EBM Paulina Wagner, em Blumenau, e na EEF Clara Donner, em Timbó, ambas no interior de Santa Catarina. Em 2020, ela foi uma das 50 finalistas do Prêmio Educador Nota 10 com o projeto O podcast na sala de aula: oralidade, escrita e tecnologia.
Mas, mesmo apreciando muito os livros e suas histórias, Michelli tinha dificuldade de inserir o trabalho com a leitura literária nas suas aulas. “Eu incentivava [a leitura] e conversava com os alunos, mas era difícil trabalhar um livro inteiro, especialmente por serem textos mais longos e pela questão do acesso às obras. Por mais que a gente tivesse biblioteca, não contávamos ainda com o PNLD [Programa Nacional do Livro Didático] Literário, que garantiria obras a todos os alunos. Isso era um entrave”, diz.
Contextualização, discussões e reflexões
Essa realidade começou a mudar em 2019, quando ela fazia mestrado em Letras na UFSC e teve a ideia de desenvolver um projeto literário a partir do livro O menino do dedo verde, clássico infanto-juvenil do escritor francês Maurice Druon. “Em uma das disciplinas do mestrado, nós estudamos alguns critérios de qualidade de uma obra infantojuvenil. Achei esse livro uma ótima escolha por ter também capítulos curtos e algumas ilustrações, adequado para turmas de 6º ano, com as quais trabalhei”, explica. Com isso, a professora partiu para a prática em sala de aula: primeiro, fez a apresentação do autor, contextualizando a época em que a obra foi escrita. Depois, para motivar a leitura, relacionou o livro com outros textos que dialogam com a história. Como o enredo aborda a temática da guerra, Michelli decidiu mostrar o trailer do filme O menino do pijama listrado — inspirado no livro homônimo, de John Boyne — a fim de ampliar o olhar dos alunos para um dos assuntos tratados. Os primeiros capítulos foram lidos em sala, e depois a professora combinou prazos para que os estudantes lessem e pudessem discutir alguns temas em grupo.
Para ela, a prática de sempre contextualizar algum assunto que aparecia na história e recorrer a materiais complementares foi essencial para engajar a turma, que se envolveu com a trama. Em um trecho da obra, o garoto visita uma cadeia, e esse foi o gancho para falar com os alunos sobre o sistema prisional brasileiro. Com o auxílio de um infográfico, a conversa rendeu um bom debate sobre direitos humanos. Em outra parte da história, o menino conhece uma favela e usa o poder de seu dedo para florir o lugar. Com isso, Michelli propôs uma discussão que partiu de uma reportagem sobre artistas plásticos que fizeram diversas pinturas nas casas de uma comunidade no México, ação que colaborou para melhorar a segurança das pessoas.
“São discussões que acontecem a partir da
história, e não cobranças com questionários e fichas
de leitura. A proposta é sempre ter conversas sobre
algo que surgiu na narrativa, mas que vai mais a fundo em questões que nos fazem refletir, que é uma das
coisas que a literatura provoca na gente”, comenta.
Para encerrar o trabalho com O menino do dedo
verde, as crianças plantaram mudinhas de flores em
um vaso e o entregaram para alguém que estava
precisando de um gesto de gentileza. Depois,
escreveram um depoimento sobre esse momento.
[...]
(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/21390/
como-contribuir-com-a-formacao-de-leitores-nos-anos-finaisdo-fundamental)
Leia as frases:
I. “A mãe botou-o de castigo”
II. “Dr. Epaminondas abanou a cabeça”;
III. “Este menino é mesmo um caso de poesia”.
Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE os predicados dessas orações.
Casa arrumada
Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz. Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela. Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas… Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida… Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança. Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto… Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos…
Netos, pros vizinhos…
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias…
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela… E reconhecer nela o seu lugar.
Disponível em: https://www.casacombossa.com.br/casaarrumada/. Acesso em: 03 de set. 2023.
I. Em: “Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela…”, os termos destacados, “de um jeito” e “tempo”, são objeto indireto e objeto direto, respectivamente.
II. Em: “Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto…”, o pronome demonstrativo destacado, “tudo”, está atuando como um aposto explicativo.
Marque a alternativa CORRETA: