Questões de Concurso Sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português

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Q1856305 Português
O fragmento de texto a seguir é a referência para a questão. 

A voz em Congonhas anunciou: "Clientes com necessidades especiais, crianças de colo, melhor idade, gestantes e portadores do cartão tal terão preferência etc.". Num rápido exercício intelectual, concluí que, não tendo necessidades especiais, nem sendo criança de colo, gestante ou portador do dito cartão, só me restava a "melhor idade" – algo entre os 60 anos e a proximidade da morte.
(Fonte: CASTRO, Ruy. Prazeres da “melhor idade”. Folha de S.Paulo, 28 jan. 2012. Disponível em: https://www.recantodasletras.com.br/artigos/4621682 Acesso em: 10 nov. 2021)
Sobre as relações sintático-semânticas estabelecidas no segundo período do texto, a única alternativa que NÃO traz informações verdadeiras é:
Alternativas
Q1856021 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


O Sapo e a Rosa

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a flor mais linda do jardim.

Porém, começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe.

Acabou se dando conta de que sempre havia um sapo grande ao seu lado e essa era a razão pela qual ninguém se aproximava dela. Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.

O sapo, muito humildemente, disse:

- Está bem, se é assim que você quer.

Algum tempo depois, o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.

Penalizado, disse a ela:

- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?

A rosa respondeu:

- É que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.

O sapo respondeu:

- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim...

Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que são inferiores e que somos superiores a eles, mais "bonitos", de mais valor e que não nos servem para nada.

Todos temos algo a aprender com outros ou a ensinar-lhes, e ninguém deve desvalorizar ninguém.

Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos no momento.

Adaptado. https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html 

"Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas QUE se aproximavam de ti".
Qual a função sintática que a palavra destacada está exercendo no trecho?
Alternativas
Q1855932 Português
Na  frase  “Sabíamos  que  ele  tinha  necessidade  de  atenção.”,  a  expressão  sublinhada,  sintaticamente,  exerce  função de:
Alternativas
Q1855573 Português

Conto de você fica ressoando na memória


De: Carlos Drummond de Andrade

Para: Lygia Fagundes Telles


Contemporâneo de Lygia Fagundes Telles e 21 anos mais velho que ela, Drummond pôde acompanhar a trajetória de uma das maiores contistas da literatura brasileira e tecer considerações sobre a obra da amiga. É o que faz nesta carta em que comenta os contos de O jardim selvagem, publicado no ano anterior.


Rio de Janeiro, 28 [de] janeiro [de] 1966

Lygia querida,


    Sabe que ganhei de Natal […] um livro de contos [1] no qual o meu santo nome aparece no ofertório de uma das histórias mais legais, intitulada “A chave”, em que por trás da chave há um casal velho-com-moça e uma outra mulher na sombra, tudo expresso de maneira tão sutil que pega as mínimas ondulações do pensamento do homem, inclusive esta, feroz: chateado de tanta agitação animal da esposa, com o corpo sempre em movimento, o velho tem um relâmpago: “A perna quebrada seria uma solução…” Por sinal que comparei o texto do livro com o texto do jornal de há três anos, e verifiquei o minucioso trabalho de polimento que o conto recebeu. Parece escrito de novo, mais preciso e ao mesmo tempo mais vago, essa vaguidão que é um convite ao leitor para aprofundar a substância, um dizer múltiplo, quase feito de silêncio. Sim, ficou ainda melhor do que estava, mas alguma coisa da primeira versão foi sacrificada, e é esse o preço da obra acabada: não se pode aproveitar tudo que veio do primeiro jato, o autor tem de escolher e pôr de lado alguma coisa válida.

    O livro está perfeito como unidade na variedade, a mão é segura e sabe sugerir a história profunda sob a história aparente. Até mesmo um conto passado na China[2] você consegue fazer funcionar, sem se perder no exotismo ou no jornalístico. Sua grande força me parece estar no psicologismo oculto sob a massa de elementos realistas, assimiláveis por qualquer um. Quem quer simplesmente uma estória tem quase sempre uma estória. Quem quer a verdade subterrânea das criaturas, que o comportamento social disfarça, encontra-a maravilhosamente captada por trás da estória. Unir as duas faces, superpostas, é arte da melhor. Você consegue isso. 

    Ciao, amiga querida. Desejo para você umas férias tranquilas, bem virgilianas. O abraço e a saudade do

    Carlos

[1] N.S.: Trata-se de O jardim selvagem, livro de contos de Lygia publicado em 1965. [2] N.S.: Referência ao conto “Meia-noite em ponto em Xangai”, incluído em O jardim selvagem.


Adaptado de https://www.correioims.com.br/carta/conto-de-vocefica-ressoando-na-memoria/. Acesso em 20/09/2021. 

Considerando os aspectos linguísticos do texto de apoio e os sentidos por eles expressos, julgue o seguinte item.


Em “Drummond pôde acompanhar a trajetória de uma das maiores contistas da literatura brasileira […]”, a expressão em destaque funciona como complemento do nome “trajetória”, exercendo, assim, a função de objeto indireto, por iniciar por preposição.

Alternativas
Q1855513 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


A Iluminação


Um dia, perguntaram a um grande mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação, e ele respondeu: "Um cachorro".

Os discípulos, surpresos, quiseram saber o que havia acontecido, e o mestre contou:

- Certa vez, eu estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d'água.

Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida. O cachorro, então, fez uma cara de assustado, e a imagem o imitou. Ele fez cara de bravo e a imagem o arremedou.

Então, ele fugiu de medo e ficou observando, distante, durante longo tempo, a água. Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente.

Num dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção à água, atirou-se nela e saciou sua sede. Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado.

E ficava, de longe, sonhando com esse relacionamento que eu queria para mim.

Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando nos outros.


https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html


No trecho, " O cachorro, então, fez UMA CARA DE ASSUSTADO , e a imagem o imitou ", o termo destacado está exercendo função sintática de:
Alternativas
Q1855341 Português
Leia atentamente o trecho a seguir, extraído de uma crítica de arte escrita por Monteiro Lobato, para responder a próxima questão.

“Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas e em consequência disso fazem arte pura, guardando os eternos ritmos da vida, e adotados para a concretização das emoções estéticas, os processos clássicos dos grandes mestres. A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza, e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. São produtos de cansaço e do sadismo de todos os períodos de decadência: são frutos de fins de estação, bichados ao nascedouro. Estrelas cadentes, brilham um instante, as mais das vezes com a luz de escândalo, e somem-se logo nas trevas do esquecimento. Embora eles se dêem como novos precursores duma arte a ir, nada é mais velho de que a arte anormal ou teratológica”.
(O Estado de S. Paulo, 20/12/1917, com adaptações)
O trecho em destaque se inicia com a afirmação de que “há duas espécies de artistas”. Em relação aos termos “duas espécies de artistas” presentes nessa oração, pode-se afirmar que funcionam sintaticamente como:
Alternativas
Q1854912 Português
“O envelhecimento da população brasileira e a falta de dinamismo econômico deixam cada vez mais municípios dependentes da renda de aposentadorias, pensões e demais benefícios do INSS, como o auxílio a idosos de baixa renda. Em 693 cidades do país, os pagamentos do INSS já superam 25% do PIB local. O número de municípios nessa situação quase dobrou nos últimos 15 anos.”
A preposição DE é empregada textualmente como introdutora de termo independente dos segmentos anteriores ou como termo solicitado por um desses termos.
O segmento abaixo que exemplifica esse último caso é:
Alternativas
Q1850818 Português
Monólogo das mãos e do olhar

Parte 1
   As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, exaltar, construir, trabalhar, escrever.
   As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário. Foi com as mãos que Jesus amparou Madalena. Com as mãos David agitou a funda que matou Golias.
   As mãos dos Césares Romanos decidiam a sorte Dos gladiadores vencidos na arena; Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência.
   A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda;
   O operário construir e o burguês destruir;
   O bom amparar e o justo punir;
   O amante acariciar e o ladrão roubar;
   O honesto trabalhar e o viciado jogar;
   Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra;
   Uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
   Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia!
   O noivo para casar-se pede a mão de sua amada;
    Jesus abençoava com as mãos;
    As mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes;
   Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.

Parte 2
E hoje, nossas mãos precisaram ficar intactas. Nossos lábios, escondidos. Ficamos com o olhar.
Entretanto os olhos, muitas vezes, falam mais do que as palavras.
Com os olhos, os marujos avistaram uma terra já colonizada.
Com os olhos, quando crianças, nossos pais sinalizavam nossas ações indevidas frente a outras pessoas.
Com os olhos eu delato alguém.
Com os olhos eu demonstro desejo, entretanto com os olhos eu posso demonstrar acepção.
Com os olhos, mesmo fechados, eu vejo meus sonhos, meus anseios, meus fantasmas.
Com os olhos me revelo para o outro. Ou me disfarço com um olhar de soslaio.
Com o olhar, eu tenho a minha primeira impressão do dia quando acordo.
Com o olhar, eu me despeço ao fechá-los.
(Texto Adaptado)
“Com o olhar, eu me despeço ao fechá-los”. A palavra destacada, sintaticamente, exerce função de:
Alternativas
Q1850816 Português
Monólogo das mãos e do olhar

Parte 1
   As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, exaltar, construir, trabalhar, escrever.
   As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário. Foi com as mãos que Jesus amparou Madalena. Com as mãos David agitou a funda que matou Golias.
   As mãos dos Césares Romanos decidiam a sorte Dos gladiadores vencidos na arena; Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência.
   A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda;
   O operário construir e o burguês destruir;
   O bom amparar e o justo punir;
   O amante acariciar e o ladrão roubar;
   O honesto trabalhar e o viciado jogar;
   Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra;
   Uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
   Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia!
   O noivo para casar-se pede a mão de sua amada;
    Jesus abençoava com as mãos;
    As mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes;
   Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.

Parte 2
E hoje, nossas mãos precisaram ficar intactas. Nossos lábios, escondidos. Ficamos com o olhar.
Entretanto os olhos, muitas vezes, falam mais do que as palavras.
Com os olhos, os marujos avistaram uma terra já colonizada.
Com os olhos, quando crianças, nossos pais sinalizavam nossas ações indevidas frente a outras pessoas.
Com os olhos eu delato alguém.
Com os olhos eu demonstro desejo, entretanto com os olhos eu posso demonstrar acepção.
Com os olhos, mesmo fechados, eu vejo meus sonhos, meus anseios, meus fantasmas.
Com os olhos me revelo para o outro. Ou me disfarço com um olhar de soslaio.
Com o olhar, eu tenho a minha primeira impressão do dia quando acordo.
Com o olhar, eu me despeço ao fechá-los.
(Texto Adaptado)
“Com as mãos David agitou a funda que matou Golias;” Ainda em relação à palavra destacada, a função sintática que a mesma exerce na oração “que matou Golias e:
Alternativas
Q1850431 Português

Considerando-se os termos sublinhados nas orações, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(1) Elegeram-se todos os candidatos.

(2) Os moradores pediam providências.

(3) O menino adormeceu.


(  ) Sujeito.

(  ) Predicado.

(  ) Objeto direto.

Alternativas
Q1848736 Português
Assinalar a alternativa cujo termo sublinhado é um agente da passiva:
Alternativas
Q1848203 Português

Texto 02 – O que é inovar na educação? 



Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.

No primeiro parágrafo, o enunciado “diretor do TLTL(Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA” funciona sintaticamente como 
Alternativas
Q1847615 Português

Excerto para a questão:

“É importante saber que fugir do problema não o fará sumir. É necessário olhar de frente para ele e se mostrar maior.”  

As orações: “saber” e “olhar de frente” são sintaticamente das orações principais: 
Alternativas
Q1846348 Português
INSTRUÇÃO: Leia os textos II e III a seguir, que são editoriais do Jornal Folha de S. Paulo, para responder à questão.

TEXTO II

Segurança pública

A despeito do crescimento contínuo da população carcerária, os índices de criminalidade continuam em alta na maior parte do país, sendo particularmente alarmantes no Nordeste. Os dados mostram a necessidade de uma reorientação das políticas de segurança. A superlotação das prisões acaba por proporcionar mais quadros e influência ao crime organizado.

A polícia deveria ser mais bem treinada e substituir a lógica do confronto pela prevenção e inteligência. A Força Nacional de Segurança Pública (formada por policiais cedidos ao governo federal), não o Exército, deveria atuar em situações de emergência.

O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução da maioridade penal, mas considera que é necessário ampliar o prazo de internação possível do adolescente infrator. Em tese, com o amadurecimento legislativo, a pena de prisão deveria ser reservada apenas aos criminosos que representem risco de violência.

Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.

TEXTO III

Combate à corrupção

O país testemunhou consideráveis avanços nessa seara nos últimos anos. Rompeu-se a proverbial impunidade de que desfrutavam políticos e grandes empresários.

O jornal passou a apoiar a possibilidade de prisão após a condenação em segunda instância. Outro aperfeiçoamento institucional a ser perseguido é a redução do alcance hoje excessivo do foro privilegiado, embora o instrumento deva ser mantido para proteger autoridades da litigância de má-fé.

Devem ser apontados, porém, abusos na ação do aparato jurídico-policial, como vazamentos de informações sigilosas, desrespeito do princípio da presunção da inocência, conduções coercitivas e prisões preventivas pouco fundamentadas.

Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/poder/2018/02/o-que-a-folha-pensa.shtml>.
Acesso em: 22 out. 2021.


Leia as afirmativas a seguir:
I. A expressão “nessa seara” retoma, no fluxo informacional do texto, a palavra “corrupção”. II. No segundo parágrafo do texto III, a palavra “instrumento” refere-se a “foro privilegiado”. III. No trecho “O jornal é contra a adoção da pena de morte e da redução da maioridade penal”, os termos destacados são complementos nominais do substantivo “adoção”.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1845602 Português
A questão dize respeito ao Título de uma reportagem. Leia-o atentamente antes de respondê-la. 


(Fonte adaptada: https://www.g1.com.br>Acesso em 19 de outubro de 2021)
A partícula “que”, isoladamente, exerce função sintática de: 
Alternativas
Q1844359 Português

Com relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item.


O trecho “desse mineral metade da energia usada para cozinhar, passar roupa, aquecer e iluminar casas e cidades” (linhas de 10 a 12) funciona como complemento preposicionado do verbo “vinha” (linha 10). 

Alternativas
Q1843428 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


(Fonte: https://veja.abril.com.br/blog/entorta-varal/wakanda-para-sempre-santa-rosa-lanca-camisainspirada-em-pantera-negra/ – Texto adaptado especialmente para esta prova.
Assinale a afirmação INCORRETA acerca de aspectos morfossintáticos do seguinte período do texto.
    Os dois maiores criadores dos quadrinhos americanos certamente aprovariam os uniformes que o Santa Rosa Esporte Clube, time da segunda divisão paraense, divulgou nas suas redes sociais nesta quinta-feira, 02/09/21. 
Alternativas
Q1840728 Português
Leia o poema a seguir.

Ao shopping center

Pelos teus círculos
Vagamos sem rumo
Nós almas penadas
Do mundo do consumo

De elevador ao céu
Pela escada ao inferno
Os extremos se tocam
No castigo eterno

Cada loja é um novo
Prego em nossa cruz.
Por mais que compremos
Estamos sempre nus.

Nós que por teus círculos
Vagamos em perdão
À espera (até quando?)
Da grande Liquidação.
PAES, José Paulo – Melhores Poemas.
Na expressão “sem rumo”, analisando-a sintaticamente, é CORRETO afirmar que a mesma exerce função de:
Alternativas
Q1840685 Português
Leia o texto a seguir.
A construção da convivência

    O Estado democrático de direito, essa engenhosa invenção política e social que garante a convivência civilizada mesmo em situações de conflito e de confronto, é uma planta frágil. Não basta que ele esteja inscrito nas constituições ou que seja professado nos programas dos partidos políticos. É preciso que a prática cotidiana dos governos, das organizações sociais e dos cidadãos ajude a formar uma barreira que impeça que essa fragilidade seja vencida pela violência. Fatos recentes, especialmente em nosso Estado, mostram que não está havendo esse cuidado.
    Uma série de acontecimentos atesta essa estranha tolerância com a ilegalidade e a violência. Aí estão o episódio da invasão da delegacia regional do Ministério da Agricultura, as frequentes ocupações do prédio do Incra, a inoperância do aparelho estatal quando ele é exigido, a depredação de um estabelecimento comercial à vista da autoridade policial, a invasão de um hotel em que falaria uma autoridade do Poder Judiciário, a ocupação de propriedades rurais ou a destruição de lavouras de experimentação genética. Em comum em todos esses episódios há, em primeiro lugar, uma quebra dos limites democráticos e a omissão mal explicada do poder público.
    A sociedade gaúcha, que tem uma história a zelar, aprendeu à custa de sacrifícios humanos e materiais que a democracia e o respeito aos direitos são o único caminho para evitar a desagregação e a violência. A questão dos limites das manifestações e dos protestos está surgindo como elemento crucial para a manutenção de padrões urbanos a serem dotados pelos cidadãos. O risco gerado pelas posturas quase anárquicas de algumas organizações é de que, à margem do Estado de direito, surjam reações igualmente anárquicas e igualmente condenáveis. Não se trata, pois, de analisar essas quebras de limites do ponto de vista de sua extração política ou de suas motivações ideológicas. Trata-se sim de vê-las do ponto de vista geral de uma sociedade que precisa de tranquilidade para desenvolver-se e que tem o direito de exigir dos governos manutenção da segurança dos limites democráticos.
    A história brasileira e gaúcha recente tem demonstrado que o país soube vencer o teste dos limites e lançar os fundamentos de uma sociedade pluralista e democrática, ao mesmo tempo que está, mal ou bem, dando razão às reivindicações dos excluídos. O conflito, que é essencial para o crescimento e o progresso das sociedades, precisa ser contido dentro de limites aceitáveis sob pena de se transformar num elemento patológico de perturbação social. Cabe ao poder público, por delegação constitucional, exercer uma mediação produtiva, usando para isso dos instrumentos normais que o Estado de direito só concede aos governantes constituídos. Abrir mão dessa função será abdicar da função de governar para todos.
Zero Hora, Porto Alegre – 2001. 
“Não basta que ele esteja inscrito nas constituições ou que seja professado nos programas dos partidos políticos”. As orações destacadas exercem, em relação à oração principal, função de:
Alternativas
Q1840226 Português

Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item. 


Na linha 18, o termo “essenciais” está empregado como complemento verbal – objeto direto – de “torna”.

Alternativas
Respostas
1661: A
1662: A
1663: C
1664: E
1665: B
1666: B
1667: A
1668: A
1669: D
1670: E
1671: A
1672: C
1673: A
1674: C
1675: A
1676: E
1677: A
1678: B
1679: A
1680: E